Módulos Lunares

A sonda Lunar Reconnaissance Orbiter tirou fotografias aos sítios onde os módulos lunares pousaram durante as missões Apollo.

Apollo 11:
Apollo 11
LROC
As imagens foram tiradas a partir de 50 kms de altura.
O Sol está acima da imagem o que impede a existência de sombras. Mas pode-se ver a famosa “West Crater” (Cratera Oeste), uma larga área rochosa que Neil Armstrong viu quando o Módulo Lunar se aproximava da superfície da Lua.
lro
Um zoom da área ao redor do local de pouso da Apollo 11 permite ver a base do módulo lunar, os equipamentos deixados pelos astronautas no solo lunar, e as pegadas dos astronautas no Mar da Tranquilidade.
Os pés da base do módulo lunar Eagle são discerníveis, bem como os diversos componentes espalhados do pacote de experimentos Early Apollo Science Experiments Package (EASEP). Infelizmente a bandeira não está visível porque o módulo lunar derrubou-a quando levantou vôo.
Vídeo da Tranquility Base, feito com as fotografias tiradas pela LRO:

Apollo 12:
Apollo 12 site
lro apollo 12
A partir de uma altura de 50 kms, a LRO conseguiu ver a parte de baixo do módulo lunar, alguns instrumentos, e as pegadas dos astronautas.
A fotografia em baixo é o mesmo local, sem zoom, e por isso pode-se ver o local alargado, onde, por exemplo, aparece a sonda Surveyor 3.
apollo 12 local

Apollo 14:
apollo 14
apollo 14 labels

Apollo 15:
apollo 15

Apollo 16:
apollo 16

Apollo 17:
apollo 17
LRO vê bandeira na Lua!
apollo 17
(cliquem nas fotos para as ampliarem)
A sonda americana Lunar Reconnaissance Orbiter tirou esta fotografia acima, ao local onde pousou a missão Apollo 17.
Tirou as fotografias a cerca de 50 kms de altura.
Conseguiu ver não só a parte debaixo (que ficou na Lua) do módulo lunar (até se vê as pernas dele!), mas também os vários ALSEP – Apollo Lunar Surface Experiments -, os traços na superfície lunar deixados pelos astronautas e pelo rover, e sobretudo, pela primeira vez!, conseguiu ver a bandeira americana que ficou na superfície lunar.
apollo taurus
A câmera LROC, da LRO, é agora a câmera com melhor visão da Lua, com uma resolução de 50cms/pixel.
Esta imagem tem 2 vezes mais resolução que as antigas fotos tiradas pela mesma sonda, e que expusemos neste post.
Já agora, comparem com a foto tirada pelos astronautas quando estavam na superfície lunar:
alsep

Para aqueles que estupidamente acreditam que o Homem não foi à Lua, cá está mais uma prova – vê-se a bandeira na Lua, o que restou (a parte de baixo) dos módulos na Lua, e até as sombras que produzem!

32 comentários

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    • marcelo borges on 19/10/2018 at 20:08
    • Responder

    Prezado Carlos.Você saberia dizer se os módulos de ascenção depois de desacoplados ao modulo lunar ,ficaram em orbita da lua ou caíram na mesma.Dessa forma poderiam estar na superfície lunar ?Sei que o modulo lunar da Apollo 10 foi enviado para a orbita do sol.Porém os módulos das Apolos 11,12 14 15 16 e 17 ficaram em orbita da lua ou foram atraídas pela gravidade e estão no solo lunar.Você saberia algo ?

    1. Olá Marcelo,

      Segundo sei, todos os módulos de ascensão, após completarem a sua missão, foram deliberadamente deixados em órbita da Lua com o objetivo de irem descendo na órbita e colidirem com a Lua. A colisão permite dar-nos mais informações sobre as características lunares. Por exemplo, os sismógrafos deixados na superfície detectaram essas colisões, o que nos dá informações sobre a Lua.

      As exceções foram duas. Uma delas foi o módulo da Apollo 10, tal como mencionou. Mas para ser sincero, esse foi só um teste ainda. Porque eles só pousaram pela primeira vez na Apollo 11.
      A outra exceção foi o módulo da Apollo 13. Mas também não chegaram a descer 😉

      abraço!

    • carlos cardoso on 28/06/2016 at 15:49
    • Responder

    Já não é a primeira vez que fico surpreendido com a violência com a qual o Carlos Oliveira trata alguns dos comentadores deste site que ele considera, provavelmente com razão, serem trolls.

    Talvez esse seja o caso presente e não pretendo vir defender quem quer que seja. Também desde já declaro que não penso que a NASA nos ande a enganar e que não tenho por costume acreditar em teorias da conspiração.

    No entanto reconheço que algumas das dúvidas que estão na base dessas teorias podem parecer pertinentes aos olhos de leigos (entre os quais me incluo) e não é “correndo a pontapé” quem as exprime de forma educada que se ajuda esses leigos, que vêm aqui à procura de conhecimento.

    Um só exemplo, a problemática sobre as radiações no cinturão de Van Allen. Se num vídeo educacional da NASA de 2014, um engenheiro da agência diz “We must solve these challenges before we send people through this region of Space”, parece pertinente perguntar o que tinha acontecido quando das missões Apollo. Perguntar isso não significa duvidar que as missões Apollo tenham existido mas respostas como a do Carlos não ajudam a esclarecer as dúvidas.

    O excelente trabalho de divulgação científica que aqui se faz poderia ser ainda melhor.

    1. Talvez tenha razão.

      Mas a nossa política de comentários é clara:
      http://www.astropt.org/2011/12/16/eu-defendo-a-censura-do-troll/

      Nós não aturamos trolls.

      Sabendo nós que há trolls que gostam de “brincar” com nomes diferentes e que comentam em diferentes artigos, somente de conspirações. Ou seja, não estão interessados no conhecimento astronómico, mas só em difundir conspirações.
      O Carlos Cardoso pode não se aperceber disso… mas nós recebemos IPs, e-mails, etc…

      Quanto às dúvidas, toda a gente é bem-vinda a perguntar.
      Se perguntassem, eram direcionados para artigos como este, que retiram todas as dúvidas:
      http://www.astropt.org/2009/07/25/boletim-em-orbita-n-%C2%BA-91-edicao-especial/

      Mas não perguntam. Eles fazem a mesma estratégia dos programas como Extraterrestres Antigos: afirmam, por vezes em forma de pergunta só como falácia, porque à-partida já chegaram a uma resposta mesmo contra todas as evidências.
      Isso é uma estratégia muito conhecida dos vigaristas para influenciar os outros.

      E esta casa não é um local para os vigaristas influenciarem os outros com estratégias anti-conhecimento… mesmo que aparentemente esses comentadores vistam uma “pele de cordeiro”.
      É como o Giorgio: depois de dizer que as pirâmides foram feitas por ETs, ignorando todo o conhecimento científico que lhe é dado pelos cientistas, “defende-se” dizendo: “eu só estava a perguntar”.
      Como eu disse, essa é uma estratégia muito conhecida… 😉

      Se a pessoa não quer aprender e só quer vir aqui ter um megafone num local de ciência para promover mentiras anti-conhecimento, obviamente não é bem-vindo.
      Tal como certamente o Carlos Cardoso não aceita que entrem em sua casa e comecem a escarrar para o chão.

      Quanto à pergunta concreta do vídeo da NASA, não foi feita inicialmente. Inicialmente, defenderam-se conspirações (tanto neste como noutros posts, como da Terra Ôca). Estão à espera que os cientistas sejam “brandos” e por isso que sejam “pushovers”. Como levaram com um T. H. Huxley, a seguir mostram-se “adoráveis pets” que “só fazem perguntas”.
      Como eu disse atrás, esta é uma estratégia muito conhecida…

      De qualquer modo, essa pergunta específica sobre o vídeo, foi respondida com a analogia de se atravessar a rua.
      O tom da resposta seria diferente se essa fosse a pergunta concreta feita. O tom seria diferente se esse fosse o objetivo: ter uma dúvida concreta, honesta, sobre isso.
      O tom foi o que foi, porque essa pergunta só veio porque a pessoa primeiro defendeu conspirações que negam o conhecimento científico que hipocritamente até utilizam. E negando esse conhecimento, obviamente que não vêm aqui para saber dele.

      abraços!

      P.S.: eu percebo o seu comentário e a sua crítica. Compreenda também que os comentários que “passam” são os mais “leves” e que contém alguma forma de pergunta que até tem lógica responder. O Carlos Cardoso não leu os comentários só com insultos nem as partes dos comentários que são editados porque só são insultos.

        • carlos cardoso on 29/06/2016 at 14:00

        Obrigado pela sua resposta. Estou ciente que vocês precisam de muita paciência para lidar com tudo o que vos aparece e que mesmo assim ela às vezes não chega…

        Reconheço que é muito difícil convencer os que aqui aparecem com todas as certezas mas acho que pela maneira como se lhes responde se pode ajudar aqueles que aqui vêm com dúvidas.

        Abraços

    2. É curioso vocês ainda andarem a enviar comentários com “pele de cordeiro”…
      então vocês aconselham-me a não aceitar os comentários de quem claramente se esconde atrás de nomes, e-mails e IPs falsos só para virem para aqui trollar… e depois perdem tempo a enviar comentários com IPs falsos, e-mails inexistentes e nomes inventados?

      Existe uma pasta SPAM para onde eles estão a ir…

      Repito: quem quer saber, quem quer ter conhecimento, não mente sobre si próprio e faz as perguntas de forma normal e respeitosa.

  1. Estou muito sensibilizado com a sua preocupação relativamente à minha pseudo doença e já segui o seu conselho marcando uma consulta de psiquiatria quântica com medo que isto seja mesmo um pseudo sintoma de uma pseudo doença psíquica grave.
    E é assim, quando a argumentação falha, dizem-se umas larachas, algumas um tanto ou quanto ofensivas para com o opositor, que nada esclarecem relativamente ao assunto que se está a debater, apresentam-se os argumentos mais que bafientos dos interesses soviéticos (País que já desapareceu há quase 30 anos) e chineses em denegrir os USA, reconhece-se o “conhecimento superior” do adversário aconselhando-o a procurar emprego nas diversas Agencias Espaciais e pronto, é isto o post do Sr. Prof. Dr. Carlos Oliveira, o qual se encontra em perfeita sintonia com aquilo que a NASA tem andado a fazer sempre que se tenta justificar em relação ao projecto Apollo desde que o mesmo acabou e apareceram as primeiras suspeitas de fraude.
    Cumprimentos e
    Farewell Sr. Prof. Dr.

    1. Sim, nós aqui estamos em perfeita sintonia com a NASA. Obrigado pelo seu elogio.
      Sim, nós aqui estamos em perfeita sintonia com o conhecimento.

      Não, nós aqui não somos hipócritas para vir para a internet (feita com ciência) para denegrir uma agência espacial que nos dá tanto diariamente.
      Não, não somos hipócritas e ignorantes como o Rui Tavares se mostra.

      http://www.astropt.org/2009/08/11/vantagens-da-exploracao-espacial/
      http://www.astropt.org/2013/08/17/vantagens-da-nasa-em-numeros/
      http://www.astropt.org/2012/12/29/beneficios-do-programa-espacial-o-impacto-positivo-da-nasa-na-sociedade/
      http://www.astropt.org/2013/08/20/ganhos-para-a-sociedade-das-pesquisas-da-nasa/
      http://www.astropt.org/2012/11/22/fatos-da-nasa-ajudam-criancas-com-paralisia-cerebral/
      http://www.nasa.gov/externalflash/nasacity/index2.htm

      Isto são factos, que o Rui Tavares decide ignorar, negar, e/ou denegrir.

      É curioso vitimizar-se com a argumentação, sendo que foi o Rui Tavares que entrou por conspirações hipócritas, ignorantes e mentirosas por se basear em “universidades de net”.
      Os seus argumentos são baseados em fantasias de crianças que vivem na cave dos pais e são os tais idiotas da aldeia como lhes chama Umberto Eco.
      Após abrir tanto o cérebro para entrar todo o lixo, “queixa-se” de ser chamado à razão. Estou com imensa pena de si…

      Por fim, a única fraude aqui é o Rui Tavares e os seus camaradas conspiranoicos.
      A prova é que não tem sequer competências ou conhecimento para trabalhar numa dessas agências, mas vem para aqui comentar como se fosse o mais inteligente de todos.

      Como eu disse, você tem uma doença (e não uma pseudo-doença), e nós aqui não temos competência para tratá-lo.
      Por isso, espero que peça ajuda nos locais respectivos.

      Obrigado.

  2. Diz o Prof. Carlos Oliveira:
    “Parece-me que o Rui “se esquece” que o Google Earth não é um satélite nem sequer um telescópio…”
    Digo eu:
    Parece-me que o Sr. Prof. se esquece que o Google Earth teve um princípio e que no princípio era assim:
    1. O Google Earth surgiu do costume do Google de comprar boas idéias e turbiná-las. Em 2004, eles compraram a empresa Keyhole, criadora do Earth Viewer, uma espécie de Google Earth mais arcaico. A Keyhole, por sua vez, já fazia negócios com a empresa Digital Globe – dona do satélite Quickbird – que continuou sendo a maior vendedora de imagens para o Google Earth.
    2. Lançado em outubro de 2001, o satélite Quickbird orbita ao redor da Terra a uma altura de 450 quilômetros. Sua capacidade de armazenamento é de 128 gigabytes. Viajando a uma velocidade média de 25 560km/h, ele demora de um a três dias e meio para voltar ao mesmo ponto.
    3. O Quickbird fotografa a superfície terrestre com diferentes níveis de zoom e resolução. Já notou a diferença das imagens de Las Vegas e São Paulo? Para locais muito procurados (como Las Vegas), o Google encomenda fotos melhores – e, portanto, mais caras. No zoom máximo, o Quickbird consegue clicar uma área de 1 km2 como se estivesse a 60 metros de altura.
    Quem quiser ler mais, pode ler aqui:
    http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foram-tiradas-as-fotos-do-google-earth
    Diz o Prof. Carlos Oliveira:
    “…e também se “esquece” que colocar uma sonda ao redor da Terra é alguns milhões de vezes mais fácil do que colocar em órbita da Lua…”
    Digo eu:
    Apesar dos milhões de vezes serem um exagero, concordo em absoluto que colocar uma sonda ao redor da Terra é muito mais fácil do que a colocar ao redor da Lua, no entanto não é isso que está em causa.
    O que está em causa, é que já que foi ultrapassada a enormíssima dificuldade que é por alguma coisa, chamada LRO, em órbita ao redor da Lua e que é um projecto 100% idealizado e fabricado pela NASA, foi pena ela não o ter equipado com aparelhos fotográficos, pelo menos, com metade da qualidade daqueles que equipam o GeoEye 1 ou o velhinho Quickbird. É que se assim tivesse sido, hoje em dia teríamos fotografias com uma qualidade que não deixariam dúvidas a ninguém.
    Diz o Prof. Carlos Oliveira:
    “Além de que a “atmosfera” é também diferente, logo as condições para “fotos” vão ser diferentes, incluindo de luminosidade…”
    Digo eu:
    O problema da luminosidade resolve-se facilmente, até para mim quanto mais para a NASA, através da velocidade de obturação do aparelho fotográfico, a qual controla directamente o tempo de exposição da área que se pretende fotografar. O problema da “atmosfera”, na Lua, está resolvido por natureza, uma vez que, como sabe, a Lua não tem atmosfera nem com nem sem aspas, o que é uma enorme vantagem para se tirarem fotografias de qualidade.
    Diz o Prof. Carlos Oliveira:
    “Também não entendo a sua obsessão com a NASA. Sabe que várias outras agências espaciais (de outros países) estiveram também na e em órbita da Lua?”
    Digo eu:
    Sei perfeitamente que várias outras agências espaciais estiveram também na Lua e em órbita à volta dela mas, tiveram a humildade suficiente para não dizer que as suas missões eram tripuladas e como o Sr. Prof. sabe, a NASA é a única que afirma que, por seis vezes conseguiu enviar tripulações à superfície da mesma, tendo essas tripulações lá deixado alguns vestígios da sua presença e é isso que a NASA não consegue provar de uma forma cabal e sem quaisquer margens para dúvidas.
    Pergunta o Prof. Carlos Oliveira:
    “Também estão todas a enganá-lo?”
    Respondo eu:
    Não, só a NASA é que eu penso que está, mas não é só a mim, é também a muitas outras pessoas que pensam como eu.
    Diz o Prof. Carlos Oliveira:
    “Pensar que toda a gente o engana só porque o Rui é muito importante para ser enganado… é um sintoma de paranóia. 😉
    Digo eu:
    Era para não lhe responder a esta provocação, no entanto, agradecendo-lhe desde já a importância que me dá e sem qualquer maldade, resolvi responder-lhe parafraseando o poeta António Aleixo:
    ………………….………………
    Há muitos que eu conheço
    Que sem parecer o que são
    São aquilo que eu pareço. 🙂

    Um grande abraço.

    1. O “Rui” esquece-se que em ciência não se aceitam fontes como essa… muito menos que tenha por nome “mundo estranho”…

      Porque não usa fontes mais apropriadas, como por exemplo, esta (se quer falar do QuickBird)?
      http://www.satimagingcorp.com/satellite-sensors/quickbird/
      ou do Google Earth:
      http://www.gearthblog.com/blog/archives/2014/04/google-earth-imagery.html

      Ou não me diga que agora os satélites são “mundos estranhos” para si…

      Quanto ao que a NASA deveria ter feito com a LRO… sabe quando é que ela começou a ser projectada?

      “como sabe, a Lua não tem atmosfera nem com nem sem aspas” – por acaso, eu sei que tem, mas que é bastante rarefeita. Mas existe… e sem aspas.
      Mas é só “por acaso” que sei isso… e o “por acaso” é com aspas.

      Por acaso a agência soviética, na altura provou isso.
      Mas curioso, para si e para a sua mente conspirativa, a NASA não prova nada e as outras agências não querem saber… claro que não. Aliás, os Soviéticos nem os Chineses, nem gostariam de humilhar os americanos…
      Mas é curioso que quem manda as sondas, não sabe de nada… já o Rui sabe de tudo, sabe das conspirações todas… talvez porque leia “sites credíveis” (entre aspas) na net. Isso faz de si um especialista… claro.

      Também é interessante que o Rui Tavares acha que sabe mais que todos os cientistas da NASA e arredores (das outras agências também, que se mantém “calados” perante tamanha conspiração que existe só para o enganar a si e aos seus camaradas vigilantes).
      Porque o Rui não se candidata a um lugar na NASA ou noutras agências?
      Com todo esse seu conhecimento superior a todos os especialistas, conseguido certamente nas melhores Universidades da internet, é óbvio que a Google, a NASA, a JAXA, a ESA, etc, davam-lhe logo emprego e com altíssimo cargo.

      Não era provocação… é uma ajuda para si. O primeiro passo para a sua cura, é reconhecer o que tem.
      Como sabe, nós aqui só tratamos de factos referentes a ciências naturais.
      Não temos especialistas em psiquiatria. Por isso, aconselho o Rui a pedir ajuda noutro lado 😉

      abraços

  3. Diz o Carlos Oliveira:
    “Sim, é isto: a NASA permite que o Rui Tavares utilize várias tecnologias diariamente, incluindo na sua casa…”
    Digo eu:
    Sim, espero que não queira dizer que só por causa disso todos temos de acreditar em tudo aquilo que a NASA quiser, tal como estas “rudimentares” fotografias tiradas pela LRO tentam mostrar o que, supostamente, lá foi deixado pelas missões Apollo.
    É que para umas coisas a NASA é a maior em tecnologias de ponta, mas para outras é largamente ultrapassada como é o caso da GeoEye-1 and 2 e pelo satélite Quickbird da Google Earth com uma órbita de 450Km de altitude e que consegue fotografar uma área de 1Km^2 como se estivesse a 60 metros de altitude.

    1. Parece-me que o Rui “se esquece” que o Google Earth não é um satélite nem sequer um telescópio… e também se “esquece” que colocar uma sonda ao redor da Terra é alguns milhões de vezes mais fácil do que colocar em órbita da Lua…

      Além de que a “atmosfera” é também diferente, logo as condições para “fotos” vão ser diferentes, incluindo de luminosidade…

      Também não entendo a sua obsessão com a NASA. Sabe que várias outras agências espaciais (de outros países) estiveram também na e em órbita da Lua?
      Também estão todas a enganá-lo?
      Pensar que toda a gente o engana só porque o Rui é muito importante para ser enganado… é um sintoma de paranoia 😉

      abraços

  4. Curiosamente, todas as fotografias tiradas pela LRO só à altitude de 50Km da Lua aos sítios onde, supostamente, alunaram as missões Apollo e onde se vêem o que, supostamente, lá foi deixado, entre sombras e alguns pontos brilhantes muitíssimo indefinidos e cheios de blur (névoa) comparadas com as fotografias da GeoEye-1 tiradas à Terra, que tem atmosfera e a Lua não, a uma altitude 14 vezes superior (aproximadamente 700Km) dizem tudo aquilo que eu e muitas mais pessoas pensam acerca das mesmas.
    Sabia o Sr. Professor que as imagens da LRO são enviadas para a Terra em formato encriptado para que ninguém tenha acesso às mesmas antes de serem devidamente tratadas pela NASA e enviadas para a Arizona State University?
    Só para termo de comparação, aqui vão algumas fotografias tiradas a alguns lugares da Terra com o GeoEye-1:
    http://content.satimagingcorp.com/static/galleryimages/geoeye-1-dubai-airshow.jpg
    http://content.satimagingcorp.com/static/galleryimages/geoeye-1-minot-north-dakota.jpg
    http://content.satimagingcorp.com/static/galleryimages/geoeye-1-disneyland-tokyo-japan.jpg
    Verifiquem só a diferença de nitidez das imagens…
    Na segunda e na terceira imagem distinguem-se perfeitamente bem os carros estacionados nos respectivos parques, os quais têm um tamanho semelhante ao tamanho da base do módulo lunar que é de aproximadamente 4m.
    Se o GeoEye-1 estivesse à altitude de 50Km que é a mesma a que a LRO se encontra da superfície da Lua, seria capaz de ver, perfeitamente bem, uma peça de fruta no chão da Terra.
    Não nos esqueçamos que a LRO é um projecto 100% feito pela NASA que é a instituição que tem os cérebros mais brilhantes a trabalhar nos seus projectos e, depois, é isto!!!

    1. Sim, eu conheço as pessoas da ASU.

      Sim, é isto: a NASA permite que o Rui Tavares utilize várias tecnologias diariamente, incluindo na sua casa…

  5. Carlor, existiu a APOLLO 18 ?

    1. Olá Alexsandro,

      A missão Apollo 18 foi cancelada em 1970 devido a cortes no orçamento da NASA. Algumas fontes não oficiais referem-se à missão Apollo no projecto Apollo-Soyuz em 1975, como Apollo 18 (ver: http://www.astropt.org/2010/07/15/encontro-historico-apollo-soyuz-foi-a-35-anos/).

  6. Nao entendo porque sao divulgadas essas fotos em preto e branco com baixa qualidade para mostrar que o homen foi a lua? Porque nao tiram fotos dos locais de pouso dos modulos lunares com o telescopio hublle que consegue tirar fotos de galaxias a bilhoes de anos luz, coloridas em boa qualidade?
    Nao acredito que temos hoje tecnologia para suportar a VIDA fora da orbita da terra, muito menos na decada de 60 e 70. Uma comparacao que faco eh em relacao aos carros daquela epoca e os caros de hoje, evoluimos muito em tecnologia, e porque os Estados Unidos ou outro pais nao foram na ultima decada?

    1. O telescópio espacial Hubble não serve para ver a Lua (demasiado brilho).

      O facto de não termos voltado à Lua deve-se a resoluções políticas e não tecnológicas.

      Desde a década de 60 que existem humanos a viver fora da Terra.

      abraços

    2. Lucas,

      Não sei que idade tens, mas os anos 50, 60 e 70 foram de enorme avanço tecnológico a todos os níveis. Lá porque não existiam tablets e telemóveis, havia já muita tecnologia. Convém não esquecer que a exploração espacial não se resume aos Estados unidos, a Rússia já tinha muitos conhecimentos e recursos em sondas com muitos automatismos – as avós da curiosity.
      Deste os exemplos do automóveis, eu dou-te o exemplo do Concorde ou do submersível Trieste que desceu ao ponto mais fundo dos oceanos em 1960 (nem os submarinos militares o fazem hoje).
      O mais incrível é que nenhuma entidade científica ou nação alguma vez questionou sequer o programa Apollo, nem a extinta Urss.
      Se te informares verás que o computador das Apollo era muito simples, há calculadoras bem mais potentes hoje em dia. Mas ainda hoje o sofisticado Airbus 320 voa com processadores 486 (se chegaste a ter um :-)) não precisas de Coresi7 para processar planos de voo e trajetórias de reentrada.

      Cheers

    3. Só mais este post porque acho necessário esclarecer alguns pontos aqui focados.
      O Lucas diz:
      “Não entendo porque são divulgadas essas fotos em preto e branco com baixa qualidade para mostrar que o homem foi à Lua?”
      Digo eu:
      Nem eu, mas a NASA é assim porque, como eu já disse, a LRO em órbita ao redor da Lua é um projecto 100% idealizado e fabricado pela NASA e foi pena ela não o ter equipado com aparelhos fotográficos, pelo menos, com metade da qualidade daqueles que equipam o GeoEye 1 ou o velhinho Quickbird. É que se assim tivesse sido, hoje em dia teríamos fotografias com uma qualidade que não deixariam dúvidas a ninguém.
      O Lucas diz:
      “Porque não tiram fotos dos locais de pouso dos módulos lunares com o telescópio Hubble que consegue tirar fotos de galáxias a bilhões de anos-luz, coloridas em boa qualidade?”
      Diz o Carlos Oliveira no post de resposta ao Lucas:
      “O telescópio espacial Hubble não serve para ver a Lua (demasiado brilho).”
      Digo eu:
      Não é bem assim como o Carlos Oliveira diz, é que basta ver o site do Hubble aqui indicado: http://hubblesite.org/reference_desk/faq/answer.php.cat=topten&id=77 para se perceber que:
      1 – O telescópio Hubble é perfeitamente capaz de tirar fotografias à Lua.
      2 – “An object on the Moon 4 meters (4.37 yards) across, viewed from HST, would be about 0.002 arcseg in size. The highest resolution instrument currently on HST is the Advanced Camera for Surveys at 0.03 arcsec. So anything we left on the Moon cannot be resolved in any HST image. It would just appear as a dot.”
      Tradução livre do acima escrito em inglês:
      2 – “Qualquer objecto na Lua com 4 metros de tamanho (4,37 jardas), visto com o HST (Hubble Space Telescope – Telescópio Espacial Hubble) teria cerca de 0,002 arcseg de tamanho angular. O instrumento com mais alta resolução que actualmente existe no HST é a câmara avançada para pesquisas de objectos até 0,03 arcseg de tamanho angular. Sendo assim, qualquer objecto que nós tivéssemos deixado na Lua não pode ser resolvido com qualquer imagem do HST. Ela apareceria apenas como um ponto.
      E esta é a principal razão pela qual o Hubble não serve para ver os objectos que supostamente estão na Lua.
      Continuo eu a dizer:
      Isso é o que já acontece com as imagens da LRO e, no entanto, a NASA continua a mostrá-las como se elas viessem tirar algumas dúvidas e mostrar a toda a gente que os objectos supostamente deixados pelas missões Apollo se encontram realmente onde ela diz.
      A expressão matemática que nos permite calcular o tamanho angular visível de um objecto em função da sua distância, é a seguinte:
      α = (d/D) x 203.265
      d – Tamanho do objecto em metros
      D – Distancia do objecto em causa à Terra em metros
      α – Tamanho angular em arcseg
      Foi com esta expressão que, no ponto 2 do site da NASA, se calculou o tamanho angular visível de qualquer objecto de 4 metros deixado na Lua uma vez que 4 metros é o tamanho da base do módulo lunar supostamente deixada na Lua.
      Vejamos:
      0,00211734 = (4/384000000) x 203265
      4 metros – Tamanho da base do módulo lunar
      384000000 metros – Distancia média da Terra à Lua
      0,00211734 arcseg – Tamanho angular visível da base do módulo lunar
      Digo tudo isto porque segundo um artigo do Daily Telegraph datado de 2002 o Dr. Richard West afirmou que iria utilizar o Very Large Telescope Interferometer (VLT-I) do Chile para tentar fotografar os objectos deixados pelas diversas missões Apollo na Lua. Este grande telescópio consegue visualizar objectos cujo tamanho angular é de 0,001 arcseg, ou seja metade do tamanho angular com que seria vista a base do módulo lunar supostamente deixada na Lua.
      http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/northamerica/usa/1414144/Worlds-biggest-telescope-to-prove-Americans-really-walked-on-Moon.html
      No entanto, até agora nada.
      O Lucas diz:
      “Não acredito que temos hoje tecnologia para suportar a VIDA fora da órbita da terra, muito menos na década de 60 e 70.
      Diz o Carlos Oliveira no post de resposta ao Lucas:
      “Desde a década de 60 que existem humanos a viver fora da Terra.”
      Digo eu:
      É verdade, mas só em órbitas muito baixas e bastante abaixo dos cinturões de Van Allen, como aconselha a NASA, especialmente para as missões tripuladas.
      http://www-spof.gsfc.nasa.gov/Education/wradbelt.html
      “It is populated by protons of energies in the 10-100 Mev range, which readily penetrate spacecraft and which can, on prolonged exposure, damage instruments and be a hazard to astronauts. Both manned and unmanned spaceflights tend to stay out of this region.”
      Tradução livre do acima escrito em inglês:
      “É povoada por protões com energias entre os 10 e os 100 Mega electrãovolt, os quais rapidamente penetram o veículo espacial e podem provocar, em exposições prolongadas, estragos nos instrumentos e ser um perigo para os astronautas. Ambas as missões quer sejam tripuladas ou não tripuladas tendem a ficar fora desta região.”
      Veja-se o caso da Estação Espacial Internacional cuja órbita tem uma altitude compreendida entre os 340 e os 353Km de altitude.
      Abraços

      1. Sobre o HST, a minha razão e a do Hubblesite não são exclusivas. Aliás, quem perceber do que se está a falar, percebe-se que estão interligadas, sendo assim ambas válidas. Como é óbvio, a do Hubblesite é também totalmente correta, e essa razão também já está aqui neste blog por diversas vezes.
        Basta saber ler e não querer manipular a informação, para se entender a problemática.

        Quanto aos cinturões de Van Allen, também já está explicado aqui, na NASA e em qualquer local que dê relevância ao conhecimento onde e como os astronautas passam para lá dos cinturões de Van Allen. Só quem é ignorante e/ou vigarista é que continua a falar disso como se fosse problemático.

    4. Só mais este pequeno post porque acho que é importante e, embora o Prof. Carlos Oliveira possa ter opinião diferente, penso que é a bem da Ciência.
      Neste vídeo educacional de Outubro de 2014 da NASA acerca da nova nave espacial Orion e do seu projecto, o engenheiro Kelly Smith desta agência diz o seguinte acerca do atravessamento dos cinturões de radiação de Van Allen quando se viaja para a Lua, ou para lá dela:
      “As we get further away from Earth, we will pass through the Vann Allan Belts, an area of dangerous radiation. Radiation like this can harm the guidance systems, onboard computers, or other electronics on Orion. Naturally, we have to pass through this danger zone twice, once up and once back. But Orion has protection, shielding will be put to the test as the vehicle cuts through the waves of radiation. Sensors aboard will record radiation levels for scientists to study. We must solve these challenges before we send people through this region of Space.”
      http://www.nasa.gov/press/2014/october/nasa-premieres-trial-by-fire-video-on-orion-s-flight-test
      Palavras ditas a partir dos 3 minutos e 02 segundo do vídeo que está no link acima.
      Tradução livre:
      À medida que nos afastamos da Terra, teremos de passar através dos cinturões de Van Allen, uma zona de radiação perigosa. Este tipo de radiação pode danificar os sistemas de comando e orientação, os computadores de bordo, ou outros equipamentos electrónicos que se encontrem na Orion. Naturalmente, teremos de atravessar esta zona perigosa duas vezes, uma na ida e outra na volta. Mas a Orion terá protecção, uma blindagem será posta para o teste à medida que a nave passe através das ondas de radiação. Sensores a bordo gravarão os níveis de radiação para os cientistas os estudarem. É muito importante resolver estes desafios antes de mandarmos pessoas para atravessar esta região do espaço.
      Digo eu:
      Mas então, nos finais da década de 60 e nos princípios da década de 70 a NASA não tinha já resolvido este desafio??? Não tinha chegado já à conclusão de que esta região do espaço era perfeitamente inócua dizendo que a protecção usada nas missões Apollo foi básica porque até nem era precisa muita protecção e por isso enviou 9 tripulações para a atravessar porque dizia que eles não corriam perigo absolutamente nenhum???
      Disse até que todos eles, mesmo assim, levavam dosímetros para medir a radiação e saberem se estavam ou não dentro dos parâmetros normais, o que se confirmou dado que receberam doses que estavam compreendidas entre os 0,16 rad na Apollo-8 até aos 1,14 rad na Apollo-14 o que dava uma média de 0,46 rad nas nove missões, o que é perfeitamente aceitável para a sobrevivência e muito mais baixa do que a necessária para provocar danos.
      http://www.astropt.org/2009/07/25/boletim-em-orbita-n-%c2%ba-91-edicao-especial/
      Página 28 da pdf sheet, o que corresponde à página 26 do boletim. 😉
      https://en.wikipedia.org/wiki/Van_Allen_radiation_belt
      Implications for space travel, último parágrafo.
      http://history.nasa.gov/SP-368/s2ch3.htm
      Results and discussion, table 2, summary and conclusions. Neste site até vem a fotografia de um dosímetro pessoal utilizado pelos membros das tripulações Apollo na figura 4.

      Afinal em que é que ficamos, será que a NASA anda a dar informações contraditórias e espera que toda a gente acredite nela só porque é ela que o diz??? Não posso acreditar que uma agência espacial com o gabarito da National Aeronautics and Space Administration (NASA) possa dizer uma coisa e o seu contrário sem que a sua credibilidade fique afectada e ninguém a chame à atenção para que tenha mais cuidado com aquilo que anda a dizer e a fazer!!!
      Parece-me que há aqui qualquer coisa que não bate certo, ou o engenheiro Kelly Smith da NASA é muito novo e nunca ouviu falar das missões Apollo, o que eu não acredito, ou então descaiu-se e a NASA ainda nem sequer topou o que está dito neste vídeo, ainda por cima, educacional. É por isso que eu já o descarreguei para o PC, não se vá dar o caso da NASA tirá-lo de lá e, no futuro dizer que ele nunca existiu e que tudo não passa de mais uma teoria da conspiração.
      Abraços

      1. Mais uma vez, a burrice alia-se às vigarices das teorias da conspiração.

        Eu sei os perigos de atravessar uma rua.
        Eu sei os perigos de atravessar uma rua sem passar nas passadeiras.
        Eu sei os perigos de atravessar a rua sem olhar para os lados.
        Para o Rui Tavares, é impossível atravessar a rua devido aos carros (radiação).
        Para a NASA, que já atravessou a rua por 10 vezes (e não 9 como foi referido), a NASA sabe que é perfeitamente possível atravessar, que é perigoso atravessar, e que deve desenvolver novos sistemas para atravessar com segurança.

        Para o Rui Tavares, deve-se ficar sempre de um lado da estrada e nunca atravessar.
        E quem já atravessou e queira desenvolver cada vez mais eficientes sistemas de atravessar a estrada e medir o fluxo de tráfego… para as mentes parvas isso é sinal que nunca se atravessou.

        Rui Tavares, este é o último comentário que lhe aturo.

        Passe bem.

      • Aristides Tesla on 27/06/2016 at 23:55
      • Responder

      (…comentário editado…)
      Chega até a afirmar que a NASA foi à Lua 10 vezes nas missões Apollo quando na realidade só lá foi 9 o que implica que como cientista está a dar uma informação completamente errada.
      (…comentário editado…)

      1. Eu tenho o meu trabalho.
        Este trabalho do blog é totalmente voluntário e para dar informação credível às pessoas que a querem.

        Não tenho tempo para ignorantes, hipócritas, conspiradores, e para quem cospe no conhecimento.

        Daí ter editado o seu comentário nas partes da sua defesa do troll do Rui Tavares.
        O Rui Tavares não é obrigado a vir cá ter informação credível. Se ele quer continuar a ser burro e hipócrita tem todo o direito disso. Mas se é assim, que não venha cá. Ele não me pode obrigar a ler as parvoíces dele. E eu também tenho o direito de lhe responder quando ele entra na minha casa.

        Quanto às missões à Lua, que passaram o chamado Cinturão de Van Allen (e não “Vann Allan”, como o Rui Tavares escreveu), foram: Apollo 8, Apollo 9, Apollo 10, Apollo 11, Apollo 12, Apollo 13, Apollo 14, Apollo 15, Apollo 16, Apollo 17.
        No total foram 10.
        Se as pessoas não sabem contar, o problema é delas. Eu aprendi a contar no pré-escolar.

        Resumindo e concluindo, o Aristides Tesla, como já aconteceu noutros posts em que o Aristides defendeu parvoíces, o Aristides estava muito bem calado!
        http://www.astropt.org/2011/02/20/contra-capa-terra-oca-o-que-ha-debaixo-de-nos/comment-page-1/#comment-1401612

        Como se prova pelo Rui Tavares e pelo Aristides, só quem é muito burro, sem sequer saber contar ou pensar, consegue defender parvoíces.

        Passem bem.

      • Aristides Tesla on 28/06/2016 at 05:05
      • Responder

      De facto o Carlos sabe contar mas a Apollo 9 não foi à Lua e portanto não atravessou os cinturões de Van Allen.
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Apollo_9
      Portanto só 9 missões é que os atravessaram e como tal eu não sou burro.

      1. Como deveria saber, até pela radiação que recebeu, a Apollo 9 recebeu radiação dos Van Allen Belts.
        E se “sairmos” das Apollo, até a Gemini 11 recebeu.
        E tente saber sobre a Gemini 10…

        http://www.astronautix.com/flights/apollo9.htm
        http://www.astronautix.com/flights/gemini11.htm

        https://en.wikipedia.org/wiki/Van_Allen_radiation_belt#Inner_belt

        http://www.clavius.org/bibfunny2.html

        Você diz que não é burro… mas cada comentário que publica só prova que é.

      2. Além disso, deve ser muito parvo para pensar que caio na sua falácia de: “Ahhh se já não são 10 mas sim 9 missões, então é porque não passou missão nenhuma e a conspiração ganhou.”

        enfim…

        Deve andar muito enganado no número da porta se pensa que caímos nos seus truques vigaristas.

        Passe bem.

  7. Carlos, se quiser mandar imagens, pode sempre mandá-las pela nossa lista.
    Mas parece-me que confunde montes com crateras.
    Mas claro, eu não tenho o seu “olho clínico”.
    Logo, limito-me a ler o “olho clínico” dos engenheiros da NASA, e a perceber um bocado de inclinações com várias fontes de luz na Lua.

  8. Se vc. me enviar um endereço de email, te mandarei uma destas fotos com anotações minhas do que estou querendio dizer. Com setas, numa mesma abordagem gráfica.
    Trabalhei 20 anos com desenho e tenho olho clínico” para imagens. O que não quer dizer que não possa estar enganado. Mas gostaria de trocar uma idéia.´
    Meu email: xalba1@ig.com.br
    Mande-me, por favor, o seu para este endereço.

  9. Olá,

    Sinceramente não sei de que fala.
    As sombras estão todas para a direita.

    Quais sombras de montes estão para a esquerda?
    Que montes está a ver?

  10. E por que nas fotos (Apollo 14, 17, etc.) todas as sombras dos montes estão para a esquerda e só a do módulo está para a direita?
    Sabem me responder?

  1. […] – Missões Humanas à Lua: Kennedy. Missões Apollo. Módulos. Apollo 11. Aldrin. Cernan. Provas. Farsa. Em Órbita. Carlos Oliveira. MythBusters. […]

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