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Nov 01

Grupo Local

local group

O Sérgio Batista escreveu um artigo, em português, sobre o Grupo Local de Galáxias, para o Portal do Astrónomo:
Introdução.
História.
Estrutura.
Sub-Grupos.
Futuro.

estrutura grupo local

Da Wikipedia:
“Os dois membros mais massivos do grupo são a Via-Láctea e a Galáxia de Andrômeda. Estas são duas galáxias espirais barradas e cada uma tem um sistema de galáxias satélites.
* O sistema da Via Láctea abrange: Anã de Sagittarius, Grande Nuvem de Magalhães, Pequena Nuvem de Magalhães, Anã de Canis Major, Anã da Ursa Minor, Anã de Draco, Anã de Carina, Anã de Sextans, Anã de Sculptor, Anã de Fornax, Leo I, Leo II e Anã da Ursa Major.
* O sistema da Galáxia de Andrômeda abrange: M32, M110, NGC 147, NGC 185, Andrômeda I, Andrômeda II, Andrômeda III, Andrômeda IV, Andrômeda V, Anã Esferoidal de Pegasus (Andrômeda VI), Anã de Cassiopéia (Andrômeda VII), Andrômeda VIII, Andrômeda IX e Andrômeda X.
* A Galáxia do Triângulo, a teceira maior galáxia e a única espiral no Grupo Local, pode ou não ser uma companheira da Galáxia de Andrômeda, apenas tem uma galáxia satélite, Pisces (LGS 3).
Os outros membros do grupo são gravitacionalmente separadas dos subgrupos maiores: IC 10, IC 1613, Anã de Phoenix, Leo A, Anã de Tucana, Anã de Cetus, Anã Irregular de Pegasus, WLM, Anã de Aquarius e Anã Irregular de Sagittarius.”

Acerca do autor(a)

Carlos Oliveira

Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico.
Licenciatura em Gestão de Empresas.
Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica.
Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas.
Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas.
Foi Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA.
Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK, recebeu dois prémios da ESA, e realizou várias palestras e entrevistas nos media.

2 comentários

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  1. cézar

    Haverá guerra entre as galáxias daqui alguns bilhões de anos. A espécie predominante na Via Láctea, a espécie predominante em Andrômeda e a espécie predominante na galáxia do Triângulo vão batalhar pelo domínio do grupo local. Espero que a Humanidade se desenvolva bastante nestes próximos bilhões de anos para que não percamos a guerra pelo domínio da galáxia e depois pelo domínio do grupo local. Friso que as guerras com civilizações alienígenas serão ideológicas, tecnológicas, preconceituosas e por vaidade, pois recursos existem à exaustão no Universo. Quiçá, daqui trilhões de anos, a Humanidade domine todo o universo e se prepare para defendê-lo de espécies dominantes de outros universos. E quando o multiverso estiver dominado por nós, que venham os seres de outras dimensões.

    Temos alguma chance de dominar a galáxia, pois acredito que somos uma das primeiras civilizações inteligentes surgidas nesta galáxia e que seremos em breve os alienígenas invasores dos planetas habitáveis da vizinhança. Acho que existirão muitos burgueses no futuro que quererão dominar planetas por pura vaidade. Vão querer um local privado e uma população primitiva ou menos desenvolvida para dominar, massagear o eco ou simplesmente para viver como um deus. Também haverá planetas prisão e onde será usada mão de obra barata de grandes latifundiários. E como a galáxia é muito grande, a fiscalização pelos governos e pelas entidades de direitos humanos e de direitos alienígenas será muito difícil.

    Será complicada a integração, assim como foi a chegada dos europeus ao solo americano.

    1. Carlos Oliveira

      Esta estória de ficção científica mostra que o autor não tem noção de escalas das galáxias e sofre de geocentrismo psicológico 😉

      abraços

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