Vaivéns já têm casa

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Após meses na dúvida, e após dezenas de instituições se terem candidatado a ficarem com os vaivéns, a NASA decidiu os destinos finais dos vaivéns espaciais:

– o Vaivém espacial Enterprise (que foi o 1º a ser feito, nunca voou, e tem o nome da nave de Star Trek) irá ficar no fabuloso porta-aviões que é o Museu Intrepid do Mar, Ar e Espaço, em Nova Iorque.
– o Vaivém espacial Discovery irá ficar no Centro Steven F. Udvar-Hazy, que é um anexo do enorme Museu Smithsonian do Ar e do Espaço, em Washington D.C..
– o Vaivém espacial Endeavour irá ficar no excelente Centro Científico da Califórnia, em Los Angeles.
– o Vaivém espacial Atlantis irá para o fantástico Centro Espacial Kennedy, na Flórida.

Na minha opinião, foram bem escolhidos.

O Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas, também era um forte concorrente devido ao centro de controlo das missões espaciais, mas em termos de visitantes não tem a quantidade e fama dos outros. Daí que recebeu cadeiras de comandante, cockpits, etc.
O Centro Espacial de Huntsville, no Alabama, também era um forte concorrente sobretudo pelo Space Camp (Campo de Férias Espacial), mas em termos de visitantes não tem a quantidade e fama dos outros. Daí que recebeu vários motores e sistemas variados.
O Planetário Adler, em Chicago, também era um forte concorrente por ser no centro-norte dos EUA (distribuição geográfica) e ser um dos mais famosos planetários do mundo, mas em termos de visitantes não tem a quantidade e fama dos outros. Daí que recebeu vários simuladores de vaivém.

Leiam sobre isto, em inglês, aqui, aqui, e aqui.

4 comentários

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  1. Estava em Houston no dia em que se soube do destino dos Space Shuttles. A malta estava toda a chorar nas notícias, a dizer que era inesperado e triste.

    No dia seguinte regressei ao Space Center para a minha segunda visita. Desta feita comecei pelo passeio de tram pelo interior da NASA (como tu tinhas sugerido, Carlos) e não me arrependi. É sem dúvida a parte mais interessante, juntamente com o show sobre a vida na International Space Station. O resto continua fraquinho e algo ultrapassado, principalmente em termos de soluções interactivas.

  2. Note-se também a distribuição deles.
    Um foi para um centro da NASA, outro para um science center (na Costa Oeste), outro para um Museu Smithsonian, e outro para um Museu Porta-Aviões.
    Não há repetição no tipo de museu, na dinâmica inerente aos diferentes tipos de museu.
    As escolhas não são casuais 😉

  3. Para mim, é fabuloso.
    A dinâmica é diferente dos Museus Smithsonian. 😉

    Quanto à comparação com museus em Portugal… 😀

  4. “fabuloso porta-aviões que é o Museu Intrepid do Mar, Ar e Espaço, em Nova Iorque”

    Bem, dizer que o Intrepid é fabuloso… comparado ao Smithsonian (quer o pólo de DC, que o de Dulles) é um barraquito flutuante com uns aviões lá dentro. Mas no geral, coitadito, o museu da Força Aérea de Alverca tirando meia-dúzia de peças não lhe fica atrás.

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