Jul 14

Como uma fraude deu início ao movimento anti-vacinação

Este cartoon foi adaptado do original de Darryl Cunningham que pode ser encontrado aqui. Se gostaram do cartoon podem inclusive suportar o trabalho do artista através uma doação (é explicado no blogue dele), ou ainda, adquirindo um dos seus livros como o Science Tales – Lies, Hoaxes and Scams, onde se pode encontrar este cartoon e muitos outros relacionados com a pseudociência.

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Para mais informações sobre vacinas e o movimento anti-vacinação podem consultar:
Portugal volta à Idade das Trevas?
Vacinas
Infografia – Vacinas
Anti-vacinação, o direito de escolher e o que isso exige. E porquê.

29 comentários

8 pings

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    • Pedro Homero on 14/07/2011 at 14:47
    • Responder

    Espectacular, traduziram o cartoon do Darryl, altamente! Excelente trabalho, temo que vá começar a ser necessário cá em Portugal também…

    1. Pois, eu também… principalmente depois de ler alguns dos comentários que surgem na notícia do Público, já para não falar da notícia em si.

      http://publico.pt/Sociedade/ha-cada-vez-mais-pais-a-dizer-nao-as-vacinas-como-forma-de-prevenir-doencas_1501266

  1. Infelizmente, esta fraude não é só divulgada pelos maus jornalistas…
    A Amazon continua a promover estas mentiras 🙁
    http://www.amazon.com/Callous-Disregard-Autism-Vaccines-Tragedy/dp/1616081694/

    1. Existe alguma prova de que o filho da Jenny McCarthy chegou alguma vez a ter autismo? Acho tudo muito duvidoso. Primeiro era uma criança índigo, o que quer que isso seja, depois passou a autista e agora foi milagrosamente curado por uma dieta macrobiótica. O próprio pediatra dela é um pseudo, já o vi no programa do Penn & Teller.

      Pobre criança…
      E pobres de todas as outras crianças que essa maluca está a afectar:
      http://www.jennymccarthybodycount.com/Jenny_McCarthy_Body_Count/Home.html

    • Dinis Ribeiro on 14/07/2011 at 15:14
    • Responder

    Os pseudo-sintomas que as pessoas pensam que as crianças estão a sentir por causa das vacinas… a maneira “contagiosa” como o fenómeno se espalha… tudo isto lembrará um pouco (talvez) os fenómenos de “histeria colectiva”.

    Lembro-me dum episódio ds série “Dr House”, em que ele induz esse fenómeno a bordo de uma avião de passageiros, por exemplo.

    Mass hysteria
    http://en.wikipedia.org/wiki/Mass_hysteria (tem uma lista interessante)

    Algo que talvez se lembrem: Mass hysteria – Morangos com açucar

    In May 2006, an outbreak of the so-dubbed “Morangos com Açúcar Virus” was reported in Portuguese schools.

    300 or more students at 14 schools reported similar symptoms to those experienced by the characters in a then recent episode where a life-threatening virus affected the school depicted in the show.

    Symptoms of the “virus” included rashes, difficulty breathing, and dizziness.

    The perceived outbreak forced some schools to temporarily close. The Portuguese National Institute for Medical Emergency eventually dismissed the illness as mass hysteria.

    This outbreak raised the concern of some parents regarding the major influence this series has on the kids and teens that watch it. The story was reports internationally in newspapers and magazines and online.

    Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Morangos_com_A%C3%A7%C3%BAcar#Mass_hysteria

    Mass Psychogenic Illness
    http://en.wikipedia.org/wiki/Mass_Psychogenic_Illness

    Besides the difficulties common to all research involving the social sciences, including a lack of opportunity for controlled experiments, Mass Sociogenic Illness presents special difficulties to researchers in this field.

    1. Mas neste caso a histeria é por parte dos pais… Outra coisa que tem influência é que a definição de autismo foi alterada para incluir mais crianças do que previamente incluía. Agora existem os chamados distúrbios do espectro do autismo. Mudamos a definição e depois “ficamos” chocados que o número de crianças com autismo tenha “aumentado”… Para além disso, existe uma maior consciencialização para o diagnóstico hoje em dia. O que se passa é que o autismo é normalmente diagnosticado pouco tempo depois de as crianças tomarem a vacina VASPR, tratando-se por isso de um erro de correlação/causalidade.

  2. Leiam isto: http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=662%3Avacinas-nao-obrigado&catid=3%3Aartigos&Itemid=77

    «[…] há a posição descomplicada de Prado de Lacerda, do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, o qual admitiu ao jornal i que, embora haja “vacinas incontornáveis”, talvez algumas sejam desnecessárias: “Quando era miúdo, tive varicela e até soube bem não ter de ir à escola. Será necessário prevenir uma varicela ou um sarampo, doenças que até são benéficas e nos fortalecem?»

    São benéficas e nos fortalecem?! 😯
    Fortalecem em que sentido? Porque as crianças ficam imunes à doença depois de a contraírem? Mas para isso já existem as vacinas, que conferem imunidade sem a doença e sem as possíveis complicações da doença. Há pessoas que morrem de sarampo! Esta afirmação é absurda.

    O artigo só fica mesmo completo com as pérolas de sabedoria de Pedro Choy:
    «A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios”»

      • Ana Guerreiro Pereira on 15/07/2011 at 01:10
      • Responder

      Confissão: eu quase morri de sarampo. O meu handicap pode ser uma consequência desse sarampo. Uauuu, devo ser cá uma fortalhaças!!! 😀

    1. Há sempre a hipótese de esse senhor ter sido mal citado…

      1. Sim, ou então pode não ter pensando bem nas repercussões antes de falar. Mas também a peça não indica se ele é médico, só que trabalha num hospital. Pode ser o segurança da recepção 😛 (bazinga)

  3. E depois temos a conspiração global da maquiavélica indústria farmacêutica. Até parece que os homeopatas e afins oferecem os seus serviços de graça…
    É difícil fazer dinheiro em vacinas, especialmente pediátricas, porque são dadas uma, duas, três vezes e pronto. A malvada industria farmacêutica ganha muito mais dinheiro em medicamentos para doenças crónicas e anti-depressivos. Por isso nem a premissa da teoria da conspiração faz sentido

    • Marina Frajuca on 14/07/2011 at 18:44
    • Responder

    É que esta atitude por parte dos pais nem faz qualquer sentido. Não se deixa a criança brincar na areia porque tem micróbios; não pode apanhar um pouco de frio porque pode se constipar;etc… E depois dizem que um sarampo ou uma varicela nem faz mal, cria imunidades.
    Os pais de hoje entram em “histeria” por qualquer coisa, em vez de prestar atenção é a educação dos filhos e estão a criar autênticos monstrinhos.

    1. E vão para a praia com os miúdos cultivar melanomas nas horas de mais calor.. Enfim…

    • Armando Brito de Sá on 16/07/2011 at 08:50
    • Responder

    Muitos parabéns pelo trabalho de tradução e divulgação! O “efeito Wakefield” chegou a Portugal, ainda que atenuado. Ocasionalmente ainda nos aparecem pais com receio da vacina do sarampo. Uns convencemos; outros, não. Divulgar este post é imperativo.

    Dito isto, devemos ser cépticos em todos os sentidos. Dizer que ter uma determinada doença nos fortalece não faz sentido. Por outro lado devemos encarar todo e qualquer novo procedimento, vacinas incluídas, com a atenção e reserva que merece qualquer nova intervenção. E haverá vacinas cuja utilidade real é discutível: entre essas encontram-se as vacinas contra a varicela, os rotavirus (gastrenterite benigna em crianças) e, talvez surpreenda alguns, a vacinação contra o HPV, vulgo vacina “contra o cancro do colo do útero”. Ao contrário do sugerido pelo Marco, existe bastante dinheiro envolvido na produção de vacinas, pelo que os interesses comerciais que lhe estão associados não são despiciendos. Portanto, atenção à literatura que vai surgindo e que modula as nossas intervenções.

    1. Como é que o meio médico encarava a vacina do sarampo há 30 anos atrás?

        • Armando Brito de Sá on 16/07/2011 at 11:43

        Ana,
        Cito de uma entrada da wikipedia, por falta de tempo de ir às fontes primárias:
        The first 20 years of licensed measles vaccination in the U.S. prevented an estimated 52 million cases of the disease, 17,400 cases of mental retardation, and 5,200 deaths.. Nos EUA a vacinação iniciou-se em 1964.

        O sítio da Wikipedia que refiro é este:
        http://en.wikipedia.org/wiki/Measles_vaccine

        Em Portugal a vacinação contra o sarampo começou em 1974 – ver, por exemplo, em http://webpages.fc.ul.pt/~mcgomes/vacinacao/historia/index.html

        Naturalmente o sentimento geral era de satisfação com a vacina. E continua a ser. As vacinas constituem um dos mais fundamentais avanços da medicina de todos os tempos.

      1. Na verdade não é essa a ideia que tenho 😉 a que tenho é q entrou em 1979 em Portugal e que no inicío foi encarada com muita cautela, pois na altura, em Porugal, os dados ainda eram escassos para que o meio médico se sentisse seguro. A ideia q tenho é q há 30 anos as coisas eram mto diferentes, pois não havia dados que se considerassem suficientes.

        Logicamente q hoje em dia isso nem se põe. Vacinar contra o sarampo é imprescindivel.

      2. As datas são até certo ponto irrelevantes, lol, fiquei com a ideia da data incorrecta; mas sei que na altura havia parte do meio médico q considerava não ter ainda dados suficientes sobre a vacina do sarampo para poder sentir-se seguro. Havia receio. Logicamente q esse receio de esfumou completamente, mas há 30 anos as coisas eram diferentes.

    2. Obrigado. Concordo com tudo, mas eu não sugeri que não havia dinheiro envolvido, talvez me tenha expressado mal. Ganha-se dinheiro, caso contrário não haveria quem as fabricasse. Agora, se eu quiser ganhar mesmo muito dinheiro, em vez de vacinas produzo anti-depressivos, ansiolíticos, medicamentos para a perda de peso, etc… As vacinas são uma espécie de parente pobre deste tipo de medicamentos.

      Ganhar dinheiro com algo não significa de imediato que algo faça mal ou seja inútil, no entanto, é um argumento que está sempre a surgir do lado do movimento anti-vacinação, como se provasse alguma coisa por si só. O dono do restaurante também tem um vasto interesse em que eu tenha fome, lucrando com isso, mas ninguém o acusa de ser maléfico 😛

  4. A propósito de campanhas que descredibilizam a Vacinação: http://aeiou.expresso.pt/falsa-vacinacao-para-capturar-bin-laden-desacredita-medicos=f662016

    1. Acabam de meter ainda mais lenha na fogueira, pois estas populações já são desconfiadas o suficiente dos ocidentais e dos seus medicamentos.

      1. Exactamente 🙁 🙁 🙁

    • Monica Maria Chio on 17/07/2011 at 04:52
    • Responder

    Nao sei porque, mas fui dar uma olhada nos comentarios sobre tal vacina, uma vez que, meu filho fara 15 meses e devera toma-la. QUASE ENTREI EM PARANOIA. Enchi o saco do meu marido (tadinho), com todas as informaçoes negativas que li, sobre a falsa relaçao com o autismo, praticamente esquecendo, por causa da “histeria em massa”, como um leitor sabiamente comentou, que me tambem contagiou.. Mas, Graças a Deus, pois ainda estava sem dormir, li este maravihoso texto, que, alem de me tirar toda as paranoias, tem tb esses maravilhosos comentarios que so me tranquilizaram. Obrigada Mestre Marco Felipe, e, por favor, continue, nos seus tempos livres a “promover o cepticismo científico, naturalismo e pensamento crítico.”Obrigada tb, a todas essas pessoas articuladas e esclarecidas que comentaram aqui. Sou advogada, mas parece que, quando viramos maes, tendemos a nos tornar meio ceticas. Assim, de qualquer forma, e como quem nao quer nada, amanha darei ao meu filho um ovo inteiro, para ver se ele tem reaçao alergica a clara de ovo, e comentarei tal fato quando do momento da vacinaçao, pois, ainda tenho duvidas se bebes com tal alergia podem tomar a vacina. Bjs, Monica. Obrigada, a todos, uma vez mais. Espero poder vacinar meu filho.

    1. Olá Mónica 😉 Se está a referir-se à vacina do sarampo, vacine o seu filho. Há mais de 30 anos que a vacina está em acção e a sua eficácia e segurança está mais do que comprovada. É mil vezes pior arriscar-se a que o seu filho tenha sarampo. O sarampo não é uma doençazita qq, pode ser bastante grave e pode matar; e se não matar, pode deixar sequelas como surdez, cegueira… além disso é altamente contagioso, num instante contagiava todos os que não fossem vacinados. Perante um quadro destes e sabendo que a vacina é administrada no mundo desde a década de 60 do século passado e q continua a ser segura… 😉 em todo o caso, fale com o pediatra do seu filhote, que ele explica-lhe tudinho.

      Acredite, o sarampo é terrivel.

    2. Obrigado, mas ainda não sou mestre, falta um ano para terminar 😉
      Fico feliz por ter ajudado. Tal como disse a Ana, fale com o seu médico que ele será capaz de lhe explicar tudo o que precisa de saber, removendo de uma vez por todas os seus medos (é apenas normal, todas as mães os têm). Se está preocupada em relação a possíveis alergias alimentares, existem também testes que se podem realizar, é uma questão de falar com o seu médico sobre o assunto.

    • Armando Brito de Sá on 17/07/2011 at 17:27
    • Responder

    @ Marco Filipe: subscrevo os comentários, com uma única ressalva: devido ao volume administrado – populações inteiras ou grandes subgrupos populacionais – as vacinas têm um peso importante na facturação da indústria.

    @Ana Guerreiro Pereira: há vinte e tal anos o receio que existiu por cá foi o mesmo que existe perante qualquer nova intervenção – aplicar com cautela, a pouca gente, observando os resultados, e só depois generalizando a intervenção.

    @Mónica Maria Chio: a Ana Guerreiro Pereira já disse tudo na sua resposta. Acrescento apenas uma nota: a alergia ao ovo NÃO contra-indica a administração da VASPR. Outras alergias mais raras (gelatina, por exemplo) manifestam-se na primeira dose, pelo que não se administra a segunda dose. São situações muito, muito raras, pelo que não constituem uma preocupação no dia a dia. E felicidades para o seu filhote!

      • Manel Rosa Martins on 23/09/2011 at 20:29
      • Responder

      Numa perspectiva da Economia da saúde, a The Open University do RU iclui na matéria de Economia da Sáude vários estudos exaustivo sobre o peso das vacinas na indústria farmacêutica.
      Conclusões, por ordem de relevância:

      1) os mecanismos de mercado não funcionam nas vacinas, é aliás o caso-estudo de não funcionamento dos mecanismo de mercado. Não há mercado das vacinas. Todos os programas de vacinação não têm qualquer iniciativa do lado da oferta, têm toda a iniciativa do lado da Procura. A procura é 100% estatal.

      2) as empresas envolvidas no fabrico, e no fabrico apenas, das vacinas (excluem-se os custos de distribuição, de armazenamento e de inoculação são suportados pelo Estado) são as de pqequena dimensão, ou da de média dimensão constituídas para o efeito, ou, são empresas que são um sindicato de várias pequenas e médias empresas que entregam o fabrico a, normalmente, 3 a 5 laboratórios para gerir o risco muito elevado e o prejuízo financeiro normalmente associado. Em todos os casos estudados o fabrico de vacinas deu ou prejuízo ou um lucro bastante reduzido aos fabricantes. Isto explica-se pelo tipo de contratação que é regido, no nosso caso e nos estudados, pelas leis da contratação pública da UE, que os ingleses seguem.

      3) A facturação de todos os planos de vacinação da OMS é inferior a 0,1% , a anula, da facturação trimestral duma grande grupo farmacêutico britânico, que é uma 10 das maiores empresas farmacêuticas do mundo.

      Os dados que refiro são relativos ao triénio 2000-2002, portanto poderão ter que ser actualizados e foram transmitidos à OMS e a todos os ministérios da saúde da União Europeia.

      O custo mundial da vacinação do sarampo é de ~40 milhões de USD, fonte OMS, dados de 2010.

      agora a título comprativo, os custos só nos EUA, somente da gripe “normal”, relatório da Casa Branca, datado de 27 Maio de 2010:

      National Strategy for Pandemic Influenza — Introduction — “Although remarkable advances have been made in science and medicine during the past century, we are constantly reminded that we live in a universe of microbes — viruses, bacteria, protozoa and fungi that are forever changing and adapting themselves to the human host and the defenses that humans create. Influenza viruses are notable for their resilience and adaptability. While science has been able to develop highly effective vaccines and treatments for many infectious diseases that threaten public health, acquiring these tools is an ongoing challenge with the influenza virus. Changes in the genetic makeup of the virus require us to develop new vaccines on an annual basis and forecast which strains are likely to predominate. As a result, and despite annual vaccinations, the U.S. faces a burden of influenza that results in approximately 36,000 deaths and more than 200,000 hospitalizations each year. In addition to this human toll, influenza is annually responsible for a total cost of over $10 billion in the U.S. A pandemic, or worldwide outbreak of a new influenza virus, could dwarf this impact by overwhelming our health and medical capabilities, potentially resulting in hundreds of thousands of deaths, millions of hospitalizations, and hundreds of billions of dollars in direct and indirect costs. This Strategy will guide our preparedness and response activities to mitigate that impact.”

      10 mil milhões de dólares – 36 mil mortes – 200 mil hospitalizações.

      Espero ter contribuido para desfazer o mito da grande negociata das vacinas. O grande e bom negócio que qualquer Serviço Nacional de Saúde tem a fazer é não gastar milhares de milhões investir 4 dezenas.

      Muito Obrigado a todos os Médicos e a todos os Profissionais de Saúde.

    • Ana Guerreiro Pereira on 17/07/2011 at 20:06
    • Responder

    Armando (já percebi que é Médico, certo? ;)) exactamente, mas eu estava a falar de dez anos mais atrás ainda 😉 E conheço relativamente bem o meio médico, como espectadora priveligiada, pelo que queria então confirmar a situação com um conhecedor de dentro ;).

  5. Já aconteceu com a Gripe. No meu blog tenho posts sobre o que as pessoas pensavam antes e depois da vacina. Antes da vacina ser fabricada diziam que os governos tinham lançado o vírus para nos matar a todos e que a vacina era só para eles. Quando foi distribuída já diziam que a vacina é que era o veneno para nos matar a todos e que o que os governos tomavam era um placebo para não morrerem pela vacina. Enfim…

    http://o-outro-universo.blogspot.com/2010/03/conspiracao-contra-o-bem.html

    http://o-outro-universo.blogspot.com/2010/01/incoerencia-publica-gripe-ah1n12009.html

    http://o-outro-universo.blogspot.com/2009/09/internet-e-uma-grande-fonte-de.html

    Está muito bom!

  1. […] sobre o Orgasmo Global pela Paz, crossfire, falácias, autismo, Aquecimento Global e […]

  2. […] ao conselho 5, é a fraude do movimento anti-vacinação. O objectivo destes vigaristas é que o mundo retroceda 1000 anos, para a Idade das Trevas, onde a […]

  3. […] Crédito: Cláudia Barrocas, Darryl Cunningham […]

  4. […] Leitura de sina. Polícia. Presas. Burlas. Violada. Parvalhão. Movimento Anti-Vacinação (fraude). Graviola (cancro, comentários). Intuitos. Depois da Vida. Telecinética. Terra Plana. […]

  5. […] sedentos em conspirações, e com isso fez milhões de dólares. Tal como em outras conspirações (anti-vacinas, cometa Elenin, 2012, ida à Lua, fim do mundo, etc), os conspiradores mentem, inventam cenários […]

  6. […] Curiosamente, juntamente com as idiotices da conspiração lunar ou da evolução nunca ter acontecido, a revista coloca as idiotices de quem está contra as vacinas. Nomeadamente, existe uma crítica feroz às imbecilidades publicitadas por Jenny McCarthy baseadas na fraude de Andrew Wakefield: […]

  7. […] que tudo isso, todo esse movimento (deixando de lado a questão dos quiropraxistas) se deve a um artigo fraudulento, UM artigo, já há muito eliminado do jornal que o […]

  8. […] a homeopatia, os defensores da terra plana, ou até os que se opõem às vacinas com base numa fraude. Aliás, todos os “estudos” que referem não são científicos, não são duplamente […]

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