Ciência e Religião

O facto de existirem cientistas que conseguem harmonizar uma actividade científica com crenças religiosas ou religiosos que conseguem fazer ciência (estou-me a lembrar dos astrónomos do Vaticano), não significa para mim que a ciência a religião sejam conciliáveis. Ser crente e cientista significa que as pessoas conseguem funcionar com contradições por muito harmonizadas que essas crenças estejam com a ciência no interior de cada um.

Lembro isto a propósito de um livro que saiu agora do Hans Küng, que tenta conciliar a crença cristã com a ciência. Não é o primeiro a fazê-lo, mas acho que o faz com bons argumentos e de forma séria e fundamentada. Não me convenceu obviamente, mas percebo o pensamento dele. No final confessa que vive mais feliz num Universo com Deus do que sem Deus nenhum. E é esse peso de um Universo sem Deus que ele não suporta. Mas gostei do livro.É um bom ensaio para tentar provar a razoabilidade da ideia de um criador imanente ao Universo. Não me convenceu da razoabilidade da ideia, mas fez-me pensar.

25 comentários

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  1. Apesar de eu não acreditar em religião nenhuma,acho que não seja algo que deva ser extinto,pois ela proporciona mais calma a humanidade,ilude a maioria,fazendo com que não se matem por tão pouco,pelo menos aqui no Brasil,se não existisse religião,ia ter gente matando o vizinho por causa do barulho alto do rádio 😀
    Um forte abraço a todos

  2. Entrevista VEJA: Francis Collins (cientista que desvendou o genoma humano)
    Ciência não exclui Deus

    Veja – No livro A Linguagem de Deus, o senhor conta que era um “ateu insolente” e, depois, se converteu ao cristianismo. O que o fez mudar suas convicções?

    Francis Collins – Houve um período em minha vida em que era conveniente não acreditar em Deus. Eu era jovem, e a física, a química e a matemática pareciam ter todas as respostas para os mistérios da vida. Reduzir tudo a equações era uma forma de exercer total controle sobre meu mundo. Percebi que a ciência não substitui a religião quando ingressei na faculdade de medicina. Vi pessoas sofrendo de males terríveis. Uma delas, depois de me contar sobre sua fé e como conseguia forças para lutar contra a doença, perguntou-me em que eu acreditava. Disse a ela que não acreditava em nada. Pareceu-me uma resposta vaga, uma frase feita de um cientista ingênuo que se achava capaz de tirar conclusões sobre um assunto tão profundo e negar a evidência de que existe algo maior do que equações. Eu tinha 27 anos. Não passava de um rapaz insolente. Estava negando a possibilidade de haver algo capaz de explicar questões para as quais nunca encontramos respostas, mas que movem o mundo e fazem as pessoas superar desafios.

    1. Ele não sabe o que diz.

      Quando tinha 27 anos, deu a resposta certa à luz da ciência.

      E claro que a ciência substitui a religião. Basta ver que as trovoadas não são mais explicadas pelo deus Thor. O que não faltam são exemplos deste género por toda a história da Humanidade, sobretudo nos últimos 500 anos.

  3. Isso mesmo….! Pensando apenas com a mente científica e usando apenas o método científico NUNCA poderemos dizer que Deus existe ou não existe. Isso porque como já havia dito antes Deus só pode ser verificado pela fé.
    A ciência é maravilhosa, pois permite pelo nosso intelecto explicar as coisas que nos cercam. Mas por ser um método, por melhor que seja, não pode abarcar toda a realidade. Pensar assim seria um exercício de fé, não em Deus, mas na ciência (e não é assim que ela funciona, não é mesmo!?).
    O que eu quero dizer é que a religião e a ciência não são excludentes. Tenho certeza que você conhece muitos grandes cientistas crentes em Deus – Ser cientista não quer dizer ter um atestado de ateu! Como também ser crente não faz uma pessoa ter atestado de ignorância mórbida, como vejo no julgamento de muitos.
    Alan Richardson dizia que fé e ciência são apenas dois trilhos de uma mesma linha de trem. Eles nunca se encontram, mas nunca se separam.

  4. Ah Carlos,

    Desculpe você estava falando da necessidade de Deus para “explicar” o origem do universo. OK…vc quer dizer que se não podemos explicar a origem de Deus não podemos usar Deus para explicar a origem de nada…Isso mesmo?

    Falando assim parece que precisamos de Deus só para explicar o que não conseguimos explicar empiricamente…bem essa é uma visão empobrecida de Deus. Eu preciso de Deus para muito além disso (hehe!)

    Bem, eu te pergunto: – Se não podemos “explicar” a existência de Deus cientificamente, isso quer dizer que Deus não existe?

    1. Isso quer dizer que não se pode dizer que existe… 😉

  5. Carlos,
    Eu não estou falando do Universo, estou falando de Deus.

    Desculpe, mas qual é a questão que estou fugindo?

    Paz, meu amigo!

    1. Supostamente a palavra Deus é utilizada como causa para o início do Universo.
      Mas essa causa tem que vir de algum lado…

      Porque se a resposta é que “sempre existiu”… então essa mesma resposta pode ser dada para o Universo, e assim não precisamos da causa Deus…
      O Universo pode ter sempre existido, ou até pode ter-se criado a si próprio, como diz o livro do Gott nas páginas 186 à 192.

      abraços

  6. Um artigo meu sobre ter fé num contexto astronómico:
    http://www.astropt.org/2010/10/13/fe-num-contexto-astronomico/

  7. Richard Feynman acha que não é possível reconciliar, porque a ciência faz-se da dúvida, de colocar as coisas em causa, enquanto a religião faz-se de acreditarmos no que nos é dito.

  8. Batalha: Ciência X Religião??????

    “O Deus da Bíblia é também o Deus do genoma. Pode ser adorado na catedral ou no laboratório. Sua criação é majestosa, esplêndida, complexa e bela — e não pode guerrear consigo mesma. Só nós, humanos imperfeitos, podemos iniciar batalhas assim. E só nós podemos acabar com elas”. (COLLINS, Francis S. Op. cit., p. 216)

    O biólogo americano Francis Collins é um dos cientistas mais notáveis da atualidade. Diretor do Projeto Genoma, bancado pelo governo americano, foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001.

  9. O melhor é perguntar aos ETS, se já detectaram algum promenor que suporte a existencia de Deus neste Universo!
    Nesta altura do campeonato, é como jogar ao jogo do galo…

  10. Olá pessoal,
    eu simplesmente acredito que nosso cérebro é tão magnifico que consegue fazer você se sentir especial,e com seu cotidiano de “nexos” ou de “sentidos”,você acaba achando que tudo tem que ter sentido,mas como tudo na vida,nem sempre é como a gente quer. :S
    Ahh,também acho que se tivéssemos uns 2000 anos a menos de conhecimento,Criss Angel seria um profeta 😀
    Nada disso é afirmação,e não procuro gerar conflitos.
    um grande abraço a todos!

    1. Pois… Criss Angel há algumas centenas de anos atrás seria considerado ou um bruxo ou um enviado de Deus (talvez Seu filho).

  11. Precisamos entender o que é ciência e o que é religião! A ciência é um método, ou seja, tudo aquilo que é dito científico foi alcançado seguindo um conjunto de regras e procedimentos pré-determinados, o que chamamos de método científico. O método científico, ampassã, segundo a Wikipédia (e como vocês bem sabem), consiste em juntar evidências empíricas verificáveis baseadas na observação sistemática e controlada, geralmente resultantes de experiências ou pesquisa de campo – e analisá-las com o uso da lógica. É por esse motivo (por se basear em um método bem definido, na lógica e na razão) que o conhecimento científico tornou-se tão presente e tão forte no mundo. Contradizer o conhecimento científico, pela lógica da razão é algo muito difícil. Todo conhecimento científico foi gerado por procedimentos minuciosos, incessantemente testados e verificados, não por apenas por uma pessoa, mas por uma comunidade científica de pares. Também por esse motivo, o público em geral (e até alguns cientistas mais distraídos…hehe) tomam a ciência como verdade absoluta, o que ela não é por definição. A ciência é uma produção historicamente construída, onde antigas “teorias” são a base para as novas descobertas. Não podemos desconsiderar que o que a ciência diz hoje pode ser muito diferente do que ela dirá amanhã, senão pararíamos na teoria atômica de Dalton e não existiria a física quântica.

    Posso dizer, sem medo de errar, que o conhecimento científico é atualmente a forma HUMANA mais poderosa de se explicar o mundo. Mas também entendo que por estar limitada a um método (por melhor que seja) existem questões que a ciência nunca poderá abordar, entre elas, a existência de Deus. Este é um grande erro de alguns ateus que refutam a existência de Deus, pois Sua existência não pode ser verificada empiricamente.

    Em 1 Coríntios 1:21 está escrito: “Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação.”

    A constatação da existência de Deus não se baseia na lógica da razão científica, mas sim na fé. Mas o que é a fé? A bíblia nos ensina o que é fé em Hebreus 11:1 – “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”.

    Segundo Albert Einstein, a ciência só pode determinar o que é. Já a fé trata daquilo que não vemos, mas que pela própria fé experimentamos.

    “Sem fé é impossível agradar a Deus” – Hebreus 11:6

    É por isso que a maioria dos embates do tipo Ciência X Religião são normalmente vazios, improdutivos e equivocados. É como correr atrás do vento (Eclesiastes 2:11) – o que fundamenta a ciência é o método científico (razão e lógica), enquanto o que fundamenta a religião é a fé. Por isso quando vejo religiosos querendo usar a ciência para negar a ciência (como o ‘intelligent design’) constato que eles não entendem o que é religião. E quando vejo cientistas usando a ciência para negar a Deus constato que eles não sabem o que é ciência.

    Como cristão concordo com a ciência, pois creio que Deus nos abençoou com a inteligência para que pudéssemos discernir as coisas do mundo.

    Como cientista (ou quase isso) posso crer em Deus, pois sei que a ciência não pode explicar Deus.

    Não se engane! Deus não é experimentado pela lógica da razão, nem pela ciência. Mas mesmo assim todo ser humano pode sentir a existência de Deus.

    Não procure Deus apenas com sua mente, use o seu coração e todo o seu corpo!

    Que a paz do Senhor esteja em você
    Um grande abraço!

    Outros versículos para ler:

    Porque a sabedoria deste mundo é loucura aos olhos de Deus. Pois está escrito: “Ele apanha os sábios na astúcia deles”;1 Coríntios 3:19

    Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente.1 Coríntios 2:14

    Porque a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte que a força do homem.1 Coríntios 1:25

    Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.1 Coríntios 1:18

  12. Olá a todos e um Rajá também porque ainda está calor, graças a Deus! E ao Sol também e outros factores…
    A ideia de conciliar a religião e a ciência é uma chatice.
    Primeiro que tudo, eu tentava conciliar a religião Católica e Hebraica com a Egípcia!
    Os Judeus ou Hebreus foram contemporâneos com os Egípcios. Pelo antigo testamento diz-se que foram escravos dos terríveis Faraós e que depois de uma série de eventos conquistaram a sua independência! Mas o que também é provável é que tivessem trabalhado e exercido comércio no Egipto antigo e como é comum na história dos Judeus tivesse havido desentendimento e os Egípcios os tivessem corrido à mocada, deixando-os com as calças na mão, como foi hábito em outras ocasiões posteriores, mas com outros povos com quem os Judeus se integravam!
    Da religião Egípcia também tentava relacionar algo com as práticas religiosas na Babilónia e em Marte, Ohhps, enganei-me!
    Pronto chega de brincadeira. O conceito de Deus prende-se com o factor da Paternidade ou Maternidade e o não entendimento dos mecanismos naturais que regem o Universo onde existimos! Eu costumo dizer por brincadeira e sem querer faltar ao respeito a Deus, que quando acaba a minha sabedoria, enaltece-se a minha Fé! Bom, isto é dito em tom de paródia! Respeitinho é muito bonito e eu sou muito ignorante, como mostra este texto!
    Contudo há um pormenor que não podemo-nos esquecer: O que é que provocou a existência do Universo ou de todos os Universos em dimensão N, se existirem?
    A essa Entidade “Criadora” eu identifico com Deus! Quanto ao facto de termos sido criados ou projectados com base na imagem de Deus, logo se vê se os nossos “Irmãos” que estão espalhados pelo Universo são idênticos ou não! No caso de serem, pode também acontecer que uma civilização antiga tenha espalhado o genoma. Se o efeito for mais extenso, então poderá ser uma de “várias marcas de água” no Projecto Universo. Eu digo Projecto Universo porque nada impede que Deus também tenha as suas dúvidas…e então teríamos uma equipa de Cientistas na dimensão 3+X, que provocam um “Big Bang” a 3D + Tempo (Linha de Eventos) para analisar e entender a sua própria existência!
    Agora o que não faz sentido é isto ser uma “pescadinha de rabo na boca”, ou será que é; anda tudo em ciclos?
    No meio desta confusão é mais proveitoso analisar os astros mais perto de nós e os fenómenos Metafísicos que alguns dizem acontecer por esta bela Gaia!
    Um bem-haja meus Senhores e Senhoras!
    Ámen!

  13. Essa de colocar o Big Bang a par do criacionismo não lembraria nem ao careca.

  14. Sou professor na área das Ciências Exatas e, como não podia deixar de ser, acredito na teoria do Big Bang. Entretanto, tanto esta quanto a teoria criacionista, convergem para um ponto-comum: o início de todas as coisas a partir de uma Inteligência Superior.

    Para mim, é impossível que a “casualidade” por si só possa formar, de modo contínuo, sistemas perfeitos (mesmo considerando como sendo “perfeito” coisas “bizzaras”, tais como os buracos-negros).

    Creio eu que se Einstein conseguisse formular a Teoria da Grande Unificação, encontraríamos, por fim, a assinatura de Deus.

    1. Penso que está a falhar numa parte do raciocínio que é: É deus necessário para explicar alguma coisa? A resposta é não. Existe alguma evidência que deus exista? A resposta também é não. Se deus existe a sua existência não é também causual? É

      😀

        • Cavalcanti on 29/09/2011 at 14:01

        Olá Nuno, tudo bem?

        Bom, de maneira alguma tenho o objetivo de “querer” convencê-lo, mas discordarei, de modo respeitoso – evidentemente – seu comentário. Até porque considero que esse tipo de debate (ciência x religião), particularmente, engrandece-me enquanto ser humano.

        Você fez perguntas deveras interessante no comentário acima: “(…) É deus necessário para explicar alguma coisa? A resposta é não. Existe alguma evidência que deus exista? A resposta também é não.” Bem, permita-me discorda-lo nas auto-respostas.

        Os sistemas físicos são regidos, cada um, por princípios que determinam sua dinâmica: por exemplo, a interação entre os astros é regida pela Lei da Gravitação Universal; para determinarmos a energia interna em um sistema termodinâmico, devemos considerar o Princípio da Conservação da Energia.

        Para entendermos o comportamento geométrico da luz nos fenômenos ópticos, devemos levar em consideração os três princípios que regem a Óptica Geométrica. Para descrevermos os fenômenos em escala microscópica, recorremos aos princípios da Física Quântica (Principio da Superposição, Medida de Grandezas Físicas e Evolução do Sistema).

        Da mesma forma, vejo a necessidade de um “Princípio” ou “Causa-Maior” que rege todas as coisas e não uma complexa (porém, harmoniosa) combinação que rege as mesmas. Mesmo se conseguirmos encontrar finalmente o bóson de Higgs, explicaremos como se iniciou, mas não o que iniciou, compreende? (acredito que é nesse ponto que começamos a divergir). Se recorremos ao Modelo Cosmológico de Universo Oscilatório, acho inconcebível ficarmos eternamente no início e término de universos – sem chegar à “Causa” que os origina. Pra mim, é a partir desse ponto, quando a ciência não mais consegue explicar, que se inicia a fé. Em suma, eu creio em um Nexo-Casual e não um Efeito Causal (mais precisamente, Causalidade Linear)

        Desde já, Nuno, agradeço ao espaço aqui nesse artigo por você permitindo a pluraridade de ideias.

        Abraço 🙂

      1. se quer procurar o “início de tudo” e se acredita em Deus, então tem que descobrir donde esse seu Deus veio… onde está o início dele?

        A palavra “Deus” é somente uma forma de fugir à resposta sobre o início…

        E não vale dizer que “Deus sempre existiu”… porque assim também se pode dizer o mesmo do Universo ou do que quer que seja… tudo para fugir à pergunta.

        abraços

        • Gustavo on 03/10/2011 at 18:35

        Carlos,
        Deus não tem um início. Ele é o início!
        Paz meu amigo!

        “Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, diz o Senhor…”Apocalipse 1:8

      2. Lá está… isso é fugir à questão.
        Por essa ordem de ideias, o Universo também não tem um início… ele é o princípio, o meio e o fim… e sendo assim, não é necessária a figura de Deus 😉

    2. Olá,

      O Big Bang não diz nada sobre inteligências superiores… pelo contrário, tenta explicar o desenvolvimento do Universo de forma natural e não sobrenatural.

      abraços

        • Cavalcanti on 01/10/2011 at 16:47

        Exatamente, Carlos. Creio eu que não fui bastante claro, devido à frase que sucede o primeiro ponto de continuação: onde se lê “(…) como não podia deixar de ser, acredito na teoria do Big Bang.” foi expressa com o intuito de comentar sobre o Big Bang somente como uma teoria física que explica a formação do Universo – e não que prove a existência de uma entidade divina. Jamais afirmei que ciência, através desta teoria, comprova a existência de um Deus. No segundo parágrafo, aí sim expressei tão somente uma opinião PESSOAL – algo que eu acredito, particularmente, como sendo a causa-princípio das origens do Universo. É justamente nesse ponto que acredito que se inicia a fé: quando a ciência não mais consegue explicar.

        Com relação às origens de Deus, perdoe-me, acho esta pergunta a mais difícil que o ser humano possa responder. No que se concerne à frase “A palavra “Deus” é somente uma forma de fugir à resposta sobre o início…”, peço permissão para discordar: pra mim, Deus não é fuga à resposta sobre o início e sim a resposta para o início desta.

        Abraço.

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