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Dez 22

Lovejoy visto a partir da Austrália

O cometa Lovejoy visto por Colin Legg, a partir da Austrália:

Comet Lovejoy (2011 W3) rising over Western Australia from Colin Legg on Vimeo.

Acerca do autor(a)

Carlos Oliveira

Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico.
Licenciatura em Gestão de Empresas.
Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica.
Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas.
Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas.
Foi Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA.
Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK, recebeu dois prémios da ESA, e realizou várias palestras e entrevistas nos media.

7 comentários

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  1. Moacyr Corrêa

    Muito boa a imagem feita.
    Isto é que é estar no local certo e na hora certa (e saber aproveitar a oportunidade).
    E… alguma notícia sobre o que restou do lovejoy?

    1. Carlos Oliveira

      Olá,

      Recomendo o post anterior sobre o assunto, e os comentários que lá constam 😉
      http://www.astropt.org/2011/12/21/a-odisseia-de-lovejoy-na-coroa-solar/

      abraços

  2. Nuno Almeida

    Olá,
    O que é o objeto esverdeado que está no lado direito do vídeo, que cruza a mancha da Via Láctea e que desaparece aos 6 segundos?
    Obrigado! 😀

    1. Carlos Oliveira

      Também reparei nisso… e não faço a minima ideia :S

    2. Sérgio Paulino

      Olá Nuno,

      Pela posição e pelo movimento que faz ao longo do vídeo, aposto que é um reflexo da Lua no sistema óptico da câmara. 😉

  3. Luís Lopes

    Já é tempo de podermos ver coisas assim no hemisfério Norte.
    Assim não vale, vai tudo “lá para baixo” 😉

  4. Luís Lopes

    Quem sai aos seus não degenera. Como o Sérgio Paulino já referiu aqui, este cometa pertence a uma família ilustre designada de Kreutz (em memória do astrónomo Heinrich Kreutz) e na qual se incluem alguns dos mais espectaculares cometas históricos, como os grandes cometas de 1843, 1882 e 1965 (este último mais conhecido por Ikeya-Seki). Todos os cometas da família têm órbitas muito semelhantes e são aparentemente fragmentos de um cometa maior, possivelmente o Grande Cometa de 1106.

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