A espada mortífera da ciência

Mais um hilariante cartoon de Zach Wiener.
Fica aqui a tradução dos diálogos para português:
Eu sou o espírito da ciência! Esta é a minha espada, empirismo!
Luto contra as forças da ignorância!
Conquisto os domínios do absurdo!
Chacino os espíritos da inexactidão!
Destruo …hei, onde estão os unicórnios?
– Mataste-os quando estavas a agitar essa coisa.
– NÃOOOOOOOOOOOOOO!

2 comentários

    • Dinis Ribeiro on 02/02/2012 at 10:52
    • Responder

    Quantas pessoas ainda desconhecem a existência dos Narvais?

    Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Narval

    As presas de narvais capturados nas águas do Ártico circulavam por toda a Europa medieval como prova da existência de unicórnios.

    Tais presas seriam dotadas de poderes mágicos e curativos.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Narwhal

    Narval (do inglês narwhal, narwal; norueguês e dinamarquês narhval e sueco narval) é um mamífero cetáceo (Monodon monoceros), pertencente à família Monodontidae, que também inclui a beluga.

    O narval é um cetáceo característico das águas frias em torno do Círculo Polar Ártico.

    O narval é um cetáceo de grande porte, com 4 a 5 metros de comprimento e cerca de 1,5 toneladas de peso.

    Tem uma coloração branca e cinza marmórea e é desprovido de barbatana dorsal.

    O dimorfismo sexual na espécie é bastante pronunciado e manifesta-se no dente incisivo superior esquerdo dos machos, que se encontra enrolado em espiral e que se projeta como um chifre.

    Este dente é feito de marfim e pode atingir até 3 metros de comprimento, quase de metade do comprimento do animal.

    A presa do macho do narval é fonte de marfim de valor comercial e constitui um atractivo à caça da espécie. Cerca de um macho em 500 tem duas presas em vez de uma.

    Uma equipe da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA descobriu que a presa forma um órgão sensorial de tamanho e sensibilidade excepcionais, tornando o apêndice um dos mais notáveis do planeta.

    A descoberta aconteceu quando a equipe passou o material da presa num microscópio eletrônico e descobriu novas sutilezas da anatomia dentária do narval.

    Os close-ups mostraram que 10 milhões de terminações nervosas saem do centro da presa em direção à sua superfície, em contato com o mundo exterior.

    Os cientistas dizem que os nervos são capazes de detectar mudanças sutis de temperatura, pressão, gradientes de partículas e provavelmente muito mais, dando ao animal uma percepção única.

    Como eles têm o costume de erguer as presas no ar, os cientistas imaginam que elas poderiam servir como estações meteorológicas sofisticadas, permitindo que os bichos farejem mudanças de temperatura e pressão ligadas à chegada de frentes frias e ao congelamento de canais em meio ao gelo.

  1. LOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

    😛

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