Cientistas, mostrem-se ao mundo!

É lugar comum pensar no cientista como um caixa-de-óculos de ar desajeitado enfiado num laboratório fumegante…haverá alguns que encaixarão nesse estereótipo. Mas somos muito mais que isso! E alguns até têm vida própria. A sério!

Ora, para provar isso, e mudar a percepção estereotipada que existe na população acerca daqueles que se dedicam à Ciência, foi criado o site This Is What A Scientist Looks Like.

Como se pode ler na descrição do site, o projeto foi desenvolvido por Allie Wilkinson, jornalista freelance e comunicadora de ciência americana, com o objetivo de “desafiar a percepção estereotipada do cientista”.

Fica então o desafio à comunidade que aqui nos lê para que submetam o seu nome, foto, ramo científico em que trabalham e links relevantes que desejem incluir. Podem fazê-lo aqui.

 

Aqui ficam algumas fotos dos corajosos que já lá estão…

 

Uma química pouco convencional

 

Um físico que gosta dos anos 70 (aparentemente)

 

Um entomólogo muito...entomólogo

 

Uma sexy cientista samurai

 

Para verem mais, toca a visitar o site. 😉

32 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • João Monteiro on 13/02/2012 at 01:06
    • Responder

    Artigo interessante.

    Alguns comunicadores de ciência em Portugal também desenvolvem actividades neste sentido, ou seja, de transmitir a ideia de um cientista como pessoa normal que é, com vida pessoal e social, com interesses comuns, etc.
    Estou a pensar na equipa de comunicação do IGC, que quando ia às escolas, por exemplo, esforçava-se por explicar isso.

    JM

  1. Mas…mas… eu pensava que todos os cientistas eram assim: http://www.youtube.com/watch?v=_1X2JsAqB2o

    😀

    1. chiuuu…
      Não queremos que se saiba :p

    • Rogério Gonçalves on 11/02/2012 at 13:58
    • Responder

    Este é também um tema a meu ver, essencial na evolução da nossa cultura e da sociedade.
    A comunidade científica deverá ser mais visível e acessível tanto quanto o necessário
    a desmistificar estereótipos existentes e errados.
    Toda a nossa sociedade está cheia de estereótipos em todas as áreas e todos eles são uma das causas primeiras do “stress”. Ninguém poderá afirmar-se numa pessoa que a sociedade tenta catalogar ou catalogou erradamente. Curiosamente a imagem gera mais resultados que a própria realidade e se estes são negativos é mau.
    Einstein ainda é topo receitas segundo alguma imprensa.
    Campanhas de marketing promovendo ciência e cientistas poderá vir a ser um valor acrescentado da nossa sociedade.
    Sugiro um modesto exemplo : “O mundo não acaba em 2012, saiba tudo no astro.PT.”
    Pela minha parte aprecio o astro.PT como uma referência de cultura e ciência. A Wikipédia liderando visitas na net tem muita informação não totalmente confiável e não servirá de instrumento de trabalho preciso, mas continua sendo um projeto útil e valorizado, podendo mais tarde ser revisto com mais rigor.
    A participação na sua edição aberta pode entusiasmar o interesse de muitos pelo conhecimento se não tiveram muitas oportunidades de se cultivarem.
    Enfatizo a ideia da necessidade de edificar confiança na sociedade humana,
    e esta só pode ser liderada por quem não pode contradizer a realidade, os factos e o conhecimento, pessoas como os cientistas.
    Cumps,

  2. Já que o assunto é ciência, vamos apontar para o outro lado para crenças e ver como na real as pessoas agem em função delas?

    Gostaria de indicar a vocês assistirem um pedaço ou todo o programa da TV Globo chamado Globo Reporter, que passa em horário nobre na tv aberta brasileira, o assunto de ontem foi sobre 2012, profecias, comunidades alternativas, maias, NASA, etc..

    http://g1.globo.com/globo-reporter/videos

    O programa sempre teve uma intenção de reportagem voltada para um perfil muito popularesco, logo, de qualidade duvidosa, mas fiz questão de ver para “puxar as orelhas” deles caso noticiassem algo fora do conhecido pela ciencia.

    Mas valeu por outra coisa, e por isso estou indicando, para voces perceberem nas entrevistas, feitas com as pessoas que estão se envolvendo com a data de alguma forma, as crenças que cada um diz acreditar.

    É impressionante como a mente humana pega qualquer coisa que aparece para justificar atitudes que não são lógicas nem racionais. É de se assustar.

    1. E muita gente a fazer muito dinheiro à custa destas falsas profecias…

        • Jonas on 11/02/2012 at 13:24

        Nos EUA são craques nisso…kkk.. na reportagem mostrou um empresario ganhando muito dinheiro com um negocio de vendas de comida liofilizada para essa gente, dá pra fazer estoque de comida por meses e anos.

        Muito engraçado foi ver as prateleiras de estoque de uma norte-americana, era feito de boa parte das porcarias que ela come, maionese, catchups, molhos, etc… Até nos dias amargos da sobrevivencia tem de comer as porcarias de sempre… kkk… nao estou julgando, por favor, só comentando o fato…

  3. “Behind the curtain, scientists are surprisingly colourful.”

    Exactamente! 😉

    • Dinis Ribeiro on 10/02/2012 at 15:34
    • Responder

    Um tema muito interessante…

    Sugiro este link (que também explicará parte da atracção pela pseudo-ciência):

    Let’s give science a bad name in schools
    http://www.newscientist.com/article/dn21397-lets-give-science-a-bad-name-in-schools.html

    Saliento algumas partes desse artigo:

    Today, the UK’s Royal Society announced its intention to stimulate a “world-class, high-performing education system for science and mathematics”.

    If that’s really what it wants, its members will have to give up a 60-year pursuit of a squeaky-clean image for science and scientists.

    One of the biggest problems is that, although the subject fascinates elementary-school children, most lose that fascination between the ages of 10 and 14.

    This is when adolescents are forming their sense of self. As young people seek to turn themselves into adults, they experiment with risk-taking, rebellion, deception, corner-cutting, questioning morality, coping with failure and suppressing self-doubt.

    This has strong repercussions for their response to science lessons.

    The key phrase here is “popular representations”.

    The science of popular account is essentially a carefully crafted and unrepresentative distortion; as Nobel laureate Peter Medawar put it, “the postures we choose to be seen in when the curtain goes up”.

    Behind the curtain, scientists are surprisingly colourful.

    The world-changing ones are, by definition, anti-authoritarian, risk-taking rebels.

    The history of science is littered with instances of fighting, disregard of authority, dogged determination in the face of scorn and even that staple of teenage rebellion, wilful intoxication.

    Such behaviour seems to be inseparable from the creative pursuit of a breakthrough.

    The problem is, school students only ever hear about the breakthrough itself.

    The crooked path to success has been whitewashed out of sight.

    This is not an accident: it is the result of a long-running PR campaign carried out by organisations such as the Royal Society – the creation of Brand Science, if you will.

    Bad rep

    It started after the second world war, which made science look terrifying.

    The atomic bombs that devastated Hiroshima and Nagasaki, the V2 rockets that rained down on London, the experiments carried out in Nazi concentration camps and Japanese prisoner-of-war camps – and Allied mustard gas experiments on their own soldiers – enveloped science in a cloud of fear.

    That was why the geneticist Jacob Bronowski wrote in a 1956 issue of Bulletin of the Atomic Scientists:

    “People hate scientists. There is no use beating about the bush here.”

    Senior figures reacted by trying to put science in the best possible light wherever it might be on display.

    Across the Atlantic, scientists were making similar public promises of the benefits that they would bring.

    For more than 60 years now, science has striven to be seen as trustworthy, morally upright, objective and dispassionate, and providing a well-defined path from hypothesis to experiment to deduction that will reliably deliver advances and improvements.

    Introverts only

    The unfortunate spin-off of this PR effort is that it made the subject look dull, inhuman and robotic.

    Perhaps that’s why, when asked to pick out the scientists from a gallery of photographs, children chose the ones that weren’t smiling – although in reality, all the photos were of scientists.

    Scientists are not perceived as smiley or fun, and the general population certainly does not think of them as creative or dynamic.

    1. Excelente 🙂

    • Betinhofloripa on 10/02/2012 at 11:48
    • Responder

    A percepção estereotipada é mesmo algo que nos cega.

    Veja por exemplo um revolucionário lutando contra uma ditadura militar. Você logo imagina alguém como Che Guevara, com barba longa e uniforme de soldado.
    Mas a realidade pode ser bem diferente. Um jornaista, um editor entre outros pode ser sim um revolucionário e lutar contra um regime totalitário.

    Um exemplo pode ser obtido nas pessoas que editavam e faziam o Jornal Pasquim aqui no Brasil.

    O Pasquim foi um semanário brasileiro editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar que aterrorizava o povo brasileiro.

    Para fugir de possíveis sanções judiciais por conta dos militares, faziam protestos de forma inteligente e indireta.

    Essa anedota de protesto é em “espanhol” para não alegarem que o jornal estava sendo subversivo ( já que o Brasil é o único país das Américas que fala a língua portuguesa).

    No entanto, após esta anedota, a sede do jornal foi invadida e muitos foram presos.

    Em um país muito pobre, o ditador manda fazer uma pesquisa para saber o que a população está achando da situação econômica do país.

    Depois de uma semana, chegam os assessores para apresentar o resultado:

    – Generalissimo, el pueblo está divido en optimistas y pessimistas.
    – Bién, que dicen los optimistas?
    – Que mui temprano estaremos comiendo mierda.
    – Bueno, y que dicen los pessimistas?
    – Que la mierda no vá a dar para todos.

    1. Acontece que a imagem do estereotipo tem uma funcao visual importante, ajuda a passar a mensagem de quem ele é em décimos de segundos.

      Hoje dificilmente se vê auxiliares do lar (vulgo “domesticas”) usando uniformes (pelo menos aqui no Brasil), mas em novelas, filmes, peças de teatro, uma mulher entra na cena vestida de uniforme e não se precisa dizer mais nada. Isso não foi feito para passar a conotacao negativa do estereotipo, mas para dizer quem ela é na trama.

      Da mesma forma alunos de escolas. Na minha cidade as escolas públicas não usam uniformes, mas se alguem dessas escolas fizer uma peça de teatro com personagens “alunos”, vao colocar uniformes neles.

        • Betinhofloripa on 13/02/2012 at 18:55

        Vc tem razão…assim como também há uma dupla função para tudo…ou seja…uma função otimista e uma função pessimista….assim como a piada… 🙂

    1. Cool!
      😀

  4. Ótimo artigo, Diana.

    😉

    Abraços.

    P.S.: gostei da moça da área da Química. 😉

    (Que minha esposa não veja esse comentário…).

    😛

    1. Obrigada! 😉

  5. Sabe qual o problema disso? De uma boa intenção (se mostrar mais) virar algo fútil porque pelo caminho da exposição pessoal e ficar só nisso.

    Penso que a grande vantagem da ciencia sobre qualquer outra coisa é exatamente o fato de se trabalhar em silencio, mostrar serviço, trazer beneficios ao mundo como se fosse um dever de casa cumprido, sem que isso precise que o pesquisador vire exposicao publica na forma de pseudocelebridade (apesar de alguns quererem aparecer para ganharem verbas, mas são poucos), afinal, ser um cientista é uma profissão tanto quanto outra, um engenheiro ou um professor.

    Penso que a ciencia poderia se mostrar mais, sim, mas em relacao ao proprio conhecimento de forma a faze-lo mais democrático na acessibilidade pela sociedade, exatamente como faz esse blog.

    Um problema que vejo é que existem artigos e materiais de pesquisa científica que somente podem ser acessados se pagarmos. Acho que o resultado da pesquisa cientifica não deveria ficar restrito a só a quem paga o artigo, principalmente se a verba que patrocinou a pesquisa teve origem publica.

    Em outro tópico aqui nesse blog disse do problema que é a Wikipedia com relacao a qualidade do material que lá está, por ser escrita por pessoas que não se sabe quem são. Conhecimento só vem confiável de uma fonte, a de quem sabe e se sabemos se quem escreveu aquilo lá, sabe, logo, há necessidade de exposicao do autor. Seria uma exposição não só natural como necessária. Então seria muito bom se os cientistas saíssem de suas tocas e se aventurassem a criar algo parecido como a Wikipedia, ou tomarem conta dela, para faze-la confiável e exponencial em volume de conhecimento, isso sim seria um bom motivo para se mostrar. E terao mais aplausos de todos, e uma exposicao adequada dentro do que se espera do perfil da profissão.

    Eu ainda vou escrever para o criador da Wikipedia sobre isso dando a sugestão, que ela se reformule por completo indo nessa direção. Não custa tentar.

    1. Olá,

      Não concordo com a sua opinião sobre a exposição. 😉
      Penso que, como a Diana disse, é preciso combater os estereótipos. É necessário compreender melhor os cientistas, como pessoas 😉

      Concordo consigo sobre a informação na Wikipedia.
      Uma coisa que me lembrei há meses atrás, e que irei fazer mal acabe o doutoramento, será contactar o Mark Zuckerberg, de modo ao Facebook não ser um antro de difusão de desinformação, pseudo-ideias, e puras vigarices. É preciso haver um filtro racional. Nem tudo é “informação”.

      abraços 😉

        • Jonas on 10/02/2012 at 03:54

        Carlos

        Mas será mesmo que existe um esteorótipo de cientista? Existe um de nerd, mas nerd é uma coisa e cientista é outra. O cientista está lá, quietinho… Se existe, é “forte” e é “negativo”? É realmente importante criar uma imagem mais “positiva”? Não sei, acho que não é tão problema assim, nao vejo preconceito nem caça às bruxas. Na minha visão time que está ganhando não se mexe.

        Mais, será essa a forma correta, mostrando lindas fotos que parecem celebridades?

        Agora acho legal uma penca de cientistas fazerem um video musical satirizando 2012, maias, conspiroides, etc.. isso dá retorno positivo na imagem deles.

        Com relacao a sua ideia sobre o Facebook, fantastico, mas já te digo uma coisa, e voce bem sabe disso, claro, a Constituicao dos EUA proibe qualquer censura ou autocensura em relacao à liberdade de expressão, a nao ser que seja ilegal ou que fere direitos autorais. Veja o conteúdo lixo que circula no Blogspot, por exemplo, é o lixo da internet, mas a Google só pode cortar fora legalmente o que fere a lei e os direitos autorais.

        Já adianto uma ideia, talvez um caminho prático e eficiente seja criar um “mundo à parte”, anexado ao Facebook, com esta intencao – “aqui nesse espaço só entra divulgação fidediga e cientifica de tais e tais fontes” como se fosse uma enciclopedia.. Aí quem quer saber de verdade das coisas já sabe onde procurar. Mas nao custa voce tentar, espero que tenha sucesso.

        Se houver resposta do criador da Wikipedia, postarei-a aqui nesse blog.

      1. Basta ver filmes para se ver estereótipos de cientistas 😉 – normalmente de bata branca, a trabalhar num laboratório e sempre com algum plano secreto por trás 😉

        A ideia de enciclopédia no Facebook é interessante 😉

        abraços

        • Jonas on 10/02/2012 at 17:42

        Entendi.. Carlos…

        Mas me diga uma coisa, o problema está no cientista ou está em quem faz o estereotipo? O esteorotipado precisa ter a obrigação de se mostrar diferente do quem imaginam que ele seja? Ou o caminho é aumentar a consciencia dos que criaram o esteorotipo?

        Da mesma forma, o problema está no negro ou na cultura de um povo de uma região do nosso pais ou no preconceito de quem faz a assumpção estereotipada deles?

        Sou pelo caminho do aumento da consciencia de quem faz o estereotipo, eliminando preconceitos, intolerancias, seja pela educacao, pelo conhecimento, pelo questionamento.. etc.. nao pelo caminho da mudança da propria “vitima” do estereotipo ou da necessidade de a “vitima” se mostrar diferente ou mais “adequada”. Claro que se os cientistas estivessem sendo violados nos seus direitos ou sofrendo violencia pelo estereotipo, todos deveriam se mexer, inclusive eles.

        É apenas um ponto de vista, claro.

      2. Mas a “vítima” já é diferente 😉
        O estereótipo é errado. 😉

        O estereotipado não precisa mudar, só se mostra pelo que é, em vez de continuar a haver estereótipos errados sobre ele 😉

        abraços

    2. “Um problema que vejo é que existem artigos e materiais de pesquisa científica que somente podem ser acessados se pagarmos. Acho que o resultado da pesquisa cientifica não deveria ficar restrito a só a quem paga o artigo, principalmente se a verba que patrocinou a pesquisa teve origem publica.”

      A tendência é não ser preciso pagar para consultar as pesquisas. O PLoS (http://www.plos.org/) faz publicações peer-reviewed gratuitas.

        • Jonas on 10/02/2012 at 17:43

        Claudio, nao sabia disso, muito grato pelo link!

      1. Também aqui:

        http://www.biomedcentral.com/

    3. Olá Jonas!

      Alguns comentários…

      “afinal, ser um cientista é uma profissão tanto quanto outra, um engenheiro ou um professor.”

      É, tem razão, mas nao é isso que muita gente pensa. Muito pelos esterótipos que o Carlos referiu, mas nao só. Este nao é um site de celebridades nem de comunicação de ciência sensu stricto, é um site de pessoas de todas as cores, tamanhos e feitios. Se calhar a culpa foi minha de procurar fotos mais “atrevidas”…mas se for ao site, vai ver isso mesmo: os cientistas sao pessoas normais, com toda a diversidade.
      Isto nao é uma batalha, é só mais uma forma de nos darmos a conhecer.

      “Então seria muito bom se os cientistas saíssem de suas tocas e se aventurassem a criar algo parecido como a Wikipedia, ou tomarem conta dela, para faze-la confiável e exponencial em volume de conhecimento, isso sim seria um bom motivo para se mostrar.”

      Já conhece a Wikiciências?
      http://wikiciencias.casadasciencias.org/
      É isso mesmo! Uma enciclopédia de ciência, em português, escrita por cientistas e validada por outros cientistas. Está ainda em construção, mas já se podem consultar muitos termos…está dividida pelas áreas da Biologia, Química, Informática, Matemática, Geologia e Física.

      Explico neste post:
      http://www.astropt.org/2011/10/15/uma-casa-para-os-professores-de-ciencias-e-nao-so/

      E neste pode ver um vídeo que explica o projeto:
      http://www.astropt.org/2012/01/18/webinar-casa-das-ciencias-video/

      Aqui neste cantinho, vamos fazendo o possível por comunicar e esclarecer 😉

        • Jonas on 10/02/2012 at 22:38

        Diana

        Legal as referencias que voce passou e saber que esse projeto de ciencias está acontecendo.

        Nesse mundo de internet tão vasto, nem o Google dá mais conta de encontrar algo com significado e de valor. A questão é, como encontrar algo de valor?

        Muitos arautos do futuro dizem a todo instante que as revistas e jornais tambem desapareceriam, nao teria espao para elas nem na internet. mas eu sou um voraz assimilador de informacao em varias areas, na minha vida profissional tambem, claro, e tem muito na internet de tudo, mas nada melhor que dois ou tres artigos numa revista da área de interesse apontando conhecimento de primeira, inclusive com links da internet que eu não encontraria tão facilmente.

        Comprei dias desses duas revistas Mente Cérebro, e o que tinha de artigos e novidades “quentes” não tinha lido em lugar nenhum na net.

        De alguma forma, voces do AstroPT fecham todas, divulgam material e apontam para outros, muito agradecido a voces!

        E se eu digo para alguem que encontrei voces por causa do Elenin e dos conspiroides, não vao acreditar. Lembro-me como se fosse hoje, a primeira pagina visitada foi um artigo do Carlos, e de cara (antes de ler o texto) olhei aquela foto de uma pessoa com oculos todo estranho com um ET atrás e pensei, “onde é que fui cair, mais um doidinho” .. kkk … Viu Carlos como a primeira impressão pode ser cruel e injusta? kkk…

        E viram como os os conspiroides tambem são uteis, sem querer?? rsrs.

      1. Oi Jonas,

        É, eu gosto de chocar as pessoas com a 1ª impressão 😉
        Se ficarem para perceberem as outras impressões, é porque são inteligentes 😉

        Expliquei uma dessas histórias, aqui:
        http://www.astropt.org/2010/05/25/nos-contra-eles-a-diversidade-humana/
        🙂

        abraços!

  6. a samurai… oh oh… quer-me parecer que quer partir os pseudos ao meio 😛

    1. Guarde sua katana contra o futuro ataque dos zumbis.

      😛

    2. LOL 😀

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