Água na Terra

Normalmente diz-se que o planeta Terra na verdade devia-se chamar Planeta Água, devido à quantidade de água existente.
Mas a verdade é que a água de que falamos é aquela à superfície. No seu todo, os outros materiais estão em larga maioria.

Vejam esta imagem do U.S. Geological Survey, em que compara a quantidade de água existente na Terra com a quantidade de Terra que é feita de outros elementos:

A “bola de água”, a quantidade de água, é mínima em relação ao resto.

Agora vejam esta imagem que compara a quantidade de água doce, com a quantidade de água total, e com a totalidade de elementos na Terra:

Leiam mais sobre isto, aqui e aqui.

7 comentários

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  1. O Instituto de Pesquisa Geológica dos EUA mostrou que 70% da biomassa terrestre, assim como, da superfície do planeta Terra, é água…

    Os Oceanos superficiais cobrem uma área de 361,7 milhões de Km2; tem um volume de água de 1,28 bilhões de Km3; e a profundidade média dos Oceanos superficiais é de 3,2 quilômetros…

    Sendo que abaixo de Estados, e de Rios, como o Rio Amazonas (Hamza); e abaixo dos “Oceanos superficiais”, existem gigantescos Aqüíferos, ou gigantescos depósitos subterrâneos de água misturada ao magma, maior do que todos os “Oceanos superficiais” juntos.

    Os 3% da água doce existente no planeta Terra são suficientes para cobrir toda a superfície terrestre com uma camada em torno de dois metros de altura.
    E através de tecnologias como a “Osmose reversa”, e a nanotecnologia, será possível dessalinizar a água do Mar, ou no futuro “espremer nuvens”…

    O Brasil possui os Aqüíferos Guarani e Alter do Chão, e 13% da água doce existente.
    A água terrestre é uma substância composta e não o “Elemento Fundamental” que os antigos “ensinavam”. E existe tanto a “água-pesada” ou ²H2O, como a água comum H2O, que é a quarta substância mais abundante da “Matéria Bariônica” de que o nosso Universo é composto, (as outras são o Hidrogênio, o Hélio e o Oxigênio).

    • Dinis Ribeiro on 17/05/2012 at 07:18
    • Responder

    Por outro lado, esta imagem faz-me pensar ainda mais na “Geo-Engenharia”…. 😉

    The concept of geoengineering (or climate engineering, climate remediation, and climate intervention) refers to the deliberate large-scale engineering and manipulation of the planetary environment to combat or counteract anthropogenic changes in atmospheric chemistry. http://en.wikipedia.org/wiki/Geoengineering

    Giant pipe and balloon to pump water into the sky in climate experiment.
    http://www.guardian.co.uk/environment/2011/aug/31/pipe-balloon-water-sky-climate-experiment
    Field test by British academics marks first step towards recreating an artificial volcano that would inject particles into the stratosphere and cool the planet

    • Dinis Ribeiro on 17/05/2012 at 06:57
    • Responder

    A expressão “water-moons” lembra-me bastante uma obra de arte & projecto científico em que continuo a colaborar com o artista Richard Clar e que visa a criação de uma esfera de água “muito simbólica” em microgravidade.

    Isto, claro, numa lógica “dual-use”, pois se por um lado é uma experiência de calibração de uma plataforma reutilizável para estudos de mecânica de fluidos, ao mesmo tempo, também será uma “escultura espacial efémera”.

    Antes de estar este ano no museu de arte moderna na Polónia (na cidade onde nasceu Copérnico), a obra também já esteve no museu de Design Industrial em Zurique, na Suiça:

    1) http://csw.torun.pl/exhibitions/exhibitions-db/the-fourth-state-of-water-from-micro-to-macro

    2) http://www.arttechnologies.com/site-2005/projects/alma-da-aqua2.html

    3) http://artscicenter.com/waterbodies-ex/node/71 & http://artscicenter.com/waterbodies-ex/

  2. A Terra ganhou dois novos satélites 🙂 Duas watermoons para um rockyplanet.

  3. To utilizando essa mensagem só pra divulgar que agora tem mais um site pra participar do Rio+20 virtualmente, o site é http://www.ofuturoquenosqueremos.org.br e pode saber de detalhes sobre ele aqui http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5774293-EI10411,00-Site+vai+receber+sugestoes+para+discussoes+na+Rio.html

  4. A comparação é muito interessante e põe na devida perspectiva aquilo que, por vezes erradamente, assumimos como importante quando olhamos para este planeta e para o universo através dos nossos olhos.

    Já desde o tempo de Protágoras que nos fomos habituando à ideia de sermos “a medida de todas as coisas”. Assim, é natural que quando estamos numa praia e fixamos o olhar no imenso oceano e na sua enorme profundidade, nos esqueçamos que estamos a considerá-lo gigantesco porque tentamos usar a nossa imaginação para avaliar a sua vastidão.
    E quando vemos os oceanos representados num mapa ou num globo, a sua vastidão em comparação com a área ocupada pelo nosso país, apenas vem reforçar essa impressão de vastidão.
    Raramente paramos para pensar que o volume ocupado por toda aquela água é ínfimo em comparação com o volume do planeta. e que uma profundidade média de 3 ou 4 kms é também infíma em comparação com os mais de 6300km do raio da terra.

  5. Esta publicação deu-me sede! Vou já ao frigorífico beber água, antes que acabe! 🙂

  1. […] – Terra (tag): Planeta de Água ou não. Filme Home. Datas. Mapa. Continentes: passado e futuro. Deriva Continental. Ilha nasce. Lapónia. […]

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