Evento de Carrington – Tempestade Solar de 1859

O Evento de Carrington ou Tempestade Solar de 1859 foi uma grande tempestade geomagnética provocada por explosões solares.
A tempestade solar deu-se a 1 de Setembro de 1859 e enviou várias e massivas CMEs (Ejecção de Massa Coronal) na direcção da Terra.
A segunda CME demorou somente 17 horas a atingir a Terra, em vez dos normais 3 dias para cá chegar.

Foi a tempestade solar mais poderosa alguma vez registada na história da Humanidade!

Nos céus, as auroras foram assombrosas!
Viram-se “cortinas de luzes” até na Flórida. Algumas pessoas na América sentaram-se a ler o jornal à luz das auroras.
A luz das auroras chegou a ser mais forte que a Lua Cheia.

Na superfície terrestre não foi tudo boas notícias para os Humanos: a tempestade solar causou falhas no serviço de telégrafo que existia na altura na Europa e na América do Norte.

Outras poderosas, mas um pouco mais fracas, tempestades solares aconteceram nos anos 1921 e 1960, tendo sido relatadas na altura interrupções generalizadas de emissões de rádio.

6 comentários

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  1. Olá Carlos Oliveira! Muitos interessante seu Trabalho e suas pesquisas a respeito deste assunto. Eu sempre gostei de astronomia e também de meio ambiente e assuntos ligados a Meteorologias e fenômenos Meteorológicos. Já observei algumas vezes as manchas solares, mas não entendia muito sobre o assunto. Quanto esta mancha solar que está acontecendo agora em novembro de 2014, poderia ser preocupante ou apenas uma sequencia de manchas um pouco maior sem muitas anomalias? Abraços

    1. É uma mancha normal 😉
      É a maior dos últimos anos… mas nada de especial 😉
      http://www.astropt.org/category/estrelas/sol/

      abraços

  2. Olá ! Eu gostaria de saber se em 2020 a terra pode acabar?

  3. Não é sobre a notícia, é sobre o Rio+20.
    Agora já se pode dar sugesõtes de propostas para serem discutidas pelos nossos representantes do Rio+20.
    Antes era só uma discussão inicial.
    Para quem quiser participar o link é o mesmo de antes => https://www.riodialogues.org/dashboard

    Obs, Carlos me manda um email direto teu pra mim te mandar notícias pra serem divulgadas quando for o caso, manda para xeviousbr@gmail.com

    1. Xevious, eu sugeria que deixasse estas informações sobre o Rio+20 no post sobre isso 😉
      É lá que as pessoas vão ler estas informações 😉
      http://www.astropt.org/2012/04/27/pessoas-comuns-podem-participar-do-rio20/

      abraços!

  1. […] Na ocasião, seguindo notáveis auroras observadas em praticamente todo o planeta, um pulso de partículas ionizadas originadas de uma ejeção de massa coronal solar (CME – coronal mass ejection) associado com uma explosão solar (solar flare) impactou a magnetosfera terrestre tão ferozmente que o fenômeno foi denominado de Evento Carrington. Um caminho relativamente direto entre a Terra e o Sol pode ter sido aberto por uma CME precedente. […]

  2. […] especulações aparecem devido ao chamado Evento de Carrington (leiam este nosso artigo), que se deu em 1859. Esse evento, o maior de que temos registo, provocou as normais auroras e […]

  3. […] é somente extrapolação baseada… em nada. Nestes artigos, compara-se sempre ao chamado Evento de Carrington, uma tempestade solar a 1 de Setembro de 1859 que enviou várias e massivas CMEs (Ejeção de Massa […]

  4. […] canção. Sol visto de diferentes planetas. Sorriso. Sol na mão. Poupas. Missão Humana. Vida. Evento de Carrington. Efeitos da energia solar sobre o clima na Terra. Super-Explosão Solar. Reversão Magnética […]

  5. […] Os profetas do apocalipse gostam de apontar o Sol como uma possível fonte assassina para a Terra, mas o fato é que nosso Sol é uma estrela muito estável. Não possui uma binária companheira (como II Pegasi), tem um ciclo conhecido (de aproximadamente 11 anos) e não há provas de que nosso Sol tenha contribuído em nenhuma das extinções massivas no passado com uma enorme tempestade dirigida contra a Terra. Já foram observadas grandes explosões solares (tal como a tempestade de luz branca de Carrington em 1859)… mas a humanidade ainda continua tranquila por aqui. […]

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