Prometheus

Fui ontem ver o filme Prometheus.
Sinceramente, esperava muito mais. Devido ao realizador, Ridley Scott. Devido a ser uma prequel da saga Alien. Devido a toda a publicidade à-volta do filme. E devido às críticas de quem já tinha visto.
Talvez as minhas expectativas estivessem demasiado altas. Não sei.
O certo é que o filme desiludiu-me.

Mas vale bem o preço do bilhete! (10 dólares) E até mais! 😉

Vejam 2 trailers:

E este clip:

SPOILER ALERT!!!!
Não leiam a partir daqui se ainda não viram o filme e não querem ler sobre o que lá acontece!

Não gostei:
– do início, que não percebi. O DNA do extraterrestre misturou-se com a água, para milhares de milhões de anos mais tarde desenvolverem-se humanóides? Demasiado Star Trek
– não houve desenvolvimento de várias personagens (tal como no 1º filme Alien).
– tecnologia da nave, supostamente anterior à do 1º filme Alien, era melhor que a do 1º filme Alien.
– tecnologia “antiquada” tendo em conta que já a teremos dentro de 10 anos e não dentro de várias décadas numa nave interestelar – para ser uma nave interestelar, deveria estar muito mais no futuro, com muita melhor tecnologia.
– gostei dos hologramas, mas sofrem do mesmo problema do ponto anterior – deveriam ser muito mais avançados.
– o extraterrestre teve mutações incríveis de um indivíduo para o seguinte. Alguém explique ao Ridley Scott que a Evolução não funciona desta forma.
– a última mutação, o último alien, só podia ser a gozar. Pareceu-me feito para crianças…
– o “engenheiro” deveria ter morrido no assento de piloto, porque era lá que estava no 1º filme Alien.
– no início do filme dizem textualmente que tentar encontrar pistas e fazer investigação é uma questão de “acreditar”, o que é puro disparate.
– o final do filme deixa a ideia que vai haver um outro filme a seguir, com a Elizabeth Shaw a chegar ao “planeta dos engenheiros”. Ou seja, este filme não só não dá as respostas, mas continua com o “mistério”…
– a ideia que tive é que é um filme que se destina aos pseudos da seita do Daniken: “astronautas/deuses antigos eram extraterrestres”.
– por último, o filme é todo sobre humanos. Neste caso, os humanos são o ser mais importante no Universo, que os engenheiros tiveram que criar, para poderem desenvolver a sua arma biológica (aliens). Enfim…

Gostei:
– de ter visto o filme num ecrã gigante, em IMAX, e em 3D.
– a acção do filme tem momentos bastante bons.
– os cenários, sobretudo na nave, achei fantásticos.
– o robot é ao estilo do 1º filme Alien, com intenções secretas…
– o robot chama-se David, e o computador diz o nome dele por 2 vezes ao estilo do HAL a chamar pelo David Bowman.
– o robot, e alguns dos seus diálogos (sobre a alma, por exemplo), parece-se com os do filme Blade Runner.
– o David dizer que os Humanos o fizeram à semelhança deles, porque só se sentem confortáveis com algo a que já estão acomodados, com algo semelhante a eles.
– a fantástica máquina de fazer cirurgias em minutos sem problemas. Também quero uma!
– em vez de irem a um planeta, eles vão a uma grande lua de um planeta gigante (tal como no filme Avatar), que está mais de acordo com a actual ideia científica de que os sítios mais prováveis para vida poderão ser as luas de Júpiteres Quentes.
– sendo audiência masculina, posso dizer que certamente o que gostei mais em todo o filme tem um nome: Charlize Theron. 😀

52 comentários

4 pings

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  1. Poster com a origem das espécies:
    http://www.astropt.org/2012/07/03/prometheus-4/

  2. http://www.astropt.org/2012/06/24/dia-dos-discos-voadores-2/comment-page-1/#comment-57076
    http://en.wikipedia.org/wiki/Prometheus_%28film%29
    “Scott’s story concept was partially inspired by the work of Chariots of the Gods? author Erich von Däniken’s writings about the theory of ancient astronauts, suggesting that life on Earth was created by aliens.”

    Ou seja, o filme é baseado nas fantasias de um vigarista.
    http://www.astropt.org/2012/06/17/erich-von-daniken/

    1. No que diz respeito à biologia, o filme está completamente errado, o engenheiro humanoide inocula a Terra com proteínas que, por coincidência ou não 4,6 biliões de anos (na escala longa) mais tarde resulta, entre outras formas de vida, em seres humanos, de onde se infere que a evolução converge para o Engenheiro, que é perfeito (não sofreu qualquer evolução entretanto), e que o Homem já estará muito perto da perfeição.
      Isto, além de arrogante, é falso e só faria sentido se se desprezásse a evolução das espécies, considerando que as proteínas provenientes do engenheiro e da massa preta já estariam diferenciadas e destinadas a tipos de espécie diferentes, mas nesse caso, porque é que demorámos tanto a aparecer? Apesar da teoria da evolução das espécies ser uma teoria e apresentar lacunas, o estado da ciência não permite a negação da existência de evolução, tal como é feita no filme.
      O filme é completamente criacionista e “resolve” o problema de deus com a personagem do engenheiro, tal como fazem algumas seitas fundamentalistas.

  3. O pior trabalho de legendagem de sempre, gafes atrás de gafes.
    A sequela terá de existir, porque razão escolheriam um actor novo e caracterizá-lo para fazer o papel do velho? Só para criar os virais?
    O Weiland terá de surgir numa sequela com aspecto de novo, talvez como robot criado à semelhança do criador como o Bishop no Alien 3.

  4. Vi o filme.

    Depois de assistir uma estoria bem contada como essa, com um enredo mais abrangente que “Alien”, penso que se esse filme fosse visto antes e o “Alien” fosse visto daqui dois anos, “Alien” seria visto como um filminho sem graça. Por quê? A estória de Prometheus é mais “encorpada”, tanto que o alienígena de Alien virou mero figurante dessa estória, um “subproduto”, o personagem de terceiro escalão, logo, uma estória só baseada naquele alien destruidor, em sequencia, “Alien” seria considerado algo como “fizeram o filme para ganharem dinheiro”.

    “Prometheus” tem uma estória muito melhor, sem comparação para mim, mas o fizeram e o mostraram depois de Alien, ou seja, a expectativa de quem adorou o Alien evaporou como fumaça quando viram que a estória era outra e o bichinho feio foi um mero personagem de terceira, e por isso repercutiu na nota do filme no IMDB. “Prometheus” tem nota baixa, muita gente não gostou, creio que também influenciado pela opinião dos crentes enraizados, mas acho que as notas e a percepção de qual filme foi melhor seriam invertidas para muitas pessoas se vissem primeiro “Prometheus” e depois “Alien”.

    Essa é a minha visão considerando o que falaram na mídia, que “Prometheus” seria prequela de “Aliens”, inclusive o Ridley falou.

    MAS… E aqui quero eu mesmo fazer o contraponto ao que escrevi acima, quero dizer que confirmei a minha expectativa exposta no comentário anterior, para mim o filme tentou ser uma segunda chance de o Ridley contar a mesma estória de outro jeito, um jeito com tema mais “adulto”, tentando se desvincular de “Alien”, pois não encontrei nenhum traço visível que criasse a expectativa de que viria uma continuação no caminho da estória que “Alien” contou. Aposto que o Ridley, o que mais ele queria hoje, seria “apagar” Alien da memoria das pessoas e nunca ter dito que “Prometheus” seria uma prequela, mas realmente não tinha como desvincularem e irem à imprensa dizerem que era outra tentativa de contar melhor uma melhor estória.

    Percebam, se imaginarmos uma sequencia daqui de dois anos de uma espaçonave mineradora cruzando o espaço e encontrando uma caverna com “sementes” de aliens “higienizadores” de vidas humanas, feita para dizimar a nossa civilização, com um androide com as mesmas intenções veladas do de “Prometheus”, não tem sentido, ou melhor dizendo, seria um roteiro muito mais simplório O fato do androide ter intenções veladas só me comprova que é fruito de uma segunda rodada de brainstorming, “the second chance”. Tanto que não tem sentido uma continuação no formato “Alien” pois o final de “Prometheus” remete para uma sequencia que é uma expectativa muito maior que “Prometheus”, e não uma sequencia de menor estória como “Alien”.

    Então para mim “Alien” pode ser riscado do mapa, é perder tempo provando que Alien vem mesmo em seguida ou que “Prometeus” é prequela, porque Alien ficou muito “pequeno” na estória, um apêndice. Eu apagaria todas as copías de Alien do mundo, depois de Prometheus, e continuaria a partir daí.

    Então mais uma vez, quem não viu o filme siga a seguinte sugestão, desvinculem “Alien” desse filme, vocês verão “Prometheus” com os “olhos corretos”.

    Comentários à parte:

    Gostei: de praticamente tudo, o roteiro, os personagens, os hologramas. O 3D é fantástico. Achei um filme muito melhor que Alien, sem comparação.

    Surpreendido: vendo que o filme cortou cenas de dois trailers, a palestra no TED e o androide falando algumas coisas. Fizeram diferença terem ficado fora? Não.

    (Não leiam daqui pra diante quem ainda não assistiu).

    Problemas menores –

    – com certeza haverá conhecimento e tecnologia para daqui 80 anos uma pessoa velhissima, mesmo com prazo de vida esgotado, tenha uma aparência de jovem, então para mim erraram feio.
    – a cirurgia “simplinha” para a retirada do monstrinho e mais o corte à força do cordão umbilical sem que a personagem sofresse uma grande hemorragia. Pareceu-me uma cena amadora com tanta tecnologia.
    – os dois caras “perdidos”, a espaçonave vendo-os em holograma e eles não perguntam para que lado se dirigir para sairem das cavernas..ahah.. e pior, foram parar bem onde era o perigo, sendo que foram os primeiros a sairem correndo do local por medo. Se tinham medo, por que se meteram com bichinhos estranhos?
    – criar um ser intermediário de dimensão enorme parecendo um polvo precisando-se de hospedeiros para virar o alien de Alien não me é inteligente…rssss…

    O grande equívoco e erro na estória.

    O grande equívoco foi tentar forçar a ideia, nos personagens e no publico, de que foram os “engenheiros” mesmos que nos criaram porque teríamos o mesmo DNA do que o deles. Ou seja, “temos o mesmo DNA.. pimba!! foram eles mesmos que nos criaram”.. Isso não me parece ter sentido, não precisava.

    Mais, deram a impressão, no início do filme, quando um “operário do Gênese” se “desmonta”, que foram eles que começaram a vida nesse planeta, desde a raiz mais básica com seres unicelulares. Mas.. como a partir daí chegariam até nós?

    Primeiro, sabe-se que num ambiente com milhões de espécies interagindo-se, no meio do caminho entre o início da formação da vida e nossa presença, há um caminho evolutivo gerado pela própria condição de interrelação entre as espécies e influenciado pelo ambiente, ou seja, começado um processo desses não tem como controlá-lo totalmente depois, a não ser “detonando-o”.

    Segundo, porque começariam uma gênese aqui para, no fim das contas, gerarem uma espécie igual a deles, se era mais muito “fácil” eles mesmos se reproduzirem aqui? rsssss….

    Terceiro: como poderia ter lógica um processo de germinação de vida, que começou há um bilhao de anos, eles “deixarem” ser tão lento até chegar até os tempos recentes, e depois virem aqui darem uma mexidinha (acertos), de vez em quando, no nosso DNA, para se aproximarem do deles? Não vejo sentido nisso.

    Quarto: não há lógica alguma nosso DNA ser 100% igual ao deles, mesmo que eles quisesse e pudessem.

    Enfim, de forma alguma se precisaria forçar a ideia de que há uma relação entre o nosso DNA e o deles, eles bem poderiam ser vistos como nossos “criadores” sem que o DNA fosse o mesmo ou mesmo próximo.

    Não há sentido em saber que uma espécie alien gerou a vida desde a forma unicelular, como sementeiros, e depois foi “corrigindo” ou dando uma forcinha para que o DNA de uma espécie fosse modificado até chegar a nós, para que ficássemos iguais a eles.

    Seria muito mais coerente e fácil de aceitar que o nosso DNA não fosse igual ao deles, não precisaria para provar ao público que foram eles que nos criaram., a não ser que o objetivo seja cutucar os crentes que acreditam que um ser metafísico fez o homem à imagem e semelhança deles.

    1. Essa ideia do ADN realmente é interessante.

      Se o filme fosse real, então tirariam a conclusão que os chimpanzés nos criaram… por mais de 95% do seu ADN ser igual ao nosso…

      Curiosamente a grande diferença parece estar no “junk DNA”:
      http://www.sciencedaily.com/releases/2011/10/111025122615.htm

      abraços!

        • Jonas on 18/06/2012 at 21:57

        Aproveitando o tema, que já tocamos num outro post, que se poderia imaginar em termos de conhecimento e tecnologia que teria uma sociedade um bihão de anos na nossa frente? Que farão? Se não temos condições de imaginar como será aqui, em 100 anos, então…

        Alien Habitable Planets May Exist Billions of Years Older Than Earth –Harvard Center for Astrophysics

        http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2012/06/alien-habitable-planets-may-exist-billions-older-than-earth-harvard-center-for-astrophysics.html

  5. MARCELO GLEISER, que é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e colunista do jornal A Folha de S.Paulo, publicou hoje, 17/06/2012, um artigo sobre este filme.

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/49240-ate-os-deuses-erram.shtml

  6. Peter Weyland Speech no TED, que não aparece no filme:
    http://www.youtube.com/watch?v=9i4Uf7Xss6A

    1. Este video, assim como outros divulgados, foram ações de promoção viral, construidos com o único propósito de circular na net e criar expectativa para o filme. Não se tratam de cenas cortadas.

  7. E mais uma interessante review, aqui:
    http://www.hitfix.com/motion-captured/prometheus-second-look-digging-deep-into-spoilers-and-questions

    “(…) It is a movie that is almost wholly consumed with ideas of faith and Catholic dogma, and yet it is not nearly as consumed with the overt use of Catholic imagery as “Prometheus” is. It may be named after a Greek myth, but this film has got religion on its mind, and in the most literal, lunk-headed way possible.
    (…)
    Ridley Scott may have the technical craft polished to an almost absurdly accomplished level, but the script itself feels like the stoned-at-3:00 AM musings of a first-year philosophy student. It is deep in the most shallow of ways, asking some of the biggest questions of our existence with a puppyish enthusiasm and without even the vaguest hint of an answer.”

    E leiam as várias perguntas e respostas na mesma página 😉

    Uma delas:

    “Why does the Engineer want to kill the humans?
    (…) There are a few lines in the film where they state that whatever happened to the Engineers happened 2000 years ago, more or less. And since the film is set on Christmas, one could assume that is not an accident. When Ridley Scott tells one person that he originally wanted to include the idea that Jesus Christ was, in fact, an Engineer and that his crucifixion was the event that caused the Engineers to turn against humanity, that is certainly a provocation. But it’s not in the film. (….)”

    Em outra pergunta, a resposta foi esta:
    “the film depends largely on people doing things that no one would actually do. It’s all in service to the plot, not in service to good character writing. The characters in this part of the movie are almost exactly as smart as the teenagers in a typical “Friday the 13th” film, and for the same precise reason.”

    “As a whole, the film seems to be filled with scientists who have never heard of the scientific method.”

  8. E excelentes comentários lá na página:
    http://theness.com/neurologicablog/index.php/the-science-of-prometheus/

    “I was completely annoyed how the “BIOLOGIST”, stated so 200 years of “Darwinism” is wrong. All the scientist there are like okay if you say so. The cave painting is conclusive. Did a creationist write this scene?”

    “I enjoyed the movie thoroughly but I agree that the biologist was hard to listen to. She was definitely as they said a “true believer” and didn’t seem to bring much critical thinking to the expedition. On the critical thinking aspect I think all the characters were making some ridiculously dumb moves.”

    “Horrible science and ludicrous exploration & safety protocols. The writers had no regard for actual science and all too easily completely cr@pped all over established genetics and evolution.
    Typical Prometheus crew exploration & safety protocol: The air in the cave is the right mix and we don’t detect any (KNOWN) airborne contaminants/organisms, let’s all take our helmets off and breathe the air. (Hey, wait a minute, aren’t we here searching for the UNKNOWN?)
    Although I didn’t care too much for the religious pandering, it’s about what I expected. Did anyone else find it a bit unrealistic that on a boatload of scientists, not one criticized a fellow scientist for using the “It’s what I choose to believe” line?”

    “I think that the seeding of Earth was accidental. The dissolving guy at the beginning was being punished (think Socrates drinking hemlock.) When the Engineers discovered that an entire species descended from a heretic had evolved, they had had to take drastic measures to clean up the mess. The science is still screwed up, but at least the hostility of the Engineers starts to make sense.”

    “assuming that an alien race is made up of individuals who must all think and behave alike is an even bigger hole than what’s in the plot of the movie. A few reviewers have come up with some really inventive interpretations – (one involving Christ having been an engineer) – most of which are probably wrong – but that’s the fun of it…”

    “Why were there surviving dead bodies of the aliens and not what attacked them? Could they not kill it? Did it have space travel? Why did the decapitated head explode with an electrical pulse? Isn’t reanimating corpses that way a terribly 19th century idea? Do we still do that? Did they expect it to work?”

    “If not mentioned already from a medical standpoint the lacunae was rather a giant black hole. Yanking an umbilical cord without removal of the palcenta is practically unheard of. Be it the 18th or the 25th century it is a potential hazard leading to the inevitable outcome in a matter of minutes as a result of hypovolemic shock.”

    “in the scene where David discovers the only living lifeform on the planet he also unravels the intentions of those aliens as shown on the hologram. But, ancient earthsince the tie of the paeleolithic period had no evidence of continental drift as well defined in the movie. Where the hell was pangea? I did not see any of that.”

    “The lost guys make a good sensible move by going away from the questionable lifeform reading. Only to go sit in the room with the melting containers and black ooze with the snake creatures that weren’t there before. Yea that is the movie equivalent of putting red shirts on and going down with spock, mccoy and Kirk.”

    “why pay Guy Pearce to play an old guy in poor make-up. If you weren’t going to make him young somehow, or possessed why not just cast an old man for the 10 min of dialog he had in the movie?”

    “When I initially watched the movie, I thought that the humanoid alien was spreading his DNA out into the world to change it in hopes of life evolving…
    But the instant the Prometheus crew landed, I changed my view. Now I’m starting to think that what the humanoid did was essentially just spread the agent into the world that would kill everything off. Their objective is to go around and destroy all the places where they started their ‘life experiments’, this seems like the method they would use to destroy everything on it.
    The only reason I think this is that at the beginning of the movie they show that luscious life-enriched planet, but then later when Prometheus gets there they show this desolate landscape. Where there were once massive waterfalls, now there are only cliff faces with scattered rocks at the base on a dried up planet. The terrain looked very familiar to the rich planet except now it’s void of life.”

    “Think of how scientists are portrayed in every movie–always playing the skeptic when the audience knows “the real truth.” It’s always the believers in the movie who are right, and the scientist/skeptics are wrong, because they’re missing that one part of humanity.”

    “I wish we could finally get a movie where a major character “chooses to believe” something… and then is wrong.”

    “real scientists are incredibly imaginative people. With literally a few minutes, I could come up with a much more interesting explanation/twist on the Engineer/jumpstarter idea, and have it fairly compatible with actual reality. It’s frustrating that the big screen doesn’t even ATTEMPT this–mainly because, I think, they don’t think what results would be as fun. I disagree.”

    “I haven’t been so disappointed in a movie. “Prometheus” was terrible.
    1. The archeologists make their discovery and have a theory as to what it all means. How long would it take for the peer review process and logistical machinations to occur to launch the expedition? Certainly more than a few years…
    2. How did they get to the moon-planet so fast? Ion propulsion at 1 G acceleration for the first half of the trip and 1 G deceleration for the second half would take longer than a couple of years. The inertia of the chrome pool balls was brilliant!!! I’m kidding…
    3. Why would the spacecraft land on the surface? There are numerous reasons you would not do this Why not send down a shuttle craft?
    4. Why would the crew be strangers to each other and so unprofessional? Wouldn’t they have trained together???
    5. Why does the astoundingly advanced technology of the Engineers look like they were made by ancient Egyptians? Squishy egg buttons on the control panels and carved-in hieroglyphs everywhere…come on!
    6. How could the geologist and biologist get lost when they had a map of the tunnels on the ship?
    This movie was a complete joke…”

    “The key points of criticism of Prometheus in Steven’s posts deal with plot points in the movie that are directly based (incorrectly) on (a misunderstanding of) real world science: astronomy, genetics, and evolution. (…)
    When you rest your central plot on a real world science like genetics and get it wrong, it’s fair game for others to point that out. (…)
    it is not as clear that the average viewer will understand the gross errors and implausibility regarding genetics and evolution presented in Prometheus. Considering the number of people out there that support creationism/ Intelligent design, I don’t consider this trivial.”

    “you’re missing an important distinction. “Gimmies” are acceptable; they’re often necessary in science fiction. Sunshine (which I agree was an excellent film) used one gimmie: the sun is quickly going out and we have a device that can restart it. What would have been unacceptable is if Sunshine had misrepresented how far the Sun is from the Earth or something like that.

    I think the best example comes from the recent Star Trek movie, and Phil Plait has mentioned this a number of times. They have “red matter” that can create black holes from anything. That’s fine, it’s a gimmie. Never mind that it almost certainly is impossible. HOWEVER, when they create the black hole from the planet, they repeat the old myth that black holes “suck in” things, when in fact a black hole formed from a planet would have the same gravity as the planet did. That’s the sort of mistake worth complaining about; they didn’t make up an implausible bit of fantasy science; they got a piece of real science wrong. (It’s possible that the red matter somehow caused the mass to increase, but there’s no indication of that in the film itself, so I consider it a convenient post hoc rationalization of what is really an error.)

    Applied to Prometheus: notice that no one is complaining about their cryonic sleeping chambers or whatever those things are, nor is anyone complaining that the android is unrealistic, or talking about the ship’s engines, etc. They are allowed to make up stuff, but I call bullshit when they apparently claim that humans look the way they do because life was seeded by a being with human DNA, when that premise shows a horrible degree of ignorance about how life actually evolved.”

    “A great scientific accurate movie is Contagion”

    “Sometimes we nitpick science in movies just for the fun of it – as a mental exercise. It’s a fun way to challenge one’s understanding of science, and to teach science to the public. Just ask Lawrence Krauss, author of The Science of Star Trek – the book idea that made him famous.

    Sometimes bad science ruins a science fiction movie. Sometimes we allow for fantasy gimmies because that is the nature of speculative fiction.

    Bad science definitely dragged down this movie. It was a constant unnecessary annoyance.

    But there was much more wrong with this movie than scientific gaffs. I still enjoyed the experience, great eye candy, some good action. But as a film it stunk. The more I think about it, the less I like it.

    All the science characters in the movie were chumps. It’s hard to figure out their actions. The plot was lazily pushed forward by having characters that should have been brilliant doing incredibly stupid things. There was a lack of seriousness to the whole expedition that made everything feel like a cheap plot device and took you out of the movie.”

    “I’m reminded of Robotech. The characters have been fighting with an alien race called the Zentradi who look like giant humans and have been bred and raised only for war. When some of them decide to ‘micronize’ and defect, it’s discovered that they’re genetically identical to humans. Even Rick Hunter, a pilot with no biological expertise, seems to realize that it’s too wildly improbable for it to be a coincidence.
    After that, they kind of drop the subject.”
    http://en.wikipedia.org/wiki/Robotech_%28TV_series%29

  9. The Science of Prometheus
    http://theness.com/neurologicablog/index.php/the-science-of-prometheus/
    Pelo Steven Novella!
    🙂

    “I’m a huge fan of science fiction, especially hard science fiction (…) I’m perfectly willing to suspend disbelief or allow for “gimmies” (…) What I am not tolerant of, however, is gratuitous errors in science. There’s just no excuse for that in science fiction. (…)
    I appreciated that the film involved a habitable planet that is a moon of a gas giant, but they did not explore this more complex astronomy at all, so that was an opportunity lost. In fact there is a suggestion in the timeline of a typical 24 hour day, or something close to that, which would likely not be the case. (…)

    At the beginning of the film archaeologists find evidence that many primitive human cultures had the same legend of contacting gods from the sky, and left behind paintings or carving depicting a specific pattern of five dots. The implication is that this pattern of dots is a map. They explain in the movie that there is only one system with that configuration, and there is a star in that system. This left me wondering what the hell they were talking about.

    First, what do the dots represent? It would seem that they must be stars and that the pattern of dots is a star map of sorts. This is problematic for multiple reasons. There are so many stars, even just in our neighborhood, that there would likely be many possible matches to a random clustering of five stars. Further, is the clustering there real location with respect to each other, or their apparent position as seen from earth? Either way, there is an additional problem that the star map was tens of thousands of years old, and stars move, so the precise real or apparent relationship would be slowly shifting over this time. Any star map, in other words, would be outdated – even if a cave painting could depict the star relationship with sufficient precision to be useful as a map.
    All of this, however, is difficult to reconcile with the statement that “there is a star in the system” – so what were the five dots if not stars? Are they planets? That would make absolutely no sense, many systems would have five planets and in any case the five dots did not give relative positions of planets. Finally – what kinds of systems don’t have stars in them? I guess they could be referring to stellar systems in which the star is no longer on the main sequence and is now a white dwarf or something. In any case, the star map bit made no sense.

    Another main scientific pillar of the movie is the notion that the race that made the aliens were essentially human (although bigger, balder, and paler). The crew discover that their DNA is a perfect match to human DNA, which then makes it difficult to explain the morphological differences that do exist. Far worse, however, is the explanation for the genetic similarity.
    (…)
    Other than this basic concept of seeding, there are major problems with this aspect of the plot. How long ago did the alien seed the Earth? It would have to have been 3.5 or so billion years ago. That’s a long time, and it’s hard to imagine that the same humanoid aliens would be around a few billion years later without any physical change. That’s remarkable evolutionary stability.

    The solution that the seeding occurred more recently in the past, say tens or hundreds of thousands of years ago, or even a few million years ago, creates more problems than it solves. I will just say that there is copious evidence for life on Earth going back billions of years, not thousands or millions.

    Another possible solution is that the humanoid alien seeded its DNA on an Earth let’s say hundreds of thousands of years ago while there was already native life no the planet that evolved without alien help, but the alien’s DNA is what led to humans. This, however, creates the problem of why the alien DNA was so similar to not only human DNA but Earth DNA. Why would this alien have DNA that is identical in terms of its genetic code to life on Earth. That would be an amazing coincidence (so much so that it can be treated as impossible).

    The biggest problem with this whole idea is that seeding the Earth with alien DNA would lead, somehow, to the evolution of humans. This is simply not the case. The implication is that the program for humans, or at least humanoids, was somehow in the DNA, but there is simply no mechanism for this.

    (…) the scientists in the movie were unaware of the massive scientific gaps in the information they had. They seem to take in stride that the humanoid aliens had human DNA, and never question the incredible implications of this fact. They simply conclude that they must have created humans, but never address the massive scientific problems with this.
    (…)
    It’s too bad. Overall the movie was good (not great), and fell short of being epic primarily, in my opinion, because of superficial writing. I recommend that such big budget blockbuster science fiction movies in the future add a tiny budget to pay for some science consultants to get the science not only correct, but also interesting and thought provoking. Great 3-D special effects is no longer enough. We want good writing too.”

  10. Vês? Vês? Vês? Há gente muito boa, caramba!!! Muahahahhhhhh!

  11. No facebook, deram-nos a conhecer esta página que responde a algumas perguntas:
    http://bloody-disgusting.com/news/3147596/omfg-prometheus-secrets-revealed-movie-tie-in-tells-all/

    Realço o ponto 14 da Maria João:
    14 – Quando dataram o Engenheiro decapitado pela porta, no túnel. Mais, a certa altura (não me lembro se foi a Shaw ou o jeitoso do Holloway) um deles diz que não consegue perceber porque é que os Engenheiros nos construíram e depois, há cerca de dois mil anos, decidiram destruir-nos. Pergunto-te eu: do que sabes da História Mundial, o que terá ocorrido há cerca de dois mil anos? Porquê levantar a questão do Cristianismo? Talvez seja respondido no próximo filme.

    E esta pergunta e resposta no site:

    Q: What’s up with the arch-shaped display in the pyramid? Was that an altar?

    A: Yes, it was an altar, with the depiction of an adult Giger-like alien at the center, apparently crucified. This indicates that the creatures from Alien have been around for centuries, and not first introduced in the final moments of Prometheus as some have speculated.

  12. Portanto, por ordem de importância, segundo os teus gostos:

    Pré-Avatar
    Alien
    A ladra encontra a menina dos gorilas
    Monstros
    Prometheus
    Tanta testosterona desperdiçada com sotaque britânico
    Ó meu deus, o que é isto?

    É isto, julgo. :D:D:D

    1. LOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL 😛

      tu tens piada 😉

  13. Jonas, não deves esquecer o “Alien” (mas deves esquecer o “Alien vs Predator”). É importante para o “Prometheus”, pois há coisas que se passam no “Prometheus” que te remeterão para o Alien.
    Sinceramente, não sei o que se passa na cabeça do Ridley Scott porque aquilo que ele afirma sobre o filme não está lá. E o que ele não afirma ou que nega, está lá. Será manobra de marketing? Será senilidade? Pois não sei! Sei que é entretenimento puro e que deve ser visto em écrã gigante, numa sala de cinema e não numa televisão nem num computador (muito menos num notebook ou num tablet).
    Desta forma, vê o filme, aprecia a grandiosidade das imagens e diverte-te. E depois vem aqui discutir comigo (apologista do filme) e com o Carlos (antagonista do filme – embora ele não assuma!). :D:D:D

    1. Eu fiquei desiludido com o filme, mas não sou antagonista 😛

      Se quiseres uma lista de importancia dos filmes da saga, segundo os meus gostos, cá fica 😛

      Aliens (Alien 2)
      Alien (Alien 1)
      Alien Ressurrection (Alien 4)
      Alien vs. Predator 1
      Prometheus
      Alien 3
      Alien vs. Predator 2

  14. Não vi o filme, vou vê-lo, mas dá a impressão pelas críticas que li e de alguns relatos aqui que o Ridley e os patrocinadores não disseram toda a verdade…risos..

    O que acho? (quando digo acho estou sumariamente dizendo que não é uma verdade até que eu ou alguém prove, é só uma ideia)

    Que esse filme é uma forma diferente de contar a mesma primeira estória, como algumas séries de ficção, depois de anos, com outros atores, tentam fazer algo parecido com a série original mas não exatamente igual. Fazem uma repaginada.. um “rethinking”. Mas diriam que o Prometeus seria isso? O público demonstraria tanto interesse? Então falam em prequela, despistam, não dizem tudo…

    O problema é que quase virou uma sequela (médica) … risos..

    Isso ajudou a mudar minha expectativa, vou esquecer que vi o primeiro e não julgar nem comparar com o primeiro, não vou encaixá-lo numa linha do tempo, vou fazer de conta que é um outro diretor que leu o mesmo livro e colocou novos temas por conta, contando a mesma estória de forma um pouco diferente, quem sabe assim a expectativa fica mais adequada a pretensão real do diretor (não divulgada)?.

  15. 5 – Também eu queria ter ganho o Euromilhões na 6ª feira passada, mas saíu em Inglaterra e na Bélgica. Acredito que eu faria um uso muito mais racional desses 159 milhões de euros. Por exemplo, financiaria o AstroPT! 😛
    6 – Liberdade artística, ora!
    8 – Faz, faz. Mas agora não posso explicar porquê.
    11 – Pois!
    12 – Eu sou uma esponja. Absorvo tudo!!! 😉
    13 – Calculei que não. Nem tu nem 99,9% de quem viu o filme. Estas questões são só para um punhado de iluminados. Muahhahhhhhh!
    14 – Não. Judas foi fabricado pelos Engenheiros.
    16 – Argh!!! Reformulo: “Aliens não é melhor do que Alien.”
    17 – Dá trabalho, é caro e já tenho uma relação estável com a Caixa Geral de Depósitos. Não preciso de mais! 😉

  16. 4 – Ok, concedo que a timeline possa estar errada, mas que poderemos nós fazer quanto a isso? É pena, é pena.
    5 – Tu querias a Prometheus com écrãs de uma única cor? Com três ou quatro polegadas? Com teclas de computador dos anos 70? Revivalismo sim, mas não tanto!
    6 – Estaremos, provavelmente, perante um caso de coevolução hospedeiro-parasita. A mim faz sentido.
    8 – Aceita lá as diferenças, pá! 😉
    11 – A WYC está ao corrente da existência dos Aliens por causa do que se passou em LV-232 (ok, estou a remeter-me para algo que surgiu após a saga Alien original, mas que se lixe!).
    12 – Porque não? Mente aberta, meu amigo.
    13 – Se bem te lembras, todas as civilizações citadas mostravam pictogramas de um convite, certo? Ora, como eu disse, não faz muito sentido os Engenheiros convidarem os humanos para outro sítio que não a sua “casa”. Ora, LV-232 nunca poderia ser a “casa” dos Engenheiros. Aqui está um grande erro, na minha opinião.
    14 – Quando dataram o Engenheiro decapitado pela porta, no túnel. Mais, a certa altura (não me lembro se foi a Shaw ou o jeitoso do Holloway) um deles diz que não consegue perceber porque é que os Engenheiros nos construíram e depois, há cerca de dois mil anos, decidiram destruir-nos. Pergunto-te eu: do que sabes da História Mundial, o que terá ocorrido há cerca de dois mil anos? Porquê levantar a questão do Cristianismo? Talvez seja respondido no próximo filme.
    15 – Acredito. Tu e toda a população masculina heterossexual.
    16 – Aliens não é melhor do que o Aliens. De onde tiraste tu essa ideia? É apenas um “shoot’em up”!!!
    17 – Contacto? Foi demasiado lamechas, pá! Desde quando é que SciFi é lamechas? Não no meu universo!

    1. 5 – Queria a Nostromo mais avançada 😛

      6 – Não por indivíduo… lê lá os textos da Diana 😉

      8 – Eu aceito as diferenças, mas não faz sentido na história… 😛

      11 – Qué?

      12 – Agora pareces pseudo 😛 LOL 😛

      13 – ahhhh boa… realmente nem tinha pensado nisso. Porque razão ensinaram esse mapa?

      14 – Judas era alien? 😛

      16 – errrr puseste o mesmo nome no filme 😛

      17 – Tens que mudar de Universo… 😛 LOL 😀

    • Manel Rosa Martins on 11/06/2012 at 10:42
    • Responder

    Achei o filme uma grande chachada, talvez o pior de toda a carreira de Ridley Scott. O que me desiludiu mais, para além da história ser fraca e de deixar uma impressão da equipa entender nada de Ciência, foram os efeitos espaciais que mais pareciam com cenários da loja de desconto.

    Aconselho a não perderem tempo a irem ver.

  17. Bem, ‘bora lá, então!
    1 – A USCSS Prometheus, nave de exploração científica, foi construída em 2089.
    2 – A Tenente Ripley (Sigourney Weaver) nasceu em 7 de Janeiro de 2092 em Olympia, uma colónia em Luna.
    3 – Algures antes de 2122, foi contratada para a USCSS Nostromo, propriedade da Weyland-Yutani Company.
    4 – Nostromo, como é óbvio e de acordo com os pontos 2 e 3, não pode ter sido construída “centenas de anos” após os acontecimentos em LV-232, como o Carlos Oliveira afirma.
    5 – Quanto ao facto de a Prometheus ter tecnologia mais avançada do que a tecnologia a bordo da Nostromo, em termos cinematográficos seria um pouco bizarro apresentá-la como a do “Alien”, filme feito em 1979. Eum pelo menos, acharia bizarro.
    6 – Quanto à mutação, tal como o Fábio Pedro afirma, o Alien adapta-se ao hospedeiro e não estamos perante Evolução. Em termos biológicos é um xenoforme (terminologia do universo Alien) muitíssimo interessante.
    7 – A questão da “criação” do homem também me fez comichão. Aliás, foi a única coisa que efectivamente me fez comichão em todo o filme.
    8 – A acção deste filme passa-se em LV-232 e não em LV-426. Infelizmente, parece-me que muita gente não percebeu isto. Talvez por desconhecerem o universo Alien, talvez por distracção. LV-232 tem uma atmosfera diferente de LV-426, tem uma carrada de naves que não estão presentes em LV-426, onde apenas se despenhou uma nave e tem uma topografia totalmente diferente.
    9 – Ora, se estamos em luas diferentes, é natural que as naves despenhadas não sejam as mesmas. Logo, o “Engenheiro” encontrado no assento de piloto da nave de LV-426 não pode ser o mesmo do “Engenheiro” morto pelo Alien em LV-232. Ou então são como Deus: omnipresente! 😛
    10 – Algo que reforça a ideia de que LV-232 e LV-426 não são a mesma lua (para quem não tenha reparado sequer nos nomes diferentes; mas concedo que o pessoal menos conhecedor e menos atento tenha deixado escapar o pormenos dos nomes): a nave de LV-426 está numa posição diferente da nave de LV-232; além disso, se fosse a mesma lua, a tripulação da Nostromo teria encontrado vestígios da Prometheus, o que não se verificou.
    11 – O pessoal da Nostromo não tinha conhecimento dos capacetes (nem da existência dos Aliens nem dos Engenheiros) porque a WYC não facultou a informação. Contudo, se viste com atenção a saga Alien original, terás percebido que a WYC estava ao corrente – e bem ao corrente – da existência deles.
    12 – A surpresa de Ash a bordo apesar do conhecimento da existência de andróides? Fácil, bolas! Por que razão uma nave de carga como a Nostromo precisaria de um andróide a bordo? Hummm… ligação ao ponto 10.
    13 – Voltando à questão de LV-232… Como é óbvio, para quem está atento e percebe de Etiqueta, nunca se convida ninguém para um posto avançado, mas sim para “nossa casa”. Aqui é que está, na minha opinião, o verdadeiro erro do filme! Erro este que é corrigido (mas para quem está atento e percebe de Etiqueta deixa muito a desejar) no fim, quando o David diz que pode levar a Shaw a outro sítio.
    14 – E agora um ponto que ainda não vi ninguém aqui discutir (nem aqui nem noutros grupos do Facebook). Independentemente das crenças ou falta delas de todos nós, não é curioso que os Engenheiros tenham decidido destruir-nos há qualquer coisa como 2 mil anos? Não há campaínhas a tocar nas vossas cabeças? Na minha tocam bastante alto, caramba!
    15 – O Michael Fassbender está excelente!!!
    16 – Deixem estar o James Cameron sossegadinho, por favor! Continuemos com o Ridley Scott ou voltaremos a ter um Avatar (não sei se reparam nas semelhanças entre o Aliens e o Avatar, além de ambos começarem pela letra A! A saber: nave-helicóptero semelhante nos dois filmes; empilhadores semelhantes nos dois filmes; hispânica valentona armada até aos dentes!).
    17 – Estamos a esquecer um ponto importante: é ficção científica. Ficção. Não é um documentário, género em que o rigor científico é fundamental. É entretenimento. Sim, gostei muito do filme!

    1. O ponto 16, meteu a minha pessoa a rir que nem um desalmado, ora bolas, então não é que tem 100% de razão? 😀

        • joel on 21/06/2012 at 02:00

        Maria João e Fábio Pedro, estou convosco em tudo o que o que consigo verificar,
        Dead on no Avatar, mas mais correlacionável ainda é o Ridley Scott e o Blade Runner, desde a questão criacionista, a autoconsciência artificial, a luta pelo prolongamento da vida, as questões existenciais levantadas são basicamente as mesmas.
        Até na sujestão de que uma personagem humana seria na realidade um robô.

        Estou convosco, o Cameron que fique a cantar com a Celine Dion.
        Aliens não acrescentou novidade, foi uma boa e fiel sequela que soube potenciar comercialmente o género pioneiro criado pelo Scott, os restantes ao menos mostraram algum arrojo. No entanto, adorei todos os 4.
        AvP’s, nem considero, o 1º era um rip off do Cubo, o outro nem vi… filmes com Predator no nome para mim só houve 1, e não é desta categoria.

        O filme está bom, a expectativa foi demasiada, quero ver como envelhece…

        Carlos, também não sou católico, mas não me choca que a fé cristã possa servir de motor à curiosidade humana, históricamente, a ciência não deve menos à religião que à guerra, ou ao dinheiro…

        A ciência não deve fazer à fé o que a fé fez à ciência.

    2. 4 – A Nostromo não seria certamente a única nave mineira. Tendo em conta o piorneirismo da Prometheus, obviamente que seriam precisos centenas de anos. Ou seja, a timeline do Universo Alien está, no mínimo, errada 😉

      5 – Bizarro mas mais verdadeiro 😛

      6 – Continuo a achar demasiado estranho… e estranho pouco científico 😛

      8 – é verdade que nem reparei nos números ditos durante o filme. Mas mesmo assim, penso que as minhas críticas/dúvidas acima se mantém 😉

      11 – Explica.

      12 – Estás a dizer que todas as naves de carga tinham andróides e ninguém da tripulação sabia?

      13 – Não percebi. Qual foi o erro mesmo?

      14 – Também não vi esse número. 2000 anos atrás? Onde disseram isso?
      E…. o que interpretas disso?

      15 – Concordo. Mas gostava mais de contracenar com a Charlize… if you know what I mean… LOL 😛

      16 – Aliens foi no seguimento e foi melhor que o Alien, daí querer o Cameron a seguir 😉
      Quanto às comparações: acho que andas a ver demasiados padrões!!! 😛 LOL 🙂

      17 – Bahhhhh 😛 Contacto? Gattaca? 2001? Dizem-te alguma coisa? 😛 ehehehe 😛

  18. o “engenheiro” deveria ter morrido no assento de piloto, porque era lá que estava no 1º filme Alien.

    Este ponto, tal como outros, está errado.

    O filme não é uma prequela directa do alien foi dito muitas vezes por Ridley Scott, o universo é o mesmo, mas não é prequela directa. . O “engenheiro” que é encontrado sentado no alien1 está no planeta LV-426, e prometheus tem lugar em LV-223, dois sitios TOTALMENTE diferentes.

    Respeito a sua critica, mas existem alguns pontos que revela que pouco conheçe sobre o universo “alien”.

    Não estou com isto a dizer que o filme é uma masterpiece, que não é, mas apenas, não tem “de mau” muitas das coisas que pintam.

    Sinceros cumprimentos,
    Parabens pelo Blog

    1. “Este ponto, tal como outros, está errado.”

      Isto é uma falácia.
      Que outros?

      Se os planetas são diferentes, e então ANTES (no Universo considerado) existiu esta missão, como os do Alien 1 ainda não tinham conhecimento destes capacetes?
      Se temos naves interestelares, também teremos certamente forma de comunicar e mandar informações à base… em tempo real (à medida que vão acontecendo)… digo eu 😉

      Eu conheço o Universo Alien… até porque o adoro.
      Daí não gostar destes paradoxos que denotam que o realizador não respeitou quem conhece esse Universo…
      Continuo a dizer que falta ciência ao filme…

      Quanto a ser prequela ou não, penso que o copy-paste de parte do que diz na wikipedia, explica o que se passou 😉

      abraços!

        • Fábio Pedro on 11/06/2012 at 01:39

        Respondo a pontos que acho que estão errados:

        – tecnologia da nave, supostamente anterior à do 1º filme Alien, era melhor que a do 1º filme Alien.

        -> Nostromo é uma nave mineira / carga, Prometheus não.

        – a última mutação, o último alien, só podia ser a gozar. Pareceu-me feito para crianças…

        -> Os “aliens”, apresentam mutações conforme o Host como já deu para confirmar no alien3 e alien4 (e em muitos dos jogos sobre aliens), não é o “alien” normal, e tb não gostei muito dele, mas percebo porque é “diferente”.

        – o extraterrestre teve mutações incríveis de um indivíduo para o seguinte. Alguém explique ao Ridley Scott que a Evolução não funciona desta forma.

        -> Sim, é um facto, pareceu tudo “muito rapido”, mas está a esquecer uma coisa, o que causa isto tudo é a substancia preta, que não é de todo o alien, apenas provoca mutações nas coisas onde toca, o “alien” é resultado de uma dessas mutações, ou seja, o “facehugger” gigante que fica preso no “engenheiro”.

        —-

        Parte da speculation que existe em muitos forums mesmo antes de prometheus, uma das teorias, que existem do alien 1 que é a WY já sabia da existencia dos Aliens aquando do Alien1 , daí o “ash” ter a secret agenda. Se é derivado de prometheus? não sei, existe muito espaço para “opinar” sobre o assunto.

        Caso tenha curiosidade, recomendo: http://www.alienexperience.com um site que sigo faz muitos anos, onde surgem teorias interessantes, já que adora o universo, vai gostar do site.

        Uma opinião minha visto que ainda não a dei: Tenho pena de Prometheus não ser uma masterpiece, mas sinceramente esperava muito menos 😉

        Sinceros Cumprimentos.

      1. Tecnologia:
        Prometheus é uma nave pioneira e começa a ser construída supostamente em 2089.
        Nostromo é uma nave mineira, de carga, que desde o pioneirismo, já se teriam passado centenas de anos (para termos naves mineiras em tarefas “normais” interestelares).
        Nessa altura, não só Nostromo teria a tecnologia de Prometheus, mas teria já passado há muito tempo essa tecnologia obsoleta 😉

        Mutação:
        Continuo a dizer que me parece acriançada.
        Pode-se é justificar como sendo uma versão primária… ainda não forte como depois nos outros filmes, após evoluir 😉

        Mutações incríveis:
        terá sido isso então que os “engenheiros” não previram? As mutações em material biológico, após a “coisa preta” os “abraçar”?

        “uma das teorias, que existem do alien 1 que é a WY já sabia da existencia dos Aliens aquando do Alien1 , daí o “ash” ter a secret agenda. Se é derivado de prometheus?”

        Isto realmente eu não tinha pensado.
        É realmente uma hipóese 😉
        E faz assim todo o sentido, a agenda secreta do Ash…

        Mas isso leva-me a outra pergunta:
        Se já existiam robots como o David na altura do Prometheus, porque a surpresa com o Ash? 😉

        Desconhecia o site! 🙂
        Obrigado!

        Há lá teorias para o porquê da Charlize Theron ter literalmente corrido para debaixo do nave a cair, em vez de na direcção contrária? 😛
        E… é um robot ou não? 😉
        (quando ela chama “father” ao excentrico, não se percebe se é biológico ou como criador…)

        “mas sinceramente esperava muito menos ”

        Então é isso… um problema de expectativas! 😉
        É que eu esperava uma masterpiece…. como o 1º 😛
        Não é possível ir buscar o James Cameron para a sequela do Prometheus? 😉

        abraços e obrigado pelos seus comentários 😉

    2. Se LV-232 é um posto avançado (usado pelos “engenheiros” para criar armas biológicas), LV-436 seria o quê? Só um sítio onde uma das naves dos engenheiros se despenhou?

      Uma nave que por acaso tinha só um “engenheiro” e não vários como agora dão a entender?

      Uma nave que agora tem atmosfera “respirável” (seja lá o que isso fôr, porque a própria Terra não tinha a mesma atmosfera há relativamente pouco tempo…), mas antes não tinha?

      Mas continuo a dizer que o que não percebo é a falta de comunicação em tempo real, para os do Alien 1 já conhecerem estes “capacetes” e não ficarem tão surpresos quando a viram.
      Mas pronto… podem sempre argumentar que era uma “missão secreta” de um excêntrico…

      Também não gostei da mensagem/sinal final que a Elizabeth deixou. Similar ao do Alien 1, mas não a mesma e até em inglês 😛

      😀

        • Fábio Pedro on 11/06/2012 at 09:51

        Bom Dia,

        Antes de tudo as minhas desculpas se o que escrevi ontem estava confuso, mas já era tarde e o sono já estava a dar cabo de mim 😉

        Sabe o que acho que foi o problema de Prometheus? Basicamente, tudo o que aconteceu entre Alien3 e Prometheus.

        Muitas pessoas não gostam do Alien3, mas eu até acho que o mesmo tem algum “charme”.

        Alien4, AVP1, AVP2, destruiu TUDO o que o que foi construído antes, todo o possível “lore” bom, foi destruído por eles.

        Eu sinceramente acredito que se as referencias a Alien tivessem acabado com Alien3 (ou no pior dos casos Alien2) Prometheus teria sido uma “Bomba”.

        Eu tinha as expectativas um pouco baixas por isso mesmo, fomos bombardeados com tanto entulho antes de Prometheus que sinceramente não acreditava que o filme pudesse sequer chegar a ser 10% do que foi Alien1 e Alien2.

        Outro problema que acho que o prometheus tem passa pelo facto e nem o proprio Ridley Scott saber o que queria com ele, se a prequela directa se algo totalmente novo, e acho que entrou pelo pior caminho, que foi misturar os 2, tendo como consequência o seu caso, e de muitos “hardcore fans”, que é, não liga, simplesmente não liga, existem muitas pontas soltas.

        Eu gostei do filme, porque gosto mesmo MUITO do trabalho de Daniken, e acompanho de forma quase religiosa o Ancient Aliens (se não conhece aconselho vivamente 😉 ) que passa por isso mesmo, pela teoria do ancient astronaut.

        Voltando ao que disse, Cameron numa sequela de Prometheus? YES PLEASE! se fizer metade do que fez no Alien2 é um filme de encher o olho! 😀

        O Prometheus, teve muitos defeitos, sim, teve, mas all in all, acho que é uma experiencia agradável num “mercado” que não lança muitos filmes do genero, e como avido fanboy de Sci-Fi, acho que apesar de não ser uma master piece é melhor do que muitos filmes que Sci-Fi que saíram nos últimos vá, 12 anos.

        Este filme possivelmente teve um “cortar de perninhas” ao Ridley Scott, acredito que quem financiou o filme o avisou “atenção que isto é para muita malta ver, portanto atenção ao que metes no filme porque não quero isto um PG-18 (rating de idade)”

        All-in-All, Vou fazer uma “listinha” do que não gostei em Prometheus:

        – Uma das coisas que mais gostei no Alien1, foi a claustrofobia que o filme me provocou, coisa que em Prometheus, pouco existe.

        – “Repetir” de uma formula, Android com uma secret agenda.

        – Acho que a banda sonora, deixa muito a desejar… a banda sonora é algo que torna o filme, único, especial, e que transmite “sentimentos”. Não digo com isto que foi má, que não era, mas acho que não ligava bem com a temática do filme, e nisso o Alien1, deixou o standard muito, muito muito alto. Esta banda sonora era para um filme “épico” e não para um filme do genero de Prometheus.

        – Peter Wayland, please.. porque? estragou a mistica do personagem ao envolver o mesmo no filme, e pior, morrer.

        Eu, e acredito que você também, acompanhei desde o inicio tudo o que saia do filme, entrevistas, trailers, teasers, tudo, consumi tudo, e quando o filme foi anunciado, apesar da minha forma vá, esférica, quase que mandei mortais de alegria, mas com o passar do tempo, desapareceu por tudo o que ia acontecendo. Ele foi mudanças de argumentista, ele foi mudanças de “conceito” do filme, tudo isto somado foi deixando a minha pessoa muito desconfiada sobre o potencial do mesmo.

        Em relação ao que disse sobre a Charlize Theron, sinceramente, a balança está equilibrada, por cada argumento que diz que ela era um android, existe outro que diz que não era, portanto acho que a isso, só o Ridley Scott para responder 😉

        Agora, concordo consigo, a Charlize Theron enche o olho 😉

        Em suma, eu queria este filme como o arzinho que respiro todos os dias, queria que fosse o filme do seculo e queria que fosse melhor que o Alien1 (o que era quase impossível) mas no fundo, sabia que não ia ser, porque Hollywood, não perdoa e está seco a nível de ideias “novas”.

        Mas nem tudo é mau, Prometheus pode não ter sido a bomba que queria, mas ao menos ganhei 1 blog novo para acompanhar 😉

        Sinceros cumprimentos,

      1. Gostei mais do Alien 4 que do Alien 3 😛

        “Outro problema que acho que o prometheus tem passa pelo facto e nem o proprio Ridley Scott saber o que queria com ele, se a prequela directa se algo totalmente novo, e acho que entrou pelo pior caminho, que foi misturar os 2, tendo como consequência o seu caso, e de muitos “hardcore fans”, que é, não liga, simplesmente não liga, existem muitas pontas soltas.”

        Concordo a 100% 😉

        Ancient Aliens:
        http://www.astropt.org/2011/12/13/extraterrestres-antigos/

        No resto, concordo 😉

        abraços! 🙂

  19. Já agora, ainda vindo da discussão no Facebook:

    “Eu considero que os engenheiros mudassem de atitude em relação a nós. Eles criaram-nos para sermos “hosts” dos aliens. Foi só. A Elizabeth é que não percebeu isso durante o filme… ela espera que tenha sido por uma “razão divina”…. não percebeu.”

    Mas o André respondeu deste forma:

    “Ainda em relação à tua teoria de eles quererem utilizar-nos para sermos hosts do Aliens, não concordo pela simples razão de que aquilo que eles levavam na nave que ia para a terra, não eram Aliens, mas sim alguma coisa que nos destruiria. Essa mesma coisa origina o Alien, através do contacto das minhocas com o tal liquido.”

    Para irem tendo noção das diferentes interpretações 😉

    1. Repito que ainda não vi o filme, mas o comentário acima suscita uma questão:
      Por que será que todo alienígena “superior” aos humanos, sai lá dos confins do Universo, de outras paragens, para vir dominar a Terra e destruir todos os terráqueos, que não precisam de alienígenas nem vilões para isto, pois são capazes de se destruírem sozinhos (que dizer, entre si, sem ajuda externa)????

      1. Porque infelizmente, continuamos a pensar que somos o que de mais importante existe no Universo, por isso, os ETs não nos ignoram, mas pelo contrário, somos o centro das suas atitudes e pensamentos…

        :S

      2. Clero que tens razão, mas…
        “continuamos”, não! quem continuam a pensar assim são os autores dessas histórias…
        hehehe

      3. “continuamos”, queria dizer, “nós, os humanos, continuamos” 🙂

        Mas tens razão. Tenho que corrigir um pequeno erro meu 😛
        Deveria ser: “continuam”, no sentido de que: “vocês, humanos, continuam” 😛 LOLLLLLLLLLLLLLLL eheheeheh 😀

  20. Só Terça é que vou ver o filme, mas confirmo, o Chariots of the Gods, do Daniken, serviu de inspiração para a história…

    Abraços

    1. Pois, infelizmente não me surpreende 🙁

  21. Gostaria de levantar uma ressalva, abrindo o leque para conjecturas.

    Você disse:
    “o extraterrestre teve mutações incríveis de um indivíduo para o seguinte. Alguém explique ao Ridley Scott que a Evolução não funciona desta forma.”

    Mas por que a evolução extraterrestre tem que se dar exatamente igual e na mesma velocidade e tempos que aqui na Terra? Não poderíamos dar um desconto e crédito a esta liberalidade do filme, supondo que as leis daquele lugar (e seres) poderia ser diferentes em alguns aspectos?

    1. A evolução pode ser mais rápida ou mais lenta. Não ponho isso em causa.
      Aliás, não critico e até aplaudo, por exemplo, a “gravidez de aliens” ser muito mais rápida.
      Mas evoluir daquela forma de indivíduo para indivíduo, é uma ideia contrária à Evolução, mas curiosamente de acordo com as concepções erradas dos pseudos.

    2. Uma mutação importante (quando um ser ganha uma característica que amplia sua alguma capacidade de sobrevivência, por exemplo), que seria visto como uma “evolução”, pode acontecer em uma geração, causada por agentes naturais ou erro no processo de duplicação do DNA.

        • Rosa Faria on 05/07/2012 at 15:06

        Uma mutação acontece numa geração, mas uma mutação não altera totalmente o aspecto físico de um organismo, seriam precisas uns quantos milhões de mutações para que o 1º alien desse o 2º…

  22. Eu não assisti ao filme ainda, mas também me sinto tentado a ir por ser um filme de “ficção científica”.

    Não entendi, pelo seu resumo, se apenas o diretor é o mesmo de Alien, ou se este novo filme tem alguma relação/referência com o outro filme (saga)… A princípio, pensei que você fazia a apenas um paralelo comparativo entre os dois filmes… Mas fiquei em dúvida depois do seu comentário:
    “tecnologia da nave, supostamente anterior à do 1º filme Alien, era melhor que a do 1º filme Alien.”
    Supostamente anterior, por que?

    Entendo sua decepção quando a expectativa é maior do que o realizado e entregue. Mas se o diretor é o mesmo de Alien, não se poderia esperar outra coisa do filme que cair no mesmo gênero, que é apenas um filme de suspense e terror, ambientado em ambiente claustrofóbico (senão dentro de uma nave, em um planeta inóspito e desconhecido, distante de tudo) e futurístico. Eu pessoalmente não gosto de terror e sustos gratuitos. Mas gosto de Ficção científica.

    Quer dizer que o filme não “entregous” o que “prometeus”? hahaha
    Ah, então “estragous!” LOL

    1. Infelizmente, nem sei se considerava este filme como ficção científica,… vi muita ficção, quase nenhuma ciência, e uma mentalidade anti-ciência em certas conversas no filme 🙁

      Era para ser uma prequel:
      http://en.wikipedia.org/wiki/Prometheus_%28film%29
      “The film began development in the early 2000s as a fifth entry in the Alien franchise, with both Scott and director James Cameron developing ideas for a film that would serve as a prequel to Scott’s 1979 science fiction horror film Alien. By 2003, the project was sidelined by the development of Alien vs. Predator, and remained dormant until 2009 when Scott again showed interest. A script by Spaihts acted as a prequel to the events of the Alien films, but Scott opted for a different direction to avoid repeating cues from those films. In late 2010, he brought Lindelof onto the project to rewrite Spaihts’ script, and together they developed a separate story that precedes the story of Alien but is not directly connected to that franchise. According to Scott, though the film shares “strands of Alien’s DNA, so to speak”, and takes place in the same universe, Prometheus will explore its own mythology and ideas.”

  23. No nosso Facebook tivemos um comentário interessante:
    http://www.facebook.com/astropt/posts/389849634394329#!/astropt/posts/346335335440412?notif_t=share_comment

    “Carlos, o problema de muitas pessoas é ter as espectactivas demasiado elevadas, e pensar que este filme é uma prequela directa do primeiro Alien. Só estes dois pontos são suficientes para “estragar” a ideia do filme! Já agora aproveito para dizer que adorei o filme, e que mostra a origem de tudo, inclusivamente as evoluções da criatura que adoramos”

    Apesar de não concordar que mostre a “origem de tudo”, e não concordar quanto às evoluções (só este assunto daria para mais 2 horas de filme, e não da forma fast food que foi feito, em que saltou demasiados passos), a verdade é que concordo quanto à crítica das expectativas. Reconheço que a culpa pode ter sido minha 😉

  1. […] escrevemos bastante sobre o filme Prometheus. Vejam agora este vídeo divertido, com um resumo do filme, e com um final alternativo, que na […]

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