Nov 14

Magazine Outubro 2012

Aqui está a edição de outubro da astropt magazine.

Notem que esta será a última edição da revista neste formato.
Para a próxima edição já existirão algumas novidades! Aliás, várias novidades!
A revista será muito mais profissional e ligada a uma campanha que espero que todos adiram!

As mudanças no astroPT estão a acontecer rapidamente 😉
Não se esqueçam do nosso Facebook (ligando-se desta forma), e da oferta de livros.

Para já, leiam e PARTILHEM os fantásticos artigos desta edição.

Podem fazer download da revista, ver no seu telemóvel, computador ou guardar na sua conta do(s) serviço(s) issuu/yudu. Aproveitem a leitura e… divulguem 😉

Versão issuu:

 

Versão Yudu:


Enlarge this document in a new window
Online Publishing from YUDU

 
Podem ler as revistas anteriores clicando na categoria revistas, no link do menu superior da página ou realizando uma pesquisa com a palavra “revistas“.
Também podem fazer o download em issuu.com/astropt (entrar com a conta do facebook)

4 comentários

1 ping

Passar directamente para o formulário dos comentários,

  1. Só fiquei com uma dúvida..afinal porque é que uns contrails se desperçam durante horas e outros vêem-se a desaparecer à medida que o avião avança?

    1. Júlio,

      Eu sugiro que faça essa pergunta ao autor do artigo, aqui:
      http://www.astropt.org/2012/10/15/os-chemtrails-sob-analise/
      😉

      abraços!

      • Manel Rosa Martins on 14/11/2012 at 21:30
      • Responder

      A pergunta tem que ver com a Física Óptica, caro Julio, e é uma pergunta muito bem colocada.

      Explica este paper (publicação revista pelos outros cientistas) desta forma:

      “The physical and optical properties of persistent contrails were studied with the measurements made by the Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) and the Cloud-Aerosol Lidar and Infrared Pathfinder Satellite Observations (CALIPSO) lidar. MODIS data were used to determine the contrail locations on the basis of their artificial shapes easily distinguished from natural cirrus, and the so-identified contrails were analyzed with collocated CALIPSO lidar data. Statistics of the geography, geometry, meteorology, and optical properties are reported for approximately 3400 persistent contrails observed over North America, the North Atlantic Ocean, and Europe. The majority of the detected contrails appear in ice-supersaturated air with temperatures lower than −40°C. On average, contrails have significantly larger backscattering coefficients and slightly higher linear depolarization ratios (LDRs) than neighboring cirrus clouds. Depolarization tends to be strong when ice crystals are small, and LDR is approximately 0.4–0.45 for young contrails and contrail cores. ”

      E segue uma tradução livre:

      As propriedades físicas e ópticas dos rastros persistentes foram estudados com as medições feitas pelo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) e com o Cloud-Aerosol Lidar e Infravermelho Pathfinder Satellite Observations (CALIPSO) lidar. Do MODIS od dados foram utilizados para determinar as localizações contrail com base nas suas formas artificiais facilmente distinguíveis dos cirrus naturais, e as esteiras assim identificadas foram analisadas ​​contra os dados do CALIPSO lidar. Estatísticas da geografia, geometria, meteorologia, e propriedades ópticas são relatadas para aproximadamente 3.400 rastros persistentes observadas sobre a América do Norte, o Oceano Atlântico Norte e a Europa. A maioria dos rastros detectados aparecem em gelos-supersaturados de ar com temperaturas inferiores a -40 ° C. Em média, rastros têm coeficientes de retro-dispersão significativamente maior e um pouco mais altos índices de despolarização lineares (LDRs) do que as nuvens cirrus vizinhas. A despolarização tende a ser mais forte quando os cristais de gelo são pequenos, e é de cerca de 0,4-0,45 LDR para rastros jovens e núcleos contrail.

      Espero que tenha ajudado, o paper pode ser consultado aqui:

      http://www.agu.org/pubs/crossref/2012/2011JD017020.shtml

  2. É disso que a astronomia brasileira precisa.
    Vou divulgar todos os meses na página do meu blog no Facebook.

    Parabéns!

  1. […] e possam ser ajudados caso tenham dificuldades em projectos científicos. 15 – Criaremos uma revista de astronomia, muito mais profissional do que a que produzimos de forma voluntária actualmente. Essa revista será em formato digital numa […]

Deixe uma resposta

Your email address will not be published.