Kilonova

Estas imagens feitas pelo Telescópio Espacial Hubble mostram os momentos subsequentes ao GRB 130603B

Estas imagens feitas pelo Telescópio Espacial Hubble mostram os momentos subsequentes ao GRB 130603B. Crédito: NASA, ESA, N. Tanvir (University of Leicester), A. Fruchter (STScI), A. Levan (University of Warwick)

Uma kilonova é cerca de 1000 vezes mais brilhante do que uma nova (que é causada pela erupção de uma anã branca), apesar de cerca 100 vezes menos brilhante que uma supernova.
Ela emite mais radiação em luz visível e infravermelha por segundo do que o Sol o faz em vários anos.

A evidência mais forte até agora sobre a causa das kilonovas foi-nos dada pelo Telescópio Espacial Hubble, através de observações em radiação infravermelha da recente GRB 130603B que aconteceu na galáxia SDS J112848.22+170418.5 que se encontra a cerca de 4.000 milhões de anos-luz de distância da Terra.
Elas serão explosões de raios-gamma (GRB) de curta duração após a fusão de um par de pulsares ou de um buraco negro e um pulsar.
A GRB dura menos de um segundo (décimo de segundo), mas a evidência em infravermelho dura cerca de uma semana.

Leiam em inglês o artigo original, aqui.

Esta sequência ilustra o modelo da kilonova a partir de explosões de raios gama de curta duração. 1. Um par de estrelas de neutrões num sistema binário juntam-se gradualmente. 2. Nos milésimos de segundos finais até se fundirem,  ejectam material radioactivo que aquecerá e se expandirá, emitindo uma kilonova. 3. A explosão perde visibilidade em luz visível, mas continua brilhante em luz infravermelha. 4. O resultante deste processo é um disco de detritos em órbita do objecto que resultou da fusão, que poderá ser um buraco negro.

Esta sequência ilustra o modelo da kilonova a partir de explosões de raios gama de curta duração.
1. Um par de estrelas de neutrões num sistema binário juntam-se gradualmente.
2. Nos milésimos de segundos finais até se fundirem, ejectam material radioactivo que aquecerá e se expandirá, emitindo uma kilonova.
3. A explosão perde visibilidade em luz visível, mas continua brilhante em luz infravermelha.
4. O resultante deste processo é um disco de detritos em órbita do objecto que resultou da fusão, que poderá ser um buraco negro. Crédito: NASA, ESA, A. Field (STScI)

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  1. […] – SGR 0526-66. GK Persei. Anel. SBW1. Puppis. T Pyxidis. Kathryn Aurora Gray e Nathan Gray. Kilonova. Fósseis com ferro radioactivo. Meteoritos com grãos de […]

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