Out 18

Descoberto um grande asteróide que pode bater na Terra em menos de 20 anos?

JHU asteroid

A notícia do momento é a descoberta, por uma equipa de astrónomos Ucranianos, do asteróide 2013 TV135.
O asteróide tem cerca de 410 metros e vem na direcção da Terra.
A notícia tem sido largamente difundida porque existe alguma probabilidade deste grande asteróide bater na Terra a 26 de Agosto de 2032.
Caso bata, não será o “fim do mundo”, mas sim o fim de parte da civilização.

Dito desta forma, realmente faz-nos pensar que devemos, desde já, começar a fazer as malas…

No entanto, a probabilidade está calculada neste momento em 1 em 63.000, ou seja, 0,0016%
A 26 de Agosto de 2032, os astrónomos calculam que o asteróide passará a quase 2 milhões de quilómetros da Terra.

Além da probabilidade baixa, a experiência diz-nos que quando estes asteróides são descobertos, normalmente têm uma probabilidade baixa de baterem, mas após várias observações, essa probabilidade baixa para 0. Assim, o mais normal é que daqui a uns meses, já ninguém se lembre deste asteróide, porque nessa altura já saberemos que ele não baterá.
Em 2028, 4 anos antes da passagem por perto da Terra, ter-se-à a certeza se ele baterá ou não.

asteroid20131017-full

12 comentários

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    • Sérgio Martins on 18/10/2013 at 10:55
    • Responder

    Presumo que este caso seja semelhante ao Apophis, onde só em 2028 saberemos a sua rota final…
    Mas uma coisa faz-me imensa confusão e não entendo: porque ficamos à espera para saber o que poderá vir a acontecer para só depois correr atrás do prejuízo? Não deveríamos ter os planos já feitos para que, no caso de entrar no “buraco da fechadura”, entrarem imediatamente em acção? E quem sabe, ter ainda algum tempo para ajustes ou lançar outras acções, caso alguma coisa falhe…
    Ou somos uma raça que se acha assim tão infalível (ou estúpida?!) que, não pensa na possibilidade de agir duas vezes para resolver o problema, invés de ter uma só? O objectivo, obviamente, será sempre resolver à primeira… mas se algo correr mal, o nosso planeta não terá qualquer hipótese de se defender de um impacto…… e de tudo o que isso pode acarretar a morte de milhões de pessoas, num enorme retrocesso na sociedade a todos os níveis e o custo elevadíssimo (em dinheiro e tempo) para a sua recuperação…

    É de louvar o trabalho exaustivo que é feito por estes astrónomos que se dedicam a procurar asteróides. É crucial o seu trabalho na defesa do nosso planeta (e sobrevivência da Humanidade). Como habitante, quero deixar aqui o meu agradecimento.

      • Pedro silva on 18/10/2013 at 20:22
      • Responder

      Ó pá!! Não é preciso ter medo.
      Isto à última hora, manda-se o Bruce Willis, mais uma seita de mineiros lá acima e resolve-se tudo… 🙂
      Se os Dinossauros tivessem um Brucessáuro Williraptor , ainda cá andavam.
      Abraço

      • Sandro Pereira on 18/10/2013 at 22:08
      • Responder

      Disseste tudo !!!

    1. Não temos planos, tirando aqueles que ainda estão no domínio da ficção cientifica, porque provavelmente não teremos AINDA capacidade de lidar eficazmente com este problema. Uma coisa são as ideias conceptuais outra é pô-las em prática e esperar que resultem. Por outro lado, por vezes somos um bocado presunçosos por acharmos que a ciência&tecnologia vai resolver todos os problemas….pelo menos a tempo de nos salvar. Os dinossauros andaram por cá e desapareceram, nada nos garante que o futuro nos pertence….. até porque cada vez somos mais exímios a destruir-nos a nós próprios. Mas no geral concordo consigo.

    • paulo santos on 20/10/2013 at 10:16
    • Responder

    muita bom pedro, pena não dar para por like hahaha

    pelo respeito ao site, não vou comentar nada sobre este tópico 🙂

    • Aurelino Júnior on 29/04/2014 at 21:22
    • Responder

    Ora, se bater, bateu… fazer o quê?

    • Ana Monteiro on 29/04/2014 at 23:01
    • Responder

    kkkkkkkk Boa resposta Pedro Silva

  1. Melancholia. =P

  2. Deveria colidir com a terra sim e antecipar pra ontem! A terra ta fazendo hora extra já.

  3. Medo. HAHA.
    Quais seriam as áreas atingidas caso acontecesse a colisão? Essa informação já existe?

    1. Não 😉

  1. […] Outubro deste ano publiquei este artigo onde […]

  2. […] 1910. 2008. 2010. 2010. 2011. 2012. 2013. 2014. 2014. 2016. 2017. 2019. 2020. 2021. 2023. 2027. 2032. 2036. 2040. 2060. 2061. 2110. 2182. 2880. […]

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