Cloverfield

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Este filme de terror saiu em 2008 e foi filmado como se fosse gravado em real time, de forma aparentemente amadora. Faz lembrar filmes como Blair Witch Project, Skyline, e outros.
Tal como esses filmes, este também é um falso documentário.

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Na área chamada U.S 447, previamente conhecida como Central Park (no centro de Manhattan, NY), é encontrado um cartão de memória de uma câmera digital. O caso é chamado de Cloverfield.

No cartão de memória veem-se cenas que foram gravadas, de forma obviamente amadora, por alguns jovens em Nova Iorque.

Rob e Beth acordam juntos no apartamento do pai dela.

Cerca de 1 mês depois, Jason (irmão de Rob) e a sua namorada Lily preparam uma festa de despedida para Rob (que aceitou um emprego no Japão).
O amigo Hud pega na câmera e começa a filmar Marlena, de quem ele gosta.
Rob e Beth tinham acabado o relacionamento. Beth chega à festa acompanhada por outro rapaz.

O edifício sofre um violento terramoto, aparentemente, e abana.
Enquanto isso, ouvem-se enormes rugidos e grandes explosões.

Os jovens saem da festa e correm para a rua. Na rua veem imensa gente, amedrontada, sem saberem o que se passa.
Enquanto isso, a Estátua da Liberdade, arranhada e danificada, cai. O que teria causado isto?
De seguida, prédios começam a desabar… e as ruas enchem-se de fuligem.

Entre as nuvens de poeira, a câmera parece apanhar uma enorme criatura que deita tudo abaixo e que devora pessoas. Mas não é certo… porque se vê bastante mal.

Rob, Jason, Hud, Marlena, e Lily, tentam fugir, juntamente com centenas de outras pessoas, através da ponte de Brooklyn. O objetivo é sair da cidade de Nova Iorque.
No entanto, Beth telefona a Rob, para lhe dizer que está ferida e presa no apartamento do seu pai.
Simultaneamente, uma enorme cauda ou membro do monstro bate na ponte e mata dezenas de pessoas, incluindo Jason.
A ponte começa a desabar, e as pessoas tentam salvar-se, voltando a NY.

Televisões em lojas de eletrodomésticos mostram que unidades militares estão já em NY a combater o monstro. Mas os soldados estão a ser atacados por aranhas do tamanho de cães, que saem do monstro.

Entretanto, Marlena é mordida por um parasita/aracnídeo e pouco depois morre, quando o seu peito explode.

Após algumas peripécias, os agora 3 amigos chegam ao apartamento onde Beth está e salvam-na.
Seguidamente, são salvos pelos militares, entrando em helicópteros para serem evacuados. Lily entra num helicóptero que é abatido. Rob, Hud e Beth entram noutro helicóptero.

Mas os soldados são incapazes de matar a criatura. Caças de combate são inúteis. Bombardeiros só irritam a criatura.
Irritada, a criatura consegue acertar no helicóptero com os 3 amigos. O helicóptero cai em Central Park. Os soldados morrem, mas os 3 amigos sobrevivem, feridos.
Hud levanta a câmera e aponta diretamente para o monstro que se encontra naquele local. Hud é morto. Rob pega na camera e foge com Beth.

A força militar decide-se pela solução terminal: uma bomba nuclear sobre NY para matar a criatura. A consequência “secundária” é a destruição total da cidade de Nova Iorque e de qualquer vida lá existente. Assume-se que tudo morreu, incluindo Rob e Beth.

No final da gravação veem-se imagens de Rob e Beth 1 mês antes, a namorar em Coney Island.
Enquanto se filmam na feira popular, vê-se ao longe um objeto a cair no mar… dando a entender que a criatura é extraterrestre.

No final do filme, é mostrado que o cartão de memória está em poder do exército dos EUA.

Já durante os créditos do filme, é ouvida uma transmissão de rádio onde é dito: “Ajudem! Ele está vivo!”, o que dá a entender que algumas pessoas sobreviveram à explosão atómica… e que a criatura também sobreviveu.

O filme é giro, mas parece-me um filme mais básico, menos assustador e sobretudo a anos-luz da qualidade e inovação de Blair Witch Project. Mas sempre é melhor que A Hora Mais Negra, apesar de achar que ambos têm uma premissa que merecia um melhor filme.

Não gostei de ser em Nova Iorque. Porquê que os extraterrestres têm sempre que aterrar em Nova Iorque?
Não gostei da criatura… demasiado terrestre.
E não gostei das partes lamechas do filme.

Gostei do facto do filme não mostrar a criatura em grande parte do tempo, aumentando o terror psicológico.
Mas sobretudo adorei o caos e a rapidez dos eventos. Rapidamente se passou de uma festa de despedida para a destruição nuclear de uma cidade. E tudo isto através do caos e de muita confusão. Certamente que se um evento destes se desse na realidade, o rei do evento seria o completo caos e a raínha seria certamente a confusão das pessoas.

1 comentário

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  1. Bah, eu curti muito esse filme! Particularmente gosto destes filmes “Falsos Documentários”. Claro que todo filme tem seus pontos fracos, mas não consegui parar de olhar o filme um segundo sequer, pois momentos de tranquilidade eram rapidamente transformados em pânico, correria, suspense e terror!
    Distrito 9 também está inserido neste estilo de filme e que eu curti bastante, até por fazer referência à xenofobia, problema real e existente na África do Sul contra os próprios africanos de outros países, bem como em muitos lugares do Mundo.
    Um abraço. Gosto muito dos seus posts.

  1. […] final sobre quem tem razão), pessoalmente não gostei do filme: – nada tem a ver com o filme Cloverfield (o título manipula a audiência). – o “herói”, que no final tem razão, é um […]

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