O crescente do cometa Churyumov-Gerasimenko – APOD

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Créditos da imagem: ESA, Rosetta, NAVCAM. Processamento: Giuseppe Conzo.

O que está a acontecer com o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko? Enquanto o cometa de 3 quilómetros de largura se aproxima do Sol, o calor faz com que o núcleo expulse gás e poeira. A sonda Rosetta chegou ao cometa rugoso de núcleo duplo em julho do ano passado e está agora co-orbitando o Sol com o iceberg gigante escuro.

Uma análise recente dos dados que retornam à Terra a partir da espaçonave robótica Rosetta mostrou que a água expelida pelo 67P tem uma diferença significativa àquela na Terra, indicando que a água da Terra não poderia ter vindo a partir de colisões com cometas antigos como 67P. Além disso, nem a Rosetta nem seu módulo aterrissador Philae detectaram um campo magnético ao redor do núcleo do cometa, indicando que o magnetismo poderia ter sido pouco importante na evolução do jovem Sistema Solar.

O cometa 67P, mostrado aqui numa fase crescente em cores falsas, deverá aumentar a sua taxa de evaporação enquanto ele se aproxima ao Sol em agosto de 2015, quando ele atingir uma distância à estrela apenas um pouco mais longe do que a Terra.

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