SDO mostra o grupo de manchas solares AR 2339 a cruzar o Sol

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Imagem do Sol em 10 de maio de 2015 mostrando as regiões ativas presentes. Crédito: SDO/HMI/SpaceWeather.com

Como é que as manchas solares evoluem?

As grandes e escurecidas manchas solares e as regiões ativas que as hospedam, podem persistir por várias semanas. No entanto, ao longo do tempo, elas estão em constante mutação.

Tais mudanças ficaram particularmente visíveis durante várias semanas a medida que a região ativa AR 2339 surgiu em uma das bordas do sol e foi rastreada por 12 dias pelo Solar Dynamic Observatory (Observatório de Dinâmica Solar) da NASA, entre 05 de maio e 12 de maio de 2015, conforme mostrado no vídeo abaixo:

Nesta sequência em vídeo de ‘time-lapse’, algumas manchas se afastam da região enquanto outras se fundem.

Em todo o tempo, as regiões umbrais mudam internamente seus formatos e a penumbras envolventes menores ondulam e vibram.

O resto do Sol ao redor parece cintilar como um tapete de grânulos amarelos que vêm e vão em uma escala de tempo que duram por horas. Em geral, as manchas solares são áreas mais frias em relação ao resto do Sol, dentro das quais os campos magnéticos locais escapam através da superfície e inibem o aquecimento.

Ao longo da semana passada (22 a 26 de junho de 2015), uma região ativa de maior porte (AR 2371) cruzou o Sol liberando explosões que resultaram em impressionantes auroras aqui na Terra.

Fonte

APOD: Sunspot Group AR 2339 Crosses the Sun – Crédito das ImagensNASASDO; Compilação em vídeo ©: Stanislav Korotkiy (AstroAlert) & Mikhail Chubarets; Música: Pas de Deux (Bird Creek)

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