Star Wars – O Despertar da Força

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Em 3 palavras: ADOREI! ADOREI! ADOREI!

A Magia está de volta!

Esqueçam os últimos 3 filmes: I, II e III.

Ver Star Wars VII é tornar a ver Star Wars IV: é quase igual, mas muito mais!
Voltamos a 1977… estando em 2015!

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Não pretendo dar spoilers, mas tenho que dizer algumas pequenas coisas:

Adorei ver os novos “irmãos” Leia e Luke (agora com outros nomes), que não sabem que são familiares…

Adorei ver o reavivar da frase (com uma frase diferente): “These are not the droids that you are looking for.”

Adorei a cena final do Han Solo. Depois de toda aquela conversa, só poderia ter aquele desfecho.

Adorei ver mais 307 coisas e personagens que me fizeram lembrar o filme de 1977.

Senti a falta do Yoda…

Não gostei da forma como a “estrela da morte” (não é bem isso, mas não quero dizer o que é) acabou. Foi um anti-climax. Não teve a magnificiência da “primeira vez”.

J. J. Abrams está de Parabéns!

Escrevi isto sem ler reviews/análises sobre o filme, para não ser influenciado.
Entretanto, li algumas reviews, várias delas sem spoilers, e quem as escreveu sentiu o mesmo entusiasmo que eu.
Se quiserem, leiam algumas: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Estou já ansioso que chegue 2017, para ver Star Wars VIII, se bem que estava à espera que J.J.Abrams realizasse o novo filme, mas não vai ser assim 🙁

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11 comentários

2 pings

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  1. Fui novamente ver o filme hoje. Desta vez num enorme IMAX.

    Adorei o filme novamente 🙂

    • Mário Berlengó on 14/01/2016 at 01:40
    • Responder

    Eu adorei^5 este filme. É um amor de filme ou não fosse do J. J. Abrams.

    • Leonardo Collins on 13/01/2016 at 18:08
    • Responder

    Fui ontem ver o filme e, tal como já tinha ouvido dizer, para mim foi uma grande desilusão.
    Além de não ter nada de novo, o grande problema é precisamente como o Carlos diz no seu post:” Ver Star Wars VII é tornar a ver Star Wars IV: é quase igual…”, pelo que é de uma falta de imaginação a toda a prova. Esperava muito mais do J. J. Abrams e da Disney, para já não falar que, face ao universo do Star Wars, o Chewbacca já não devia aparecer, visto que no livro “Vector Prime”, autorizado e aprovado pelo George Lucas, ele morre numa atitude desesperada para salvar o filho de Han Solo, sendo, portanto, um erro imperdoável o seu aparecimento neste filme.

  2. http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/star-wars-1719434

    “Star Wars já é o filme que mais dinheiro fez nos Estados Unidos.

    O filme realizado por J.J. Abrams ultrapassou o anterior recorde de 760,5 milhões de dólares detido pelo filme Avatar.

    Em 20 dias, Star Wars: o Despertar da Força tornou-se na quarta-feira, o filme que mais dinheiro fez na bilheteira na história dos Estados Unidos, sem ajustar a inflacção, noticiou o jornal norte-americano Los Angeles Times.

    O filme da Walt Disney realizado por J.J. Abrams ultrapassou o anterior recorde de 760,5 milhões de dólares (700,8 milhões de euros) detido pelo filme Avatar, de James Cameron, segundo uma estimativa do estúdio.

    De facto, os últimos números de bilheteira não devem ficar disponíveis antes de quinta-feira de manhã. Mas contas feitas, o filme já atingiu os 758,2 milhões (698,3 milhões de euros) em venda de bilhetes nos Estados Unidos e Canadá até terça-feira, estimando-se que o recorde tenha sido estabelecido na quarta-feira. (…) “

  3. Aprovado.

    Transição perfeita entre gerações.

    Espero que a partir daqui, os argumentistas sejam capazes de criar novos enredos, usando por exemplo personagens ou cenários do Universo Expandido (Clone Wars por exemplo…). Isso pode ser feito, nos episódios VIII e IX, não é necessário usar o Universo Expandido, exclusivamente nos spin-off’s.

    Abraços

  4. Eu gostei muito do Star Wars 7, tem a qualidade de efeitos do último Star Wars 3, em termos de imagens.

    Mantém o bom humor e a leveza da saga, embora o final seja sinistro.

    Até 90% do transcorrer do filme vai tudo muito, muito bem, mas…

    “PLANETA DA MORTE”

    O que me desagradou, contudo, foi a concepção do “planeta da morte”, simplesmente sofrível.

    A ideia em si de retornar a questão da ‘estrela da morte’ era até boa, mas erraram demais na construção do roteiro.

    1.Eu vi os raios da radiação emitida que se encurvam para na direção dos alvos bagunçando com as leis da física.
    2. A solução de roubar energia (ou sei lá o que, pois achei que estava roubando massa por acreção) da estrela próxima é simplesmente ridícula.
    3. E o colapso final desproporcional ao dano causado em apenas um dispositivo por algumas bombas e um caça solitário a um planeta inteiro é inadequado. Fácil demais…

    Aqui, eles conseguiram ser tão ruins quanto a matéria vermelha de Star trek… A ideia de usar um planeta foi muito mal implementada.

    Em suma o filme foi muito bom, mas faltou suporte dos astrofísicos para dar um mínimo de plausibilidade em algo tão grandioso e central (o filme gira tecnologicamente em torno do ‘planeta da morte’).

    1. Concordo consigo.

      Aliás, como é que o Dark Side constroi grandes armas, que podem ser sempre destruídas facilmente com um tiro? 😛
      Eles não têm engenheiros? 😛

  5. Quase chorei quando vi a princesa Leia….e olha que sou duro hein…

  6. Esperava um pouco de inovação no inicio. Parecia que estava a jogar com a nostalgia das pessoas. Mas a segunda parte do filme, foi espetacular, com algumas das melhores cenas em toda a saga.

  1. […] o primeiro filme desta nova […]

  2. […] – Sheldon e Amy tornam-se íntimos, perdendo ambos a virgindade; – a estreia do novo filme de Star Wars, Star Wars: The Force […]

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