Caranguejo em vários comprimentos de onda

Crédito: NASA, ESA, G. Dubner (IAFE, CONICET-University of Buenos Aires) et al.;
A. Loll et al.; T. Temim et al.; F. Seward et al.; VLA/NRAO/AUI/NSF; Chandra/CXC;
Spitzer/JPL-Caltech; XMM-Newton/ESA; Hubble/STScI

Esta é a M1, também conhecida como Nebulosa do Caranguejo, que se encontra a cerca de 6.500 anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação do Touro.

É um remanescente de supernova.
A luz de supernova foi observada da Terra no ano 1054.
Após a morte explosiva da estrela maciça, a nuvem de detritos foi expandindo até à configuração que vemos na imagem.

A imagem mostra a nebulosa em vários comprimentos de onda: raios-X (Chandra), ultravioleta (XMM-Newton), visível (Hubble), infravermelho (Spitzer), e rádio (Very Large Array). Respetivamente em cores roxa, azul, verde, amarela e vermelha.

No centro da imagem está o resultado do colapso do núcleo da estrela original: o Pulsar do Caranguejo, uma estrela de neutrões que roda 30 vezes por segundo.

Fontes: APOD, NASA, Chandra, Space Telescope, Artigo Científico

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