Segunda-feira #56: Astro, Ciência & Música

Não muito tempo, escrevi aqui artigos sobre a beleza e a linguagem poética que encontramos nas equações – sejam em desafios propostos, sejam em frases.

As equações são a linguagem universal das coisas. Contribuíram para a sociedade desde as antigas civilizações, presente nas mais altas esferas do pensamento científico e, nos dias atuais, com contribuições substanciais nas mais diversas aplicações tecnológicas.

Entretanto, as equações são mais que ferramentas essenciais para o contributo do progresso científico. Antes disso, elas estão mergulhadas nas coisas mais simples do nosso cotidiano.

Como descreve bem a comunidade Rocket Science Brasil:

“Alguns matemáticos descrevem a matemática como uma forma de Arte. Comparações são frequentemente feitas com a Música e a Poesia.

Bertrand Russell expressou o seu senso de beleza matemática da seguinte forma:
A Matemática, corretamente observada, possui não somente a verdade, mas suprema beleza – uma beleza fria e austera, como a de uma escultura…

O matemático húngaro Paul Erdős também expressou seu ponto de vista:
Por que os números são belos? É como perguntar porque a Nona Sinfonia de Beethoven é bela. Se você não consegue ver o porquê, ninguém poderá dizê-lo a você. Eu sei que os números são belos. Se eles não são belos, nada mais é.

A matemática está intimamente ligada ao nosso “hobby” espacial. Por de trás das equações e das fórmulas há uma incrível beleza que torna o acesso ao espaço possível. Para nós entusiastas, nosso “hobby” espacial é duplamente belo.”

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