Star Wars – Os Últimos Jedi

Adorei o primeiro filme desta nova trilogia.

Deste não gostei tanto.
Saí de lá a pensar que o início foi excelente, o resto da primeira parte do filme foi uma seca, e depois a segunda parte recuperou um pouco.

Cheguei a casa e fui ver o Rotten Tomatoes, para saber se eu tinha sido o único a ficar dececionado.
Apesar dos críticos darem 92%, a audiência dá somente 53%.
Estou de acordo com a audiência. Eu daria cerca de 60%.

Agora alguns SPOILERS!!!

Adorei:
– os Porgs!

Algumas coisas que Gostei:
– o aparecimento de Yoda.
– a anti-heroi Rose.
– o general Akbar.
– o triângulo amoroso, entre a Rose, o Finn e a Rey.

Algumas coisas que Não Gostei:
– as demasiadas cenas com o BB-8, em que várias delas são incredíveis.
– o Luke luta como “projeção mental”, em que tudo pode passar por ele sem o magoar. No entanto, ele consegue lutar com o Kylo e deter o seu lightsaber. Não faz sentido.
– a Vice-Almirante Holdo devia ter sobrevivido.
– a Leia devia ter morrido. Não faz sentido ela não morrer, até porque morreu na vida real.
– a Leia devia ter morrido. É ridícula a forma como sobreviveu.
– Kylo e Rey deviam ter mudado de campo.

Mais algumas ideias soltas:

Aposto que o miúdo no final do filme irá ser um novo Jedi no próximo filme da trilogia.

A impetuosidade de Poe só traz problemas.
O facto de ser “muito rebelde”, incluindo contra os seus comandantes, só faz com que dê “tiros no pé”.

O Storm Trooper Capitão Phasma é, na verdade, uma atriz. Não entendo porque não tirou o capacete para chocar os espetadores que esperavam um homem.

Não entendo como todos os planetas têm o mesmo tipo de gravidade. Eles vão “para aqui” e “para ali”, e andam sempre normais, como se a gravidade fosse a mesma. Mesmo em Cantonica, o planeta com a cidade Canto Bight que detém o casino, vemos seres diferentes uns dos outros, que supostamente se desenvolveram em planetas diferentes, e no entanto todos andam normalmente, como se todos viessem de planetas com a mesma gravidade (mesmo que os seus corpos tenham morfologias diferentes). Será que cada corpo tem um “adaptador de gravidade” que ninguém explica?

O mesmo para a atmosfera. Será mesmo que todos os planetas com seres evoluídos têm sempre a mesma composição atmosférica? Ou será que cada ser tem um “adaptador atmosférico” que lhe permite respirar sempre o mesmo ar onde quer que esteja? Mais uma vez, isto faz pouco sentido, sobretudo em Cantonica, para onde vão todos jogar.

A ideia de “let the past go” é muito interessante.
Dentro dessa ideia, ainda mais força ganha a ideia que a Leia devia ter morrido.
E devia ter sido o Kylo a matá-la, em vez de estar em conflito.

A Rey devia ter aceite o convite de Kylo e deviam governar a galáxia juntos!
Isso sim seria um enorme twist, e seria excelente!

Estou farto de ver a resistência a ganhar, ou no mínimo, a sobreviver.
Não faz sentido isso acontecer, até tendo em conta a diferença de tecnologia entre uns e outros: a tecnologia das forças do mal é poderosa, enquanto a dos rebeldes parecem jogos de computador dos anos 80.

Desde o primeiro filme que não entendo porque raio as forças do mal precisam de tecnologia e andam sempre a correr atrás dos rebeldes. Com os poderes paranormais que têm, podiam dizimar quem quisessem facilmente, sem precisarem de armas nem nada do género.

1 comentário

  1. Gostei muito do efeito nostálgico que este filme trouxe (ao menos para mim). Gostaria de ter visto mais das habilidades de Luke.

    Feliz Natal para todos!

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