Bennu em rotação

Crédito: NASA/Goddard/University of Arizona.

O Sérgio Paulino já nos tinha dado a conhecer esta imagem de “super-resolução” do asteroide Bennu feita pela sonda OSIRIS-Rex, a 29 de Outubro de 2018, quando estava a cerca de 330 quilómetros da superfície de Bennu.

Vejam agora este vídeo, construído a partir de imagens feitas pela sonda OSIRIS-Rex a 2 de Novembro de 2018, quando a sonda estava a somente 197 quilómetros da superfície de Bennu.

Durante 4 horas e 11 minutos (terrestres), vê-se uma rotação completa do asteroide.
O crédito é: NASA/Goddard/University of Arizona

4 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

  1. Boa Noite!

    Aprecio muito seu site…vendo esse último sobre o asteroide fiquei curioso e pergunto, se souber responder e puder ter essa gentileza, por quê mesmo os pequenos asteróides no espaço, sem orbitar nenhum outro astro mesmo assim tem rotação? Fiquei intrigado sobre o que causa esse movimento nos corpos celester.
    Agradeço.

    1. Todos os objetos têm rotação 😉

      Assim, faço-lhe a pergunta de outro modo: que astro conhece que não tem rotação?
      E, no seguimento: como explicaria um astro sem rotação, se quando foi formado, existia uma rotação? (e após essa formação, certamente que o objeto teve encontros com outros corpos que lhe imprimiram também rotação)

      abraço!

        • Ademir on 21/11/2018 at 16:57

        Bom dia… Sei que planetas, satélites, estreias, galáxias, etc tem rotação…a questão é o que imprime a rotação? Que força afeta todos, inclusive um simples asteroide ? Por que uma rocha perdida no frio do cosmos não pode, no vácuo, e ausente de influências gravitacionais girar ao invés de ficar apenas parada na mesma posição?

      1. Qualquer rocha nasceu da aglomeração de poeira. Assim, devido ao seu nascimento, teve inicialmente uma rotação e obviamente já sofria forças gravitacionais de outros objetos. Para estar parada, teria que sofrer uma grande colisão que fizesse parar essa rotação. A colisão tinha que ser no local exato e com a mesma “força” oposta à da rotação. Ou seja, a não ser que existisse um evento muitíssimo improvável, a rocha vai-se manter em rotação desde o início.

        O mesmo se passa caso essa rocha tenha sido expelida de um planeta ou lua, após ter havido uma colisão. Assim, essa rocha terá sempre um movimento e uma rotação.

        Tudo no Universo tem rotação e movimento.
        Caso algo não o tenha, então é porque alguma força muitíssimo improvável anulou a rotação e movimento iniciais.

        abraço!

Responder a Ademir Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.