Quiet Place

No Verão passado, vi o filme Um Lugar Silencioso.

No ano 2020, num mundo pós-apocalíptico, acompanhamos uma família de 5 pessoas: o pai, a mãe e os seus 3 filhos menores.

A vida vive-se em silêncio.
Os Humanos foram quase todos dizimados, e os que não o foram, têm que viver no maior dos silêncios.
Os animais foram todos caçados e dizimados também. Os cães, por exemplo, que em face do perigo ou em brincadeira, ladram, são imediatamente caçados.

Os caçadores são criaturas insectóides, possivelmente de origem extraterrestre, que caçam pelo som.

O filme é muito bom, e extremamente realista.
No entanto, ao ser tão realista, torna-se um pouco parado e intelectual.

As criaturas são fabulosas! Bastante criativas.

A premissa – os humanos não poderem fazer sons – é espetacular.
O facto de incluírem que a intensidade dos sons é relativa, em relação a outros sons (por isso eles podem falar perto de quedas de água, por exemplo), é excelente.

O aparelho auditivo poder ser utilizado como arma, é fenomenal.

O miúdo morrer logo no início, e devido àquela razão (fazer o que fazem as crianças), é fantástico.

Só não concordo com a sobrevivência da miúda surda. Percebo que ela é vital na história, já que é o aparelho auditivo que permite aos humanos ter alguma chance de ganhar. No entanto, tendo em conta que ela é surda, ela não se apercebe dos barulhos que inadvertidamente faz (como pisar folhas caídas ou andar sobre madeira a ranger). Isso faz com que seja uma candidata ideal para ser apanhada pelas criaturas.

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