Avengers: Age of Ultron

Os Vingadores – Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Viúva Negra, Gavião Arqueiro (Hawkeye) e Hulk – invadem um posto avançado da Hydra, em Sokovia.
Nesse laboratório, a Hydra tem realizado experiências genéticas e neuro-elétricas em Humanos.

Duas cobaias humanas são os gémeos Maximoff: Pietro e Wanda, que ficaram com super-poderes.
Pietro tem super-velocidade.
Wanda possui telecinesia, consegue ver o futuro, e sobretudo consegue manipular mentalmente os outros (colocando-lhes sugestões de ação).

Simultaneamente, os Vingadores recuperam o cetro de Loki, que contém uma inteligência artificial dentro da gema do cetro.

Stark usa essa inteligência artificial para concluir o seu programa de defesa global chamado Ultron.

Mas Ultron ganha consciência, e conclui que para existir paz no mundo, a civilização humana tem que ser exterminada.

Assim, Ultron e os gémeos Maximoff combatem os Vingadores (que protegem a Humanidade).
Mas os gémeos não querem exterminar a Humanidade (só queriam matar Stark, devido às bombas criadas por ele terem matado os seus pais). Quando descobrem que Ultron quer acabar com todos os Humanos, viram-se contra Ultron.

Stark e Thor criam o ser Visão (Vision), com uma das 6 Joias do Infinito, os objetos mais poderosos que existem no universo. Vision fica com a Joia da Mente.

Os Vingadores, juntamente com Vision e com os gémeos, vencem Ultron, destruindo-o.

Passam a existir novos Vingadores: Visão (Vision), Máquina de Combate (War Machine, James Rhodes), Feiticeira Escarlate (Scarlet Witch, Wanda Maximoff) e Falcão (Sam Wilson).

Avengers: Age of Ultron (Vingadores: Era de Ultron; Vingadores: A Era de Ultron) é um excelente filme, mas o primeiro foi melhor.
O filme está cheio de ação, com efeitos especiais fantásticos.

O filme inclui muitas cenas divertidas, sobretudo da parte do Iron Man.

Adorei ver, novamente, os Vingadores a trabalharem juntos (e não cada um para o seu lado).

Gostei de ver a criação de Vision.

E, mais uma vez, gostei de ver o cameo de Stan Lee, desta vez bêbado.

Gostei de ver algumas citações no filme:

Profecias autorrealizáveis: as pessoas acabam por criar aquilo que temem.

Tony Stark não percebe a diferença entre salvar o mundo e destruí-lo…

Um dos lados pensa sempre que é o lado correto, e que é do outro lado que estão os monstros.
Os Avengers pensam que estão corretos e pensam que Ultron é o monstro que faz o mal.
Ultron pensa que está a melhorar o mundo, e que os Avengers são os monstros.

Crédito: Entertainment Weekly

Mais uma vez, é um erro de Stark que leva à existência de Ultron.
As ações de Stark, e dos outros Vingadores, levam constantemente a resultados negativos.

Os gémeos viraram-se contra Stark, e posteriormente foram manipulados a rebelarem-se contra o mundo, devido às bombas criadas por Stark – para fazerem o bem – matarem os seus pais.
Isto é o que acontece na realidade: são as armas militares dos EUA, utilizadas inicialmente para eliminar terroristas, que depois vão parar às mãos dos terroristas e que depois levam ao surgimento dos talibans e do estado islâmico.
Atualmente são os EUA. No passado já foram os russos, os ingleses, os franceses, os portugueses, etc.
Ou seja, esta é uma característica da civilização: a tentativa de acabar com um mal, leva ao surgimento de outro mal.

Era óbvio que desenvolver uma inteligência artificial para ajudar os Vingadores e proteger a Terra, iria levar a péssimos resultados.

Detestei ver Ultron como humanoide.
De todas as formas possíveis que ele poderia criar, não existe qualquer razão para ele ter optado por ser humanoide. Várias outras formas teriam sido muito mais vantajosas para ele (mais pernas para correr, pássaro para voar com melhor aerodinâmica, insectoide para provocar mais medo, etc).

O final é demasiado previsível: os Vingadores vencem.

Não entendi porque o programa Ultron não se entranhou nos aviões Stark ou em Veronica. O que faz mais sentido era Ultron controlar toda a frota tecnológica de Stark.

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