Nov 21

Risco de impacto do asteróide 2013 TV135 subiu um pouco

JHU asteroid

Em Outubro deste ano publiquei este artigo onde escrevi:

“A notícia do momento é a descoberta, por uma equipa de astrónomos Ucranianos, do asteróide 2013 TV135.
O asteróide tem cerca de 410 metros e vem na direcção da Terra.
A notícia tem sido largamente difundida porque existe alguma probabilidade deste grande asteróide bater na Terra a 26 de Agosto de 2032.
Caso bata, não será o “fim do mundo”, mas sim o fim de parte da civilização.
(…)
No entanto, a probabilidade está calculada neste momento em 1 em 63.000, ou seja, 0,0016% ”

Após novas observações nas últimas semanas, a NASA subiu o risco de impacto deste asteróide para 1 em 9.090 , ou seja, 0,011%
Isto quer dizer que a probabilidade de não bater é de 99,989%

A 26 de Agosto de 2032, os astrónomos calculam que o asteróide passará a quase 2 milhões de quilómetros da Terra.

O mais normal é que daqui a uns meses, após novas observações, o risco de colisão passará para 0.
Em 2028, 4 anos antes da passagem por perto da Terra, ter-se-à a certeza se ele baterá ou não.

29 comentários

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  1. Espero que não, sem tocar em concepções religiosas, mas indiretamente o fazendo, acho que talvez venhamos a passar por um grande cataclismo. Infelizmente vejo esta possibilidade como uma forma de mudarmos o curso da nossa História, ou retomarmos num ponto em que tenha ocorrido um desvio. Os Iluministas pregavam séculos de luz para humanidade. E o que o século XX nos mostrou foi o lado obscuro do ser humano gerando duas guerras mundias que para Hobsbawn era uma única guerra. Para aqueles que não são ateus como eu acreditem que pensem nisto também,ou seja, talvez o mundo precise sentir algo forte e infelizmente o perigo como este a dizimar a muitos para que acordemos e nos tornemos mais humanos. A sim talvez venhamos ter um mundo que não seja uma mera utopia filosófica, menos individualista e artificial. Acho que talvez seja por isto que tantas pessoas desejem nibiru em rota com à Terra, mas ai não sobra nada para contar a nossa História. A não ser a Voyage rsrs.

    1. – Nenhum cataclismo vai mudar a sociedade para melhor, muito pelo contrário, as pessoas dariam um jeito de se virar por conta. A necessidade de sobreviver aumentaria a violência, is saques, a barbárie voltaria, porque isso é natural, é da vida das espécies fazer de tudo para sobreviver. Nos eventos seguintes a um grande cataclismo, só sobreviveriam os que roubassem, matassem, etc…

      – O ser humano nunca se desviou, a espécie Homo sapiens sempre foi essa mesma. Você não se deu conta que a espécie, no passado (quanto mais no passado pior), era muito ignorante e tinha comportamentos culturais muito piores que hoje. O Homo sapiens hoje, ainda apesar das notícias de selvagerias, é um “doce de coco” frente aos homens das cavernas misóginios, racistas, escravistas, preconceituosos, medrosos, intolerantes e infanticidas.

      Vamos nos tornar mais “gente” com duas coisas: com mais aumento da consciência e a expansão do conhecimento, uma coisa anda com junto à outra, e a prova está aí, na atualidade, essas duas situações avancaram o conhecimento patrocinado pelo método científico desde há 500 anos, fato que aumentou o nível de consciência. Hoje os tempos são muito diferentes (para melhor) do que há dois mil anos ou 10 mil anos.

      Então, um grande empecilho para virarmos mais “gente” é a existência de uma grande massa de pessoas que não vão à escola, vivendo no limbo da ignorância.

      Concluindo… quando acontecer, se acontecer, a espécie ou o ser que estiver adaptado vai sobreviver, tendo ou não moral, sendo bonzinho ou não. É assim que funciona o mundo natural, mesmo muito antes de o homem surgir na Terra.

    2. “Os Iluministas pregavam séculos de luz para humanidade. E o que o século XX nos mostrou foi o lado obscuro do ser humano gerando duas guerras mundias que para Hobsbawn era uma única guerra. Para aqueles que não são ateus como eu acreditem que pensem nisto também,ou seja, talvez o mundo precise sentir algo forte e infelizmente o perigo como este a dizimar a muitos para que acordemos e nos tornemos mais humanos. A sim talvez venhamos ter um mundo que não seja uma mera utopia filosófica, menos individualista e artificial. Acho que talvez seja por isto que tantas pessoas desejem nibiru em rota com à Terra”.

      Eu já vi aqui no artigo do grande Sr. Cavalcanti onde ele falou exatamente isso aí que você disse Francisco, só não lembro qual é. Sintetiza com perfeiçao essa esperança toda dos pseudos nas tragédias…

        • Jonas on 25/11/2013 at 14:05

        E como era o mundo no passado pré-histórico? “Iluminista”?

        Nunca viu um filme de época?

        Estamos vivendo o melhor momento da humanidade, apesar dos conflitos ainda existentes, se compararmos toda a História Antiga, Medieval e do século passado com os tempos de hoje.

        E se pontuarmos bem onde estão os problemas, as guerras, a fome, percebe-se que os maiores motivos são as pessoas ainda vivendo nos tempos das cavernas com suas teocracias e onde há muita baixa escolaridade.

    • Allan Bezerra on 22/11/2013 at 21:03
    • Responder

    Normalmente eu não ficaria preocupado, porém, mesmo sendo uma probabilidade muito baixa, me preocupa bastante. Ela é uma baixa probabilidade para o nosso cotidiano, entretanto, se pararmos para pensar, há uma grande chance de isso acontecer! Vou dar um exemplo bem inapropriado, mas que até cai bem: Antigamente ,quando eu jogava Ragnarök Online, a chance de se conseguir uma carta de monstro era de 0,01%, o que seria o equivalente a 1 chance em 10.000! e mesmo sendo uma chance baixa eu peguei várias cartas dessas durante o meu período de jogo(que nem foi tão longo). Tudo bem, é uma questão de sorte(nesse caso má sorte) de um gigante desses cair justamente em nosso planeta, mas com certeza merece toda a atenção.

  2. Ai Jesus…rsrsrs vamos ter lição de casa antes do “Apophis”? rs

  3. Jona, não discordo dos teus argumentos; como eu disse não queria tocar no assunto religião por estar num blog que expressa uma visão. Concordo com você quando cita que numa possível catástrofe que dizimasse milhares de nós seria implantado o caos. Neste ponto lembrei de Emile Dukheim e o seu perfeito conceito da anomia social. Nos E.U.A tivemos a aplicação da sua teoria quando o furacão Katrina arrasou com Nova Orlean. Tivemos saques, estrupos etc. Perfeito a tua analise. Rosseau dizia os homens nascem bons e o meios os corrompem. Não acredito na bondade humana, tão pouco que todos nós temos tendência a grande maldade. Para mim as pessoas já trazem intrinsecamente o que serão como seres no futuro. Vejo a religião tão útil na formação moral do homem quanto a ciência(leia -se Educação). Para mim se somente a ciência dominar teremos no futuro uma sociedade fria e tecnicista. Talvez no futuro achemos comum a genética criar certas aberrações aos moldes nazista. Do mesmo modo um Estado totalmente Teocrático criará o fanatismo ao estremos. Vejo tudo cormo um ponto de equilíbrio e necessidade para humanidade caminhar. Espiritualismo e Ciência fazem bem ao ser humano e evita de sermos seres bestiais. Talvez vc esteja certo nos efeitos de um grande cataclismo ou então a Religião ou a religiosidade e o valores que ela plantou na sociedade faça que líderes reconduzam o rebanho. Até as guerras cansam.

    • Pedro Silva on 23/11/2013 at 13:52
    • Responder

    Continuo sem medo. As hipóteses de ter um acidente na rua, são muito, mas muito superiores, e mesmo assim não ando, no dia a dia, a pensar sequer nisso.
    Mas mesmo assim, em último caso:
    há sempre solução 🙂

  4. Já que o assunto passou por religião, não sou católico, mas eu não sabia sobre as origens da teoria do big bang. Por isto que digo que a fé é algo pessoal de cada ser; faz parte do seu patrimônio , é algo belo quando bem trabalhada. O que eu sei um pouco pela História é que os jesuítas talvez sejam o grupo de padres que mais possuem conhecimento laico. Muito bonita a história do padre jesuíta, Georges Henri Lamentre, formulador da teoria do big bang.Tenho formação religiosa Kardecista, portanto evolucionista. O maior número de espíritas do mundo concentram-se no Brasil. Por isto que admirei mais ainda o padre Georges, um criacionista, soube levar a sua fé passo a passo com a ciência. Deixou uma grande contribuição a ciência.

    http://www.mdig.com.br/?itemid=16073

    1. Ele chama-se Lemaitre, não era Criacionista e não criou a Teoria do Big Bang.

      abraços

  5. Carlos eu amo astronomia, porém sou um leigo e imagino o quanto esta ciência avança. Meros mortais acordam quase todos os dias e nem se lembram de olhar para sol; imagine conhecer as leis do Universo. Mas sabemos que a nossa curiosidade é algo natural a nossa raça, Couberam aos gregos separar o pensamento racional do religioso para explicar o Universo, coisa que outras civilizações antigas não conseguiram. Fiquei um tanto que curioso, não por duvidar do que vc me afirma, mas por buscar conhecer um pouco do que não conheço. Bom, li pouco, foi bom até aprendi um pouco com o este artigo da U.F.M.Pelo que eu li alguns reconhecem o padre Lemaître como o primeiro cientista a desenvolver a teoria do átomo primordial. Demonstrou que o Universo encontra-se em expansão, diferente da visão de Albert Einsten que descrevia o Universo estático. Agora se ela acreditava na teoria do criacionismo não fui tão curioso.
    https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CC8QFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.fisica.ufmg.br%2F~dsoares%2Fensino%2F1-09%2Fmarcone-lemaitre.doc&ei=nPCRUqfyOYzisASy5oCQBg&usg=AFQjCNHnaqUMXoKLkABhum53pTIambRDkw&sig2=3WALRMS4IM_wPK-3zvmSUg&bvm=bv.56988011,d.cWc

    1. Sobre Lemaitre, é fácil 😉
      O facto dele conceber um Universo que evolui ao longo de milhões de anos, vai contra o Criacionismo. Logo, ele não podia ser uma coisa e o seu contrário 😉
      De resto, ele pensou num início porque queria encontrar o “ponto no tempo” em que Deus criou o Universo. Ou seja, a sua motivação foi religiosa e ligada à ideia de Deus.

      abraços

  6. Embora um tanto longa, mas gostei muito destra entrevista do padre e físico Andrew Pinsent concedida a professores da U.F.J.F(universidade Federal de Juiz de Fora – Estado de Minas Gerais – Brasil). Na ocasião 3ª Ciclo de Conferências Internacionais Entre Ciência e Espiritualidade). Ele defende uma ampliação do conhecimento que não se deve fechar somente em uma linha do conhecimento, achei interessante esta visão.

    http://www.youtube.com/watch?v=-39OweTCOLo

    1. Esses são os crentes e pseudos que vivem num mundo imaginário á parte, achando que a ciência é burra e teimosa ao não se “abrir” para a metafísica.

      A ciência trabalha com evidências, não com crenças, por isso é tão eficiente em mudar e a vida das pessoas para melhor.

      Ninguém monta um laboratório para estudar unicórnios, fadas e gnomos, mesmo que os crentes dessas figuras mitológicas insistam que elas existam.

      Da mesma forma, ninguém monta um laboratório para estudar espiritos, deuses, reencarnação, alma, etc.. Isso não tem nem nunca houve evidência alguma, só está na cabecinha dos crentes, que se arvoram de argumentos irrealistas e sem fundamento, por influência de mera crença. Se algum deles já tivesse encontado alguma prova, não precisaria haver congresso para discutir o sexo dos anjos.

  7. Achei esta entrevista do físico brasileiro, Marcelo Gleiser , programa Conexão de Roberto D’Avila. Gostei muito da forma que ele fala sobre o Universo, das possibilidades do conhecer etc.. Ele toca na questão da mensuração que nos trás a ilusão de ser a única forma de conhecer. Esta é uma das criticas que Andrew Pinsent cita acima,ou seja, a forte influência Positivista que ainda predomina nas ciências. Defende uma abertura do conhecimento.Outro ponto da sua critica se direciona ao fundamentalismo cientifico para ela tão ruim quanto o fundamentalismo ortodoxo .Talvez você o conheça pessoalmente,pois ele diz que estuda astrobiologia também é professor nos E. U.A.

    http://www.youtube.com/watch?v=tbhlqW06vVg

    1. Você não entendeu.

      Não existe fundamentalismo na ciência.

      Na ciência ou se prova o que se descobre ou não se prova.

      Se se prova o que se descobre, não existe fundamentalismo, a verdade é verdade por si, não precisa impô-la a ninguém.

      Ninguém entra obrigado num elevador ou num avião, ninguém é obrigado a ligar um interruptor de eletricidade e ninguém é obrigado a tomar vacinas, porque não teriam certeza que funcionariam ou fariam mal a alguém.

      As pessoas “usam” naturalmente a verdade que a ciência descobre sobre as coisas sem pensar e sem serem obrigadas. Então onde está esse fundamentalismo?

      Agora, o fato contrário, se não prova o que “descobre”, ninguém usa, ninguém vai dar atenção, o material vai para o lixo.

      Se alguém comete fraude numa pesquisa, por ideologia ou crença religiosa, é desmascarado pelos pares porque a pesquisa é pública e muitos tentarão replicá-la. Não conseguindo, algum problema houve, ou fraude, ou incompetência. Em ambos os casos há chance de perder emprego e financiamentos. Então a ciência não é para brincadeiras.

      Esse mundo maravilhoso que está aí, prestes a descobrir longevidade com qualidade de vida, o uso de terapia genética, as viagens espaciais, a cura de tudo, só se conseguiu e se conseguirá com a ferramenta do método científico, não por fé nem por ignorância. E não há fundamentalismo nenhum nessa prática.

      1. Excelente comentário, Jonas, com a defesa e a explicação da natureza da ciência.

  8. Jonas, com todo respeito a tua opinião, a que gosto muito. Lembra quando vc citou para mim que a humanidade avança, evolui e se diferencia dos povos do passado ? Passado histórico este em que vc citou que os homens eram mais rudes etc. Pois é, gostei muito da tua análise. Existem pessoas que duvidam que estamos evoluindo com o argumento que a violência esta aflorada, e segundo dizem, mata mais que no nosso passado histórico. Argumentam também que o presente é muito mais perigoso para um fim iminente justamente pelo avanço tecnológico que permite ao homem matar muito mais que no passado etc. Gostei da tua visão, também penso que apesar dos pesares a humanidade avança e consegue sim ser melhor que no passado e aos poucos seremos capazes de superar muitos vícios e deslizes sociais. Agora o que vc postou acima defendo que entende sima a analise do Marcelo Gleiser; ele foi claro quando se define como agnóstico. Fala que existe uma linha tênue em agnoitismo e ateísmo,exemplifica que os agnósticos abrem a possibilidade da existência de Deus. Coisa que o ateu nega veementemente; é neste ponto que ele define um cientista desta linha como fundamentalista. Ou seja não abre a mente a outras possibilidades. É assim que penso e vejo quando alguns homens de ciência tento qualificar a ciência como perfeita, e desta forma, desqualifica todo e qualquer outra possibilidade de conhecimento. Desqualificam a fé , algo tão subjetivo e complicado de ser analisado. Desqualificam as crenças crenças religiosas definindo como crianças tolas que as seguem. A citar o Kardecismo tão estudado na Europa do século XIX por grandes homens desta mesma ciência, citando apenas Charles Richet. Cientistas do passado pregavam algo como certo, irrefutável e o tempo histórico provou que o átomo era divisível. Da mesma forma as concepções para se explicar o Universo apenas pela mensuração . Antes de tudo quero dizer a todos que não sou contra a ciência, pelo contrário, e da mesma forma, respeito todas as opiniões postadas aqui por vcs. Estou aprendendo muito com vcs, abraços.

    1. Francisco,

      Se se evolui no conhecimento, é devido à ciência e aos cientistas. Quem percebeu que o átomo é divisível foram cientistas. Se o Francisco tem esse conhecimento, aos cientistas o deve. Dizer que os cientistas não olham para as avenidas de conhecimento é totalmente errado.

      Quem pensa em possibilidades, são os pseudos, os vigaristas.
      A realidade vive de probabilidades.
      http://www.astropt.org/2012/10/11/possivel-vs-provavel/
      http://www.astropt.org/2011/05/21/profecias-da-ciencia/

      O Francisco é ateu em relação a 99% dos deuses que são ou já foram imaginados pela Humanidade. Todos somos ateus nesse aspecto. Se o Francisco considera que ser ateu é ser fundamentalista, então é uma pena que o Francisco seja fundamentalista ao ponto de não acreditar nos deuses egípcios ou nórdicos ou o que seja. Afinal, quando existem trovoadas, porque não acredita que é um deus a moldar ferro? É por estar a ser fundamentalista nesse seu ateísmo?

      abraços

  9. Carlos amigo, como disse não nego a ciência, pelo contrário, sei que emitir opiniões implica em gerar interpretações. Tenta entender o Carlos, o seus valores, seus sentimentos etc , pode ser um pretensão de minha parte. Mesmo se fosse um psicologo. Sobre a cultura religiosa egípcia eu poderia cair no mesmo terreno. Eu apenas exemplifiquei com um exemplo quando disse que o homem de ciência que nega com todos os seus argumentos da existência de Deus passa a impressão que tem todo o conhecimento do Universo. Do antes do big bang, do além das fronteiras do universo etc. Embora não concordo com alguns pontos do Marcelo Glaiser, para mim ele foi perfeito quando qualifica um homem de ciência como fundamentalista quando não abre a possibilidade da existência de Deus. Fundamentalista eu posso ser ao querer que vc acredite em Deus de toda forma, que acredite em minha crença como sendo a verdade, não posso fazer isto. Eu entendi os teus argumentos, e quero lhe disser que gosto muito das tuas explicações. Abraços.

    1. Como eu disse, quem olha para possibilidades são os vigaristas.
      Os cientistas olham para probabilidades. E é essa visão que o Francisco utiliza todos os minutos da sua vida, e sempre com 100% de sucesso.
      http://www.astropt.org/2012/10/11/possivel-vs-provavel/
      http://www.astropt.org/2011/05/21/profecias-da-ciencia/

      abraços

    2. Relativamente a deus(es), as opiniões dos cientistas valem tanto como quaisquer outras. E se há cientistas ateus ( e anti-religião), também há outros que são crentes.
      Agora, no seu trabalho, ao estudarem o mundo real, os cientistas não podem considerar todas as possibilidades que se consigam imaginar. Têm de se limitar àquilo que se pode comprovar, têm de trabalhar com a realidade.
      Se algum dia for provada a interferência divina no nosso mundo real, vai ver que os cientistas tratarão essa interferência sem preconceitos nem (como lhes chama) fundamentalismos.

  10. Concordo com o que diz Jaculina, e entendi os argumentos do Carlos. Volto a repetir o que vi um físico disser no vide que postei. Negar veementemente a possibilidade da existência de Deus ressoa com fundamentalismo cientifico sim. Não da ciência, mas do homem cientista por detrás da ciência. Ou seja, não me direciono a ciência . Apenas para fechar a minha opinião,o que emito não se direciona ao Carlos. Como disse seria pretensão minha tentar entender o Carlos, os seus valores. Como o Carlos afirmou claramente, a ciência estuda a natureza e suas causa, perfeito.Da mesma forma fui me claro no que afirmei. Abraços a todos. Já é mais de meia noite no Brasil e preciso dormir rsrs.

  11. a preocupaçao real não é com os asteroides conhecidos, eles são acompanhados mas, existem aqueles que não tem rota logica, podem vir de outras partes do sistema solar ou do espaço , e alem disto, podem ocorrer desvios de choques de asteroides ou por atraçao com planetas, e ai sim formos surpreendidos novamente, já que asteroides assim caem por aqui a cada 1000 ou 100.000 anos

  12. Deus não existe, a ciência sim

  13. Olá!

    O papa João Paulo II falava que fé e Ciência podem andar juntas, e acho que deve sim!
    A religião não descarta a Ciência, mas vê a ação de Deus nisso tudo, Ele usou do que a Ciência diz para criar!

    De onde veio isso tudo, antes de ser criado como está?
    A Bíblia mesmo diz sobre a Criação, mas de uma forma poética, mas como foi criado não sabemos, sabemos o que a Ciência fala, então posso saber como foi criado tudo e escrever de uma outra forma, de forma poética!

    Há padres que são cientistas, e até fazem estudos para a Nasa, como já ouvi falar, pois sou leigo em tudo!
    Há muitos observatórios astronômicos em casas de padres, bispos, na Igreja!

    A Ciência nos ajuda muito, é muito importante, traz desenvolvimento e ajuda na evolução!
    A discussão não pode ser totalmente sobre fé e religião, pois é pessoal, e estão abertas gratuitamente á todos, Deus é para todos!
    Sabendo falar pode sim, mas a discussão tem que ser sobre o respeito e justiça, amor com todos, e digo sobre a discussão não diretamente das pessoas que comentaram aqui, mas de toda a humanidade, mais edução, saúde e emprego digno á todos, igualdade social, deixarmos mais o amor entrar, aí assim sim teremos um mundo mais justo e melhor, onde cuidamos da natureza, não teremos interesses perversos, onde daremos um bom dia á quem encontrarmos, deixarmos passar na frente em filas, etc.

    Pode ser um sonho, mas é ótimo ter sonhos, ter um objetivo e correr atrás dele, ficamos mais felizes com sonhos e objetivos, sem passar por cima de ninguém, e não paga nada por isso!

    Então seremos mais evoluídos, e é para isso que fomos criados.
    Gostaria de deixar claro que não quero atingir e nem confrontar ninguém, nem influenciar religiosamente, crenças e nem tentar mudar nenhuma concepção, idéias e fé, mas apenas colocar o que penso e acho que os homens devem fazer!
    Gosto muito deste blog e de ler o que escrevem, admirando o conhecimento de vocês e aprendendo e tirando dúvidas tbm!
    Como homem, também tenho medos e preocupações, por isso gosto de tirar dúvidas aqui!

    Abraços!

    1. A ciência, sim, é para todos. Todos utilizam essa ciência natural, mesmo quando vêm com ideias sobrenaturais.
      Se se evolui no conhecimento, é devido à ciência e aos cientistas.

      abraços

    • Pedro Lucas on 15/10/2014 at 04:05
    • Responder

    Carlos , você pessoalmente se preocupa com essa ameaça…e também com a ameaça do apohis ??

    Abraços

    1. Não. Como eu já disse noutros artigos, o que me preocupa são aqueles que desconhecemos 😉

      Quanto ao Apophis também está controlado, e temos uma sub-categoria só com artigos sobre ele 😉

  1. […] 2008. 2010. 2010. 2011. 2012. 2013. 2014. 2014. 2016. 2017. 2019. 2020. 2021. 2023. 2027. 2032 (risco subiu um pouco). 2036. 2040. 2060. 2061. 2110. 2182. 2880. […]

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