Como é que podemos descobrir mais sobre a origem da vida na Terra?
Bom, podemos deixar a Terra para trás e olhar para o Universo.
Os átomos que constituem os nossos corpos só podem ser formados em ambientes de elevada pressão e temperatura, como é o caso do interior das estrelas. Quando as estrelas terminam as suas vidas, por vezes em espectaculares explosões de supernovas, os átomos que se formaram no seu interior são espalhados pelo espaço, onde irão dar origem à próxima geração de estrelas e planetas. Nas nuvens a partir das quais se formam as estrelas e os planetas, os átomos juntam-se para formar moléculas.
O ESOcast 132 explica como é que o ALMA pode ser usado para observar muitas moléculas diferentes até aos mais longínquos confins do Universo, incluindo algumas das necessárias à vida.
Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico.
Licenciatura em Gestão de Empresas.
Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica. Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas.
Foi Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA.
Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK.
Recebeu dois prémios da ESA (Agência Espacial Europeia).
Realizou várias entrevistas na comunicação social Portuguesa, Britânica e Americana, e fez inúmeras palestras e actividades nos três países citados.
Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas, que visou transmitir conhecimento multidisciplinar de astrobiologia e desenvolver o pensamento crítico dos alunos.
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