A Lua Nova da Apollo

“Celebração do 50º aniversário da aterragem lunar da Apollo 11.

O mundo aplaudiu quando a primeira equipa da Apollo pisou a Lua, cumprindo um dos sonhos mais audaciosos da História humana.
De 1969 a 1972, doze astronautas da Apollo recolheram mais de 2000 amostras de rochas.

Este documentário celebra o 50º aniversário da aterragem lunar da Apollo 11, explorando um dos maiores legados do Programa Apollo.

As relíquias empoeiradas trazidas pelos astronautas que pisaram a Lua foram diretamente para os laboratórios.
Ao longo dos anos, essas amostras permitiram uma nova compreensão da formação dos planetas, do surgimento da Lua, da Terra e da vida.
Estas descobertas e o recente descobrimento de água na Lua abriram caminho à exploração do sistema solar.

Cientistas, engenheiros e empresários estão a planear regressar à superfície lunar e, a partir daí, lançar uma nova geração de aventureiros.”

Apollo’s New Moon (A Lua Nova da Apollo / A Nova Lua da Apollo) é um excelente documentário da Magellan TV com a TVF, que passou na RTP.

O documentário começa por dizer que a nave espacial Apollo aterrou/pousou 6 vezes na superfície lunar.
12 astronautas saíram do módulo lunar e caminharam pela superfície poeirenta.

O que viram e o que descobriram, provocou uma reação em cadeia na ciência.
O investimento em investigação feito para as missões Apollo, para colocar homens na Lua e fazê-los regressar em segurança, levou a desenvolvimentos em tecnologias que atualmente utilizamos no dia-a-dia, e que moldam a vida moderna.
(estes spin-offs têm sido bastante divulgados aqui no AstroPT)

Além disso, as amostras recolhidas pelas missões Apollo deram imensa informação, muito conhecimento.
Permitiram saber como a Lua se formou, e como a Terra se formou.
Devido às semelhanças entre rochas lunares e terrestres, ambos os mundos têm que partilhar uma história comum.

O programa Apollo deixou uma marca científica e cultural na Humanidade!

O documentário mostra fabulosas imagens reais das várias Missões Apollo na Lua.

Durante a Apollo 11, os astronautas recolheram duas caixas de rochas lunares e poeiras da superfície lunar. Estas amostras pesavam no total 21,55 kg.
Também colocaram um sismómetro, para estudar o interior da Lua, nomeadamente para investigarem os abalos lunares.

Os astronautas da Apollo 12 também recolheram muitas amostras de rochas lunares que, por exemplo, ajudaram a desvendar o mistério da formação da Lua.

Há 4,51 mil milhões de anos, Theia – um protoplaneta do tamanho de Marte – colidiu com uma Terra jovem e quente.
A colisão formou um disco/anel de destroços ao redor da Terra, que coalesceu de modo a formar a Lua.
O gigantesco impacto levou à inclinação do eixo da Terra. E também fez com que a Terra passasse a rodar muito rápido: 1 vez a cada 5 horas (o dia era de 5 horas). Ao longo de milhões de anos, a órbita da Lua foi aumentando, e a rotação da Terra foi diminuindo gradualmente, para as actuais 24 horas.
No início, durante a Terra jovem, as marés eram muito maiores e mais frequentes (porque a Lua estava mais perto).

O documentário fala também da Apollo 14.

Na Apollo 15 vê-se o primeiro rover lunar. O seu local de alunagem foi perto de um tubo de lava colapsado, Hadley Rille. Este tipo de tubos de lava podem ser habitats protegidos para futuros habitantes humanos na Lua.

O documentário fala igualmente da Apollo 16.

Seguidamente, fala-se na Apollo 17, sobretudo de Harrison “Jack” Schmitt, o único cientista-astronauta (geólogo) do programa Apollo. Os astronautas colocaram um gravímetro abaixo da superfície lunar (a 3 metros de profundidade). Os astronautas desta missão trouxeram 111 kg de rochas lunares para a Terra.

No final, o documentário discute a existência de água na Lua.
E explora uma futura colonização humana, baseada na energia solar.

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