Google+

«

»

Fev 13

A Colaboração Científica no Mundo

Seguindo as pisadas do mapa das redes de amizade no Facebook, o analista Olivier Beauchesne criou o mapa da colaboração científica mundial:

(Clique na imagem para aceder a uma versão de alta resolução.)

O Olivier trabalha na Science-Metrix, uma empresa de consultoria biliométrica e tem, portanto, ao seu alcance este tipo de dados, usando agregadores comerciais como a Scopus e a Web of Science.

Os dados que ele utilizou foram os as cidades dos cientistas que publicaram os seus resultados entre 2005 e 2009. Quanto mais brilhantes são as linhas que veem no mapa, maior é o número de colaborações entre as universidades dessas cidades.

Aqui podem ver o detalhe do continente europeu:

 

 

Acerca do autor(a)

Diana Barbosa

Bióloga e comunicadora de ciência.
Entusiasta da divulgação da cultura científica, fascinada pelo estudo da evolução, pela origem de crenças e mitos e pelos movimentos anti-científicos e pseudo-científicos.
Nega sempre, à partida, uma “ciência” que não conhece!

7 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

  1. Cavalcanti

    Cool.

    ;)

  2. Jonas

    Fantástico!!

    Parece uma “fogueira em chamas” a Alemanha, Holanda, Bélgica e o Reino Unido, e depois a Italia, mais especialmente o norte.

    Só fiquei em dúvida com relação à Bélgica, é impressão minha mas realmente a Bélgica está com essa bola toda?

    1. Cavalcanti

      A princípio, também pensei ser a Bélgica.

      Mas penso ser França – mais precisamente Paris.

      ;)

      1. Jonas

        Paris estaria à sudeste da “mancha” de Londres (mais sul do que leste), está visivel Paris como uma linda estrela “isolada”

        Já essa forte mancha está na reta tangente horizontal à Londres, ou seja, acima da própria França. Mas Belgica tem realmente uma tradicao forte de pesquisa? Ou a mancha aponta mais para Holanda mesmo? Essa foi a dúvida que ficou,

      2. Cavalcanti

        Agora, compreendi, Jonas.

        Pensei que estivesse a falar exatamente do ponto “irradiante” (“estrela solitária” ;) ).

        Portanto, peço desculpas pelo equívoco. :(

        A “mancha” que te fez chamar a atenção trata-se da Holanda, que teve um acumulado de 252.242 publicações, no período de 2001-2011, ficando em 14º lugar no ranking mundial. Não disponho de dados da Bélgica nesse período (mas sei que ela não está entre os 20 primeiros). ;)

        Todavia, a Bélgica, por curiosidade, teve um acumulado de 61.021 publicações (no período compreendido de 2002-2005), ficando em 21º lugar.

        Portanto, penso a Holanda ser a região mais luminosa.

        Mesmo assim, ao que parece, a Bélgica tem muito mais “destaque” do que imaginamos. ;)

        Outro ponto interessante: o pouco destaque da Austrália no mapa de colaboração científica. Chega-se a ter o mesmo destaque que a África – um continente mergulhado pelas guerras civis e instabilidades políticas constantes.

      3. Jonas

        Sem problemas, Cavalcanti, não entendi como equivoco, foi eu apontar melhor para os lados certos que as coisas naturalmente se esclareceram.

        De qualquer forma surpreendeu-me a Holanda.

        E o Brasil não se poderia esperar outra coisa mesmo, mas muito mais “aceso” que a Austrália? Essa foi outra surpresa.

        Na Asia, Japão e Coreia do Sul estão se dando muito bem, China começa a brilhar e me surpreende positivamente a India.

  3. Carlos Oliveira

    http://publico.pt/Ci%C3%AAncias/publicacao-cientifica-portuguesa-triplica-em-dez-anos-1533219
    “A publicação científica portuguesa, avaliada em quinquénios, triplicou em apenas uma década. Entre 2006 e 2010 publicaram-se 38.338 artigos com autores de instituições nacionais, um salto em relação às 12.693 publicações lançadas entre 1996 e 2000.”

    ;-)

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Pode usar estas HTML tags e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>