História do Conhecimento

Há muitos mas muitos anos atrás, muito antes da existência do Homem Moderno, o chamado Homo sapiens sapiens, andava um nosso antepassado bastante curioso com o mundo que o rodeava. E achou por bem pegar em pequenos pedaços de madeira e começar a usá-los como ferramentas para ajuda em pequenas tarefas diárias.
Este cientista da era pré-histórica nem sequer imaginava o que era a ciência, o pensamento crítico, ou sequer o que eram descobertas fantásticas, mas já denotava um espírito científico.
Claro que nessa altura já existiam pseudos e demais trolls, que obviamente negavam a existência desse pau, mesmo até quando o tiveram na própria mão. Para estes, o mundo devia ser como sempre foi, sem novidades. A estagnação era óptima para eles. Assim poderiam continuar a controlar o que os outros faziam, através de mentiras conspiratórias e estórias sem nexo.
O certo é que a ferramenta de pau teve sucesso na maior parte da tribo. A descoberta científica fez evoluir toda a tribo para patamares nunca antes vistos. A ciência tecnológica revolucionou a sociedade da altura. E os pseudos, apesar de não acreditarem na evolução, tiveram que evoluir para outro tipo de conspirações e negação de outras evidências.

Muitos anos depois, já com muita gente da altura a utilizar ferramentas, mais um momento “mágico” (os momentos mágicos são-nos dados pela ciência).
Claro que pelo caminho existiram imensos momentos destes, mas eu não posso escrever 50 páginas de texto… por isso, reporto-me só a alguns momentos.
E neste caso, o momento foi de luz.
Mais um cientista pré-histórico que não sabia o que era ciência, mas o certo é que a sua curiosidade e a sua procura de conhecimento levou-o num momento de sorte e alguma inspiração (o tipo certo de “instrumentos”) à descoberta do fogo. Mas fogo, por si só, não traz muitas vantagens. É preciso controlá-lo. E foi assim que este cientista com mais alguns dos seus amigos, estudaram, observaram, fizeram experiências, testaram, previram, etc, até terem a certeza de como poderiam criar por si próprios o fogo e controlá-lo da melhor forma possível.
E assim, há centenas de milhares de anos atrás, provavelmente a mais importante descoberta de sempre tomou contornos excepcionais. Tudo devido à mente científica de alguns génios.
A sociedade, como sabemos, nunca mais foi a mesma. Agora já se tinha luz à noite, já se podia afugentar animais, já se podia cozinhar alimentos, entre muitas outras vantagens revolucionárias que o fogo trouxe.
Mas não se pense que todos aceitaram estas mudança. Os pseudos e demais trolls da altura, fartaram-se de negar este feito assombroso. Mesmo com o fogo a arder à sua frente, mesmo com os cientistas a mostrarem-lhes como faziam e controlavam o fogo à sua frente, os pseudos negavam tudo. Para eles, era tudo magia vinda de deuses do mal. E por isso, os cientistas pré-históricos foram muito provavelmente deitados na sua própria fogueira. O objectivo era simples: continuar com a estagnação mental e tecnológica da sociedade. Um povo que soubesse fazer fogo detinha conhecimento que os ignorantes pseudos nunca teriam capacidade mental para deter. Por isso, os pseudos inventaram deuses maus que seriam os responsáveis pelo fogo, e incutiram o medo nas pessoas de que conhecimento e desenvolvimento eram péssimos para elas (para as pessoas). Simultaneamente inventaram que o “fogo controlado” era tudo uma conspiração, um rumor, mas que não era verdade. Os pseudos tornaram-se trolls, que incutiam medo nas pessoas e fartavam-se de dizer disparates, de modo a não deixar que o conhecimento real dos assuntos fosse divulgado.
O certo é que o controlo do fogo prevaleceu quando cada vez mais pessoas perceberam que era a realidade. O conhecimento científico melhorou consideravelmente a vida das pessoas. E os pseudos, apesar de não acreditarem na evolução, tiveram que evoluir para outro tipo de conspirações e negação de outras evidências.

Com ferramentas, fogo, e mais algumas invenções proporcionadas por mentes científicas, eis que muitos milhares de anos depois, alguns génios começaram a debater a razão da chuva.
Até esta altura, a única razão apresentada tinha sido pelos pseudos: a chuva era criada pelo Deus da Chuva. Quando o Deus estava zangado connosco, apanhávamos com temporais. Quando estava satisfeito connosco tínhamos dias lindíssimos de Sol. A seguir os pseudos mentiram de que se podia controlar esse Deus com sacrifícios. Seguidamente disseram que só eles tinham uma linha directa com esse Deus para o influenciarem da melhor forma. Estes com linha directa tinham agora um maior poder sobre todos os outros, porque supostamente tinham o poder de influenciar se iria chover ou não. E o povo, que vivia do cultivo, precisava de chuva. E por isso o povo passou a depender desses que, nada percebendo de chuva, diziam que dominavam o Deus da Chuva só para poder controlar o resto da população. Ou seja, apesar de serem ignorantes sobre o assunto, esses fizeram-se superiores aos outros… fazendo com que a sua ignorância sobre os temas fosse visto por aqueles mentalmente inferiores como algo importante. Eles assumiram que as opiniões desinformadas deles eram superiores ao conhecimento dos assuntos. Estes pseudos auto-promoviam-se como acima de todos os outros, porque só eles tinham acesso à informação dada pelo Deus da Chuva. Tudo o que fosse tentar explicar a chuva de forma racional, era visto pelos pseudos como um ataque ao poder que eles detinham. Todos aqueles que tentassem saber um pouco mais de meteorologia seriam ameaçados e atacados pessoalmente, porque o objectivo era manter o status quo. A informação era manipulada de modo a se continuar a controlar a população ignorante. Os pseudos não sabem como se produz a chuva, nem querem saber, porque o único objectivo deles é continuarem a sentirem-se privilegiados.
É óbvio que isto não satisfez as mentes mais curiosas da altura. Afinal, dizer que é o Deus da Chuva ou um coelho é a mesma coisa: não é qualquer explicação, mas sim só atirar um nome ao ar.
As mentes mais científicas começaram a detectar alguns padrões: por exemplo, a chuva parecia ser muito mais frequente quando existiam mais nuvens no céu e quando estas eram até em tons mais negros. Os pseudos, após inicialmente negarem a existência de nuvens, finalmente disseram que o Deus da Chuva se escondia atrás dessas nuvens. Mas os cientistas da altura tinham o péssimo defeito de fazer perguntas com toda a lógica, como por exemplo: porque esse Deus é tão tímido? E porque esse Deus precisava de nuvens para criar a chuva? Será que ele era tão pouco poderoso e tão dependente das nuvens, que nem conseguia criar água sozinho?
Durante séculos as mentes mais curiosas debateram possíveis explicações para a chuva, até que por fim lá a conseguiram compreender. E, afinal, não existia qualquer Deus da Chuva. Mais uma vez, os pseudos estavam enganados. Mais uma vez, os pseudos só estavam interessados em enganar as pessoas e incutir-lhes medo. Mais uma vez, a ciência promoveu a democratização do conhecimento (toda a gente pode compreender como a chuva é criada, bastando para isso informar-se sobre o tema), atirando a tirania do obscurantismo pseudo para a sarjeta.

Há quase 2500 anos atrás, um génio de nome Aristósteles, provou através da observação que a Terra era redonda.
Até aí, prevalecia a versão pseudo de estarmos de pé sobre um enorme objecto plano.
Mas Aristóteles através de 3 simples observações provou que, ao contrário do que diziam aqueles que suprimiam o conhecimento, a verdade era que a Terra era redonda.
A notícia veio abalar o mundo. Os pseudos negaram esse conhecimento. Para eles, era impossível o planeta ser redondo, já que se fosse, “do outro lado” as pessoas cairiam. Os pseudos não quiseram saber das evidências, não quiseram saber das observações. Simplesmente negaram as observações, porque punham em causa as suas crenças pessoais.

Centenas de anos depois tivemos a chamada Idade das Trevas.
Esta é uma altura em que as mentes curiosas, científicas, foram colocadas de lado. Aqueles que buscavam o conhecimento eram apontados a dedo pela sociedade, e eram severamente punidos.
Esta foi uma altura de total obscurantismo, onde as superstições, as crenças pessoais, as pseudo-explicações, e as vigarices eram rainhas.
Um povo ignorante é mais facilmente controlado, por isso quem lucrou com todas as mentiras foram aqueles que pertenciam à classe dirigente.

Anos depois aconteceu a era a que se chama de Descobrimentos.
As mentes curiosas, científicas, que viam mais além, queriam descobrir novos mundos, queriam explorar o planeta, queriam dar novos mundos ao mundo.
Já os pseudos diziam para se ter cuidado, porque existiam muitos monstros nos mares, e era melhor ficarmos quietinhos sem aprender nada de novo. Os “Velhos do Restelo” existem em todas as eras.
O certo é que o espírito empreendedor dos Humanos não pode ser enjaulado. E assim, as descobertas não se fizeram esperar.
Inicialmente, os pseudos negaram tudo. Afinal, para eles, não se podia atravessar os mares. Mas à medida que as evidências se tornaram de tal maneira claras que nem eles teriam o desplante de negarem, tiveram então que se resignar. Passaram a negar outro tipo de evidências, e a continuar a incutir medos infundados nas pessoas com outras estórias para enganar os mais ignorantes da sociedade.

Pouco depois, uma invenção holandesa foi parar às mãos de um italiano, que a usou para satisfazer a sua curiosidade sobre os céus.
Galileu provou, entre outras coisas, que nem tudo no Universo andava à volta da Terra (por exemplo, as 4 grandes luas de Júpiter), e por isso o geocentrismo estava errado.
Esta mente científica chamou seguidamente os governantes da altura para olharem pela sua luneta. Os governantes de mentalidade pseudo não acreditavam no que viam. Mas sabiam que o que estavam a ver ia contra as suas próprias crenças e ia contra o status quo (porque deixavam de poder controlar as pessoas com mentiras). Sendo assim, tal como está documentado, os pseudos negaram as evidências. Entre a realidade e as suas crenças pessoais, negaram a realidade. Entre o que o Universo nos mostra e aquilo que eles gostariam que o Universo mostrasse, eles seguiram a via de que os seus desejos estavam acima das regras do Universo.
E por tudo isto, a mente científica, quem dizia a verdade, foi considerado culpado de querer fazer evoluir o mundo e foi condenado. Os pseudos preferem que o mundo esteja estagnado.

Mais recentemente, tivemos uma série de desenvolvimentos matemáticos, científicos (alguns exemplos, juntamente com a electricidade, gravidade de Newton, electromagnetismo, raios-x, ondas rádio, luz ultravioleta, espectroscopia, etc), que nos fez compreender o universo à nossa volta.
Claro que estas descobertas foram trabalhadas e desenvolvidas por cientistas, por aqueles que procuram ter mais conhecimento; e nunca por pseudos que só sabiam vigarizar as pessoas assustando-as com “energias invisíveis” que existiam no ar e que iam afectar negativamente a vida das pessoas.
Newton, como todos os outros cientistas, passaram décadas da sua vida a tentar compreender e provar matematicamente (por 2+2=4) a realidade do mundo em que viviam; já quem crê nos pseudos, segue uma crença em vigarices pensadas em 5 minutos e colocadas modernamente na internet.
Newton, como todos os outros cientistas, compreenderam que tem que haver uma avaliação independente imparcial e rigorosa dos seus resultados, que possa ser provada por todos; já aqueles que entram na internet para dizer disparates acham que as suas opiniões pessoais dos assuntos estão acima de qualquer conhecimento objectivo que possa haver sobre esse assunto.
Ou seja, como sempre, os cientistas tudo fizeram para tentar compreender melhor o mundo e assim desenvolver a sociedade proporcionando um maior conhecimento e conforto à Humanidade, enquanto os pseudos limitaram-se a negar esse conhecimento (praticamente negando que 2+2=4) e a vigarizar as pessoas com medos infundados.
Os cientistas acedem a luz do conhecimento, enquanto os pseudos promovem o obscurantismo.

Há relativamente poucos anos atrás, os cientistas descobriram um novo mundo neste mundo. Através da curiosidade e busca incessante de conhecimento por parte dos cientistas, foi descoberto um mundo microscópico que antes desconhecíamos.
Inicialmente, os pseudos negaram as evidências. Diziam que era tudo mentiras dos cientistas, que nos seus laboratórios inventavam coisas que que não existiam na realidade.
Por exemplo, o fenómeno da bioluminiscência, há centenas de anos atrás, seria considerado pelos pseudos como algo do “diabo”, algo a temer, algo que era causado por “magia negra” que servia só para prejudicar os Humanos. Esses pseudos não queriam estudar o fenómeno, mas somente negar o conhecimento e vigarizar as pessoas com estórias assustadoras.
Hoje, devido ao trabalho dos cientistas que buscam a explicação real para os fenómenos, sabe-se que a bioluminiscência é causada por pequenos organismos vivos.

Crédito: Phil Hart

A chamada medicina moderna desenvolveu-se de uma forma extraordinária em tempos relativamente recentes.
Toda ela foi desenvolvida por cientistas, médicos. Toda ela foi desenvolvida com base no método científico de se fazerem observações, testes, e previsões.
A ciência é multidisciplinar. Sendo assim, não se pode negar as leis físicas e matemáticas quando se discute um assunto que vá contra as nossas crenças, mas depois aceitar essas MESMAS leis quando se precisa da ajuda de um médico.
Infelizmente, a hipocrisia de utilizarem o conhecimento científico (indo ao médico ou estando ao computador) enquanto negam que ele existe, é uma das características de um pseudo, de um troll.

A televisão não nos chega a casa por “artes mágicas”. A pessoa que vemos no ecrã não foi colocado lá por “bruxaria”.
A televisão funciona obedecendo a regras científicas, fruto do conhecimento de quem as aprendeu para desenvolver esta tecnologia de que desfrutamos na nossa casa.
As MESMAS regras científicas que fazem uma televisão funcionar, são aplicadas num imenso rol de outros exemplos, incluindo na astronomia. Negar teorias científicas (que só existem porque existem evidências comprovadas), é negar que uma televisão pode funcionar.

O Homem foi à Lua por 6 vezes, entre 1969 e 1972. As provas são por demais evidentes.
Infelizmente, tal como por toda a história da humanidade, há sempre aqueles que, não contribuindo nada para os feitos fantásticos da Humanidade, negam as evidências e põem as suas crenças pessoais acima da realidade.
A promoção do obscurantismo continua em todos aqueles que negam a realidade, de modo a promoverem a estagnação da Humanidade.

Por toda a história, a Humanidade teve medo de cometas, devido às estórias fantasiosas que os pseudos imaginaram. Os vigaristas aproveitaram-se deste medo para levar as pessoas a tomarem certas atitudes em alturas de cometas, como por exemplo, venderem pastilhas para as pessoas se salvarem, etc. Incutir medos infundados nas pessoas, é um negócio lucrativo para os vigaristas.
Entretanto a ciência explicou o que são cometas, e o porquê de não meterem qualquer medo quando passam pelos nossos céus. Pelo contrário, devia ser motivo de regozijo para nós vermos de vez em quando estes espectáculos belíssimos nos céus.
Infelizmente, os pseudos continuam neste mundo. Por isso não é de estranhar que a atitude da Idade das Trevas e até da Pré-História tenha sido rejuvenescida no ano passado com a passagem do cometa Elenin.
Apesar de ser um cometa em que se sabia com certeza de que não iria provocar qualquer desastre na Humanidade, o certo é que os pseudos apressaram-se a promover o obscurantismo, divulgando mentiras e tentando negar o conhecimento dos assuntos. Uma sociedade medrosa é mais facilmente controlada.
Houve até quem chegou ao ponto de dizer que o cometa era um buraco negro, quando bastava olhar para o céu para perceber que isso era uma total mentira. O obscurantismo, a vigarice, a mentira, chegaram a este ponto, de levar as pessoas a acreditar em qualquer vigarista que ponha um vídeo no Youtube em vez dessas pessoas perderem 2 minutos para ir lá fora ver se o que estão a ouvir é verdade.

Recentemente no nosso Facebook, tivemos um troll que negava a existência da Estação Espacial Internacional. Para ele, o lançamento de foguetões, como do recente Falcão, é somente uma simulação. Para ele, nada disso existe, o que pressupõe que também tenha a opinião absurda que não existem satélites.
E no entanto, produtos que foram desenvolvidos na Estação Espacial Internacional são agora utilizados por todos nós todos os dias em nosso proveito. Isto já para não falar de que os satélites permitem-nos, entre várias outras coisas, ter comunicações muito mais eficientes.
Mas o troll achava que é tudo uma enorme conspiração.
Para saber qual é a verdade, tudo que o troll teria que fazer é sair da frente do computador, ir lá fora e ver satélites e a Estação Espacial Internacional a passarem por cima de si.
Mas ele não quer saber da verdade para nada. O único interesse que ele tem é negar a realidade. Ele nega a existência desses objectos enquanto utiliza os proveitos conseguidos devido à existência desses objectos. É um troll. E como todos os trolls, é um hipócrita que cospe na mão que lhe dá de comer.

Em traços gerais, esta é a história do conhecimento (Scientia = conhecimento). Ou melhor, é a história da Humanidade em busca de um gradual aumento de conhecimento sobre o mundo que nos rodeia.
De um lado temos os cientistas, que são curiosos, que buscam as respostas, que investigam, observam, experimentam, prevêem, e que pretendem fazer evoluir a Humanidade, democratizando o conhecimento e dando cada vez melhores condições de vida às pessoas.
E do outro lado, temos aqueles que não aprendem nada, mas gostam de dar opiniões desinformadas, negando o conhecimento, negando a realidade, negando as evidências, de modo a enganarem as outras pessoas, vigarizando-as com uma treta qualquer, encorajando a tirania do obscurantismo, de modo a promoverem a estagnação mental e cultural da Humanidade.
Felizmente, o Universo tem sempre razão. E por isso, está acima de qualquer crença individual das pessoas. Daí que, sem surpresa, os cientistas têm ganho batalhas atrás de batalhas. E a prova está na evolução tecnológica, cultural, e de conhecimento que fomos vendo no mundo ao longo dos séculos.
Os pseudos, coitados, nunca conseguem compreender nada dos assuntos, e estão sempre errados naquilo que dizem. Mesmo assim continuam bem vivos, porque, como diria Einstein, a estupidez não tem limites.

22 comentários

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    • Paulo Sérgio on 11/06/2017 at 16:09
    • Responder

    Amiga Elaine só discordo do … infelizmente, nosso ensino és muito fraco…referindo-se ao ensino brasileiro.

  1. Nossa , que belo artigo !
    E que linguagem portuguesa linda !
    Sou brasileira e infelizmente, nosso ensino és muito fraco… Não é culpa dos professores e sim, do governo que não ajuda nossa educação. Eles sim são os psdeudos brasileiros.
    Adorei em compartilhar seu artigo .
    Agradecida,
    Elaine Nunes.

    1. Obrigado pelas palavras Elaine 🙂

  2. Só um àparte: existem cada vez mais evidências de que a chamada Idade das trevas não foi assim tão tenebrosa e é mal estimada e conhecida. Por exemplo, foi nessa altura que surgiram os moinhos de vento. Sem os moinhos, onde estava a farinha para o pão? Houve tecnologia e houve conhecimento a serem disseminados, de uma forma q só hoje se começa a entender melhor. Peço desculpa, mas não tenho as referências comigo, somente a ideia.

    Tvz algum leitor atento as tenha. Se encontrar entretanto, forneço. Mas a ideia geral é essa, de que a chamada idade das trevas não foi assim tão obscurantista como ficou no imaginário popular.

    1. Não só isso, como o conceito de “Idade das trevas” só deveria ser aplicado à Europa, uma vez que no mundo Islâmico, a ciência floresceu nessa época, nomeadamente na Matemática.

      Mas eu interpretei este texto como sendo um relato irónico e não histórico :p

  3. Antes de mais, adorei o artigo. Seguidamente gostava de apresentar as minhas conclusões sobre o assunto:

    Os pseudos existem em porpoção há ciência ou à importância dada a uma descoberta cientifica. (Quanto mais importante for, mais pseudos irão criticar essa mesma descoberta.)

    Um pseudo, que neste ponto é melhor chamar de crítico, contribui para o avanço da ciência, obrigando os cientistas a explicar tudo passo a passo, descobrindo erros ou encontrando novas evidências. Até aqui é bom, o crítico, até se tornar pseudo e por em causa tudo o que se diz, ignorando a razão.

    Perante um pseudo, mais vale ignorar. Perante uma “ovelha” (alguém que segue tudo o que lhe dizem) deve-se explicar a verdade (mas não a nossa, mas sim a verdade cientifica se é que lhe posso chamar assim), pois são essas “ovelhas” que dão força aos pseudos. Mas atenção, todos nós temos um pouco de ovelhas dentro de nós. Aposto que, a toda a gente, já aconteceu acreditarem em algo que depois vieram a descobrir que era mentira e sentiram-se mal por ter espalhado uma notícia enganadora (agir como pseudos). A todos já aconteceu, mas o melhor é sempre criticar o mais possível (não negando que possa estar correto, até se descobrir o contrário) e, caso se tenha errado, reconhecer que se deixou levar erradamente.

    1. Olá Filipe

      Pseudo é uma coisa, crítico de verdade é outra.

      O crítico seria um cético, que contextualmente vai usar a própria ciência e o métido científico para validar ou destronar uma teoria científica, que outros cientistas irão se basear para crescerem em conhecimento, aí sim a coisa acontece, mas com os pseudos não, eles só atrapalham, não ajudam em nada, não criam referências na ciência para fazê-la avançar, porque não usam base real de conhecimento para serem referência de contraposição do que já se sabe ou de uma teoria que está sendo questionada. Os pseudos sao como moscas ao redor dos bois, só incomodam.

      E é claro que há pessoas abnegadas como o Carlos e outros que sabem a influência perniciosa dos pseudos nas mentes dos que não têm conhecimento, e fazem o que? Educação. Mas o Carlos e os outros não estão moldando os rumos da ciência a partir dos pseudos, os pseudos não estão contribuindo com o avanço da ciência, a ciência já avançou, o que o Carlos e os outros fazem é educarem as pessoas que podem ser influenciadas pelos absurdos do que os pseudos dizem.

      A ciência não se movimenta em função dos pseudos, como aparentemente você diz.

      1. Eu sinceramente, não sei se o Filipe disse isso ;). Pelo menos não foi assim que interpretei.

        Da forma que interpretei, concordo com os dois 😉
        Penso que o Filipe se estava mais a referir em pseudos no sentido de trolls nas discussões, já o Jonas foi pseudos no sentido mais de vigaristas.

        Terei razão? 😉

        • Jonas on 28/05/2012 at 04:07

        Eu realmente falei no sentido “vigaristas”… e entendi que o Filipe falou também nesse.. mas se falou noutro sentido.. tá falado…risos…. e vamos em frente.

  4. Oh senhor cientista, ponha lá o nome das espécies em itálico, sim? :p

    Prometo ler com muita atenção depois!

    1. ???

      Diana, estás a falar de quê? Onde? 😛

      1. Homo sapiens sapiens
        Logo na primeira linha!
        Ai ai ai…

      2. ahhh nem reparei 😛

        Done 😉

        Cheers 🙂

  5. Ótimo artigo, Carlos.

    Abraços.

    1. Obrigado! 🙂

  6. Muito bom… só acrescentava mais um passo: os primeiros mariscadores!!! Se a teoria de Pinacle Point for confirmada, os instrumentos inventados e usados por esta comunidade pré-histórica foram fundamentais na evolução do Homem…!!!
    http://www.smithsonianmag.com/history-archaeology/human-migration.html

    Abraços

    1. Quem? 🙂

      Pode explicar um pouco mais, em poucas linhas, para toda a gente perceber? 😉

        • abidos on 24/05/2012 at 02:03

        Muito resumido:
        Supostamente todos nós, hoje, descendemos de uma pequena população de Pinacle Point na África do Sul (centenas ou poucos milhares de individuos!!!)… Por alguma razão (a Seca generalizada é a teoria mais ‘popular’, vírus também é hipotese…) a população Mundial (principalmente em África) entrou em declinio, os caçadores sentiram muitas dificuldades em alimentarem-se, assim o tal grupo de Pinacle Point (uma zona costeira) foi ‘obrigado’ a desenvover tecnologia que lhes permitiu serem os primeiros humanos a incluirem marisco na sua dieta!!! (170000 anos) Sobreviveram à Seca(!!!) desenvolveram ferramentas cada vez mais avançadas, e quando migraram para outras zonas de África eram ‘tecnologicamente’ superiores, sendo assim acabaram por colonizar todo o continente. Há cerca de 60000 anos saíram de África tornando-se na ‘Segunda Vaga’, acabando por se superiorizar às populações mais ‘antigas’, no caso da Europa ao Neanderthal…!!!
        Após vários estudos ADN parece que da actual população mundial, só um pequeno grupo na India (desconheço a existência de outro…), não tem descendência de Pinacle Point !!!
        (Este pequeno grupo de Indianos seriam os equivalentes aos Neanderthal na Europa, e que devido um sistema tipo ‘castas’, conseguiu manter até hoje o seu material genético quase intacto.)
        Conclusão: Sem estes ‘Mariscadores’, a evolução do Homem teria sido muito diferente… os próprios Neanderthal acabaram por consumir marisco, mas isso aconteceu algumas dezenas de milhar de anos, mais tarde…
        Existe quem defenda que o ‘Grande Salto’ na evolução do Homem terá tido o seu ‘arranque’ em Pinacle Point!!!
        Esta teoria também explica a relativa pouca diversidade genética da humanidade, que com centenas de milhar de anos de evolução deveria ser maior…

        Deixo aqui um link, para uma explicação muito mais detalhada:
        http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/quando_o_mar_salvou_a_humanidade_imprimir.html

        Abraços

      1. Excelente!!!! 😀

  7. leiam primeiro 😛
    E partilhem 😉

      • Valéria Oliveira Milhomem on 14/01/2017 at 22:59
      • Responder

      Gostei muito, se me permite pretendo utilizar seus conhecimentos para responder a uma questão contida em uma atividade da disciplina: filosofia, em um curso de mestrado. Deixarei claramente que não são idéias minhas e sim as encontrei disponíveis no google, enquanto buscava subsídios para responder a tal questão de filosofia.

      1. Olá Valéria,

        Pode obviamente utilizar os nossos textos.
        Mas deve dar o crédito ao nosso website: AstroPT.

        abraços

  1. […] Vida Secreta dos Cientistas. Hino à Astronomia. Bem-Vindos à Ciência. Feynman, descobre. História do Conhecimento. 7 Equações que governam o […]

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