A Mãe é que sabe

Estreou hoje nos cinemas o filme português A Mãe é que Sabe, com realização de Nuno Rocha.

Têm algumas críticas ao filme, aqui e aqui, em artigos do jornal Diário de Notícias.

Nesse segundo artigo, o filme foi resumido nesta frase:
A Mãe É Que Sabe passa-se essencialmente à mesa numa refeição de bacalhau com natas e a partir daí salta no tempo e pula por entre hipóteses de realidades paralelas como num jogo espaço temporal com o destino.”

O filme realmente mete Bacalhau com Natas, que adoro.
Mete também posters de várias bandas muito conhecidas nos finais dos anos 80 e princípios de 90.
Ainda mais importante, inclui também posters e referências a filmes de culto da ficção científica, como Regresso ao Futuro, A Mosca, Alien, … e até um poster do filme Goonies!

No entanto, o motivo de o trazer aqui ao blog é que inclui a noção de “realidades paralelas”, ou melhor, a possibilidade de se mudar alguma coisa no passado de modo a influenciar o presente.
Ou seja, o filme lida com a pergunta-base da ficção científica: “E se…?” Neste caso, a personagem principal pergunta-se várias vezes “E se eu tivesse feito “isto” de forma diferente?” E depois, claro, é obrigada a lidar no presente com as consequências dessa mudança no passado… e, curiosamente, a mudança nunca leva a um melhor presente.

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