Ambiente sofre com a queima de gás russo

Crédito: Reuters / Stringer
O gás natural era destinado à Europa, mas devido à guerra e às sanções impostas à Rússia, esse gás natural deixou de ser enviado para os mercados europeus.
No final do Verão, com base em imagens de satélites, a comunidade europeia avisava que esse gás – cerca de 4,34 milhões de metros cúbicos de gás natural, no valor de dez milhões de euros, por dia — estava a ser queimado pela Rússia, provocando um desastre ambiental, tendo obviamente um impacto no aquecimento global.
Um mês depois, a Bloomberg (aqui) reportou que não existe um incremento significativo na queima de gás natural por parte da Rússia. O curioso é que a Bloomberg refere que estas conclusões são também com base em imagens de satélite.
Fontes: Reuters, FOX Business, Público, Observador.
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Carlos Oliveira
Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico.
Licenciatura em Gestão de Empresas.
Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica.
Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas.
Foi Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA.
Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK.
Recebeu dois prémios da ESA (Agência Espacial Europeia).
Realizou várias entrevistas na comunicação social Portuguesa, Britânica e Americana, e fez inúmeras palestras e actividades nos três países citados.
Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas, que visou transmitir conhecimento multidisciplinar de astrobiologia e desenvolver o pensamento crítico dos alunos.
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