Agora vi um outro episódio que me pareceu interessante.
Como sabem, por aqui existem os evangélicos extremistas, com centenas de igrejas por todo o lado.
Ciência não é com eles. Enganar a população crente é o grande lema.
Neste caso, em 1978, no Tennessee, o sacerdote Perry e a sua esposa faziam dinheiro a falsear milagres.
Até que a ciência, que ele desconhecia, o “baptizou”.
Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico.
Licenciatura em Gestão de Empresas.
Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica. Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas.
Foi Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA.
Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK.
Recebeu dois prémios da ESA (Agência Espacial Europeia).
Realizou várias entrevistas na comunicação social Portuguesa, Britânica e Americana, e fez inúmeras palestras e actividades nos três países citados.
Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas, que visou transmitir conhecimento multidisciplinar de astrobiologia e desenvolver o pensamento crítico dos alunos.
Um dia minha sogra, que gosta de ir rezar nas igrejas, qualquer que seja ela, basta a porta estar aberta, entrou em uma.
Lá estava uma movimentação muito grande, pois parecia que iam filmar alguma coisa.
Então um deles, aparentemente o que estava organizando tudo, virou-se para ela:
– A senhora é que a mãe dele? Por que demorou?
– Mãe?
– Sim, do que vai ser o aleijado.
– Não. Só vim rezar.
Ele se virou para o homem que estava em pé, pouco mais distante, e cobrou dele a presença da tal mãe. O outro deu de ombros. Não sabia nada da mulher que faria o papel de sua mãe.
Por outro lado, conheci um jovem casal que frequentava a famigerada Igreja Universal. Provavelmente a fé que eles tinham serviu como uma motivação excepcional, embora eu achasse que o fato de serem jovens e empreendedores não precisasse daquilo, em todo caso… Em menos de dois anos vendendo chocolate de casa em casa, conseguiram emprego fixo e um ano depois disso estavam comprando uma casa.
De um lado a gente vê a ganância de quem lidera. De outro, vemos o papel motivacional nas vidas de quem se vê sem oportunidades. Outra coisa pode servir de motivação? Com certeza, mas é exatamente a igreja que está se prestando a esse papel com uma certa eficiência. Com isso, algumas denominaçòes (é bom deixar claro que nem todas) cobra os olhos da cara por esse trabalho psicossocial.
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1 comentário
Um dia minha sogra, que gosta de ir rezar nas igrejas, qualquer que seja ela, basta a porta estar aberta, entrou em uma.
Lá estava uma movimentação muito grande, pois parecia que iam filmar alguma coisa.
Então um deles, aparentemente o que estava organizando tudo, virou-se para ela:
– A senhora é que a mãe dele? Por que demorou?
– Mãe?
– Sim, do que vai ser o aleijado.
– Não. Só vim rezar.
Ele se virou para o homem que estava em pé, pouco mais distante, e cobrou dele a presença da tal mãe. O outro deu de ombros. Não sabia nada da mulher que faria o papel de sua mãe.
Por outro lado, conheci um jovem casal que frequentava a famigerada Igreja Universal. Provavelmente a fé que eles tinham serviu como uma motivação excepcional, embora eu achasse que o fato de serem jovens e empreendedores não precisasse daquilo, em todo caso… Em menos de dois anos vendendo chocolate de casa em casa, conseguiram emprego fixo e um ano depois disso estavam comprando uma casa.
De um lado a gente vê a ganância de quem lidera. De outro, vemos o papel motivacional nas vidas de quem se vê sem oportunidades. Outra coisa pode servir de motivação? Com certeza, mas é exatamente a igreja que está se prestando a esse papel com uma certa eficiência. Com isso, algumas denominaçòes (é bom deixar claro que nem todas) cobra os olhos da cara por esse trabalho psicossocial.
(odeio esses numerinhos. 2a. tentativa)