Carlos Oliveira

Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico. Licenciatura em Gestão de Empresas. Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica. Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas. Foi Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA. Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK. Recebeu dois prémios da ESA (Agência Espacial Europeia). Realizou várias entrevistas na comunicação social Portuguesa, Britânica e Americana, e fez inúmeras palestras e actividades nos três países citados. Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas, que visou transmitir conhecimento multidisciplinar de astrobiologia e desenvolver o pensamento crítico dos alunos.

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Nebulosa do Pelicano

A Nebulosa do Pelicano, oficialmente conhecida como IC 5070, tem sido gradualmente esculpida. A nebulosa é uma mistura de formação estelar com nuvens de gás em constante evolução. A imagem foi produzida especificamente em três cores: luz/radiação emitida pelos elementos enxofre, hidrogénio e oxigénio. A radiação emitida pelas jovens e energéticas estrelas está lentamente a …

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A Grande Nebulosa de Orion

A Nebulosa de Orion, também conhecida como M42, é uma região de forte formação estelar, contendo nuvens de gás e jovens estrelas quentes. Esta famosa nebulosa encontra-se a cerca de 1.500 anos-luz de distância. Neste berçário estelar existem inúmeros sistemas planetários em formação, como se vê por estas imagens:

Galáxia de Andrómeda em todo o seu esplendor

Andrómeda, também chamada de M31, é a galáxia de grande porte mais próxima da nossa Galáxia, a Via Láctea. Juntas, dominam o Grupo Local de Galáxias. A luz de Andrómeda demora mais de 2 milhões de anos até chegar a nós. Por isso, quando vemos esta galáxia, vemo-la como ela era há mais de 2 …

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Sorriso Gravitacional

Há cerca de 100 anos, Albert Einstein publicou a Teoria Geral da Relatividade, que previa o fenómeno da lente gravitacional. É o que vemos nesta imagem, apelidada de Gato Que Ri ou Gato de Cheshire (personagem do livro Alice no País das Maravilhas), de nome oficial SDSS J103842.59+484917.7 , em que duas enormes galáxias elípticas …

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Messier 17: uma fábrica de estrelas

M17 é uma fábrica de estrelas que se encontra a cerca de 5.500 anos-luz de distância da Terra. A nebulosa que vemos, também chamada Nebulosa Omega ou Nebulosa do Cisne, foi esculpida pelos ventos estelares e pela radiação das jovens estrelas quentes e maciças.

IC 1805: Nebulosa do Coração

A enorme nebulosa de emissão denominada IC 1805 parece um coração humano. A nebulosa foi formada pelo pequeno grupo de estrelas residentes perto do centro da nebulosa. Os ventos estelares e a forte radiação das jovens e luminosas estrelas do aglomerado estelar aberto Melotte 15 esculpiram a nebulosa, provocando erosão nos pilares de poeira. A …

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Alcançar as auroras de parapente

O piloto acrobático espanhol Horacio Llorens observou as auroras em Trömso, na Noruega, de uma forma totalmente invulgar: enquanto voava de parapente, ou melhor, com um paramotor chamado Thor200. Leiam mais sobre isto, aqui, e vejam este belíssimo vídeo:

A vizinha galáctica limpa e arrumada da Via Láctea

Muitas galáxias encontram-se cheias de poeira, enquanto outras apresentam ocasionais tiras escuras de fuligem cósmica opaca que espirala entre o gás e as estrelas. No entanto, o mote desta nova imagem, obtida pela câmara OmegaCAM montada no Telescópio de Rastreio do VLT no ESO, no Chile, é bastante invulgar — a pequena galáxia chamada IC …

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Os três pilares da astronomia observacional

Esta fotografia, tirada no Observatório de La Silla no Chile, mostra a Lua Cheia baixa num céu de cor violeta, um fotógrafo agachado sobre as rochas e o New Technology Telescope (NTT) no cimo duma colina. Esta imagem mostra as três coisas que precisamos para a astronomia observacional: um objeto para observar, um telescópio para …

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VISTA descobre um novo componente da Via Láctea

Com o auxílio do telescópio VISTA instalado no Observatório do Paranal do ESO, os astrónomos descobriram uma componente anteriormente desconhecida da Via Láctea. Ao mapear a localização de uma classe de estrelas que variam em brilho chamadas Cefeides, foi descoberto um disco de estrelas jovens enterradas por trás de espessas nuvens de poeira no bojo …

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